15/05/2003 18h31 – Atualizado em 15/05/2003 18h31
Procurando adequar-se à filosofia aplicada desde o ano de 1997 pela administração Issam Fares, que é a de levar à comunidade infantil treslagoense melhores condições e cuidados em seus Centros de Educação Infantil – CEI (antigas creches), a unidade recentemente implantada na Vila Haro, com pouco mais de 2 semanas de funcionamento, já começa a dar retorno pedagógico e operacional em sua rotina do dia-a-dia. A creche “Massumi Otsubo”, que sob a coordenação de Dalva Aparecida Catanante supera a expectativa inicial de público e já conta com 55 crianças regularmente matriculadas, transformando-se num importante apoio àquelas famílias onde os pais, as mães e responsáveis trabalham em tempo integral.
De acordo com a coordenadora, o Centro atende crianças de 0 a 3 anos de idade – nascidos à partir de janeiro de 2000, recebendo cuidados próprios desta faixa etária, com atendimento alimentar que inclui café da manhã ou mamadeira, almoço, lanche, banho e jantar, além das atividades previstas pela Gerência Municipal de Educação.
Segundo Dalva, a alimentação é o ponto alto do atendimento: “Todos comem muito bem. A alimentação é muito boa e a maioria das mães dizem que quando as crianças voltam da creche não querem realmente comer mais nada, porque estão satisfeitas de verdade. Raras são as que ainda jantam em casa”, afirmou.
ESTRUTURA
A unidade conta atualmente com três salas, berçário, maternal 1 e maternal 2, completamente lotadas, existindo inclusive uma lista de espera para futuras matrículas, pois a rotatividade na periferia é grande e as vagas são disputadas. A equipe de servidores é formada por duas recreadoras, três professoras, lavadeira, cozinheira e uma auxiliar para limpeza, bem como aguarda-se para a próxima semana, a chegada de mais recreadoras para melhorar o atendimento rotineiro.
Recentemente o CEI da Vila Haro recebeu por ocasião da abertura de pré-escola na unidade do bairro Guanabara, as crianças do berçário daquele local. “Nós estamos com diversas atividades, não apenas de alimentação e cuidados, mas também a recreação e o estímulo à fala, incentivo ao reconhecimento das cores, figuras e formas, números, linguagem das mãos e a linguagem codificada, que estamos gradativamente introduzindo, pois elas estão ainda em fase de adaptação, para que não tenham aquele impacto de sair do colo da mãe e ir direto para dentro de uma sala de aula”, informou a coordenadora, salientando ainda ser necessária muita cautela para uma boa adaptação e para que o desenvolvimento pedagógico aconteça com mais tranqüilidade.





