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domingo, 21 de junho de 2026

Governo amplia ações para reduzir custeio da máquina

15/05/2003 16h38 – Atualizado em 15/05/2003 16h38

A adoção de contratos corporativos em vez de contratos por órgão público e redução de gastos com ligações para celulares e combustíveis estão entre as medidas que o governo do Estado elaborou para reduzir as despesas com o custeio da máquina pública. O lançamento do Plano de Redução dos Gastos com Custeio da Máquina Estadual será lançado no próximo dia 23, junto com uma série de outros projetos do governo.

O lançamento foi anunciado hoje pelo governador Zeca do PT durante solenidade em Guia Lopes da Laguna. Ele disse que outra ação prevista é o corte de gastos com passagens aéreas. Cada secretário receberá duas por mês.

Conforme o secretário de Gestão Pública, Ronaldo Franco, o governo irá adotar contratos corporativos para consumo de água, luz, telefone, combustível, passagens, vale-transportes, enfim, compras que feitas em um grande contrato possam representar economia. No caso da manutenção de carros, segundo Franco, foi possível fechar uma licitação onde poderá ocorrer redução de 70% nas despesas. Este tipo de procedimento uniformiza e centraliza os gastos, disse o secretário.

Controle na liberação de diárias e plantões também estão entre as medidas de enxugamento no custeio. Horas-extras já foram proibidas. A limitação da permissão de motoristas irem para casa de carro pode baixar despesas com combustível em 15% em média, conforme Franco.

A restrição de ligações telefônicas para celulares também já foi decidida. Uma quantidade limitada de linhas possibilitará estas ligações. Uma medida tomada no começo deste ano já surtiu efeito. O governo baixou portaria restringindo viagens a Brasília e determinou às secretarias que delegassem tarefas ao escritório de representação que funciona lá, em vez de deslocar técnicos até a cidade.

Em relação à redução de carga horária nas repartições públicas, como já foi adotado em outras épocas, está fora de cogitação, segundo o secretário. Ele explicou que mais de 80% dos funcionários cumprem carga específica e a volta de 6 horas só ocorrerá se houver nova necessidade de racionar energia.

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