16/05/2003 13h52 – Atualizado em 16/05/2003 13h52
Os profissionais em educação de Campo Grande querem retomar as negociações de reposição salarial com o Governo do Estado, mas sem interromper o movimento grevista. A informação é do presidente da ACP (Associação Campo-grandense de Professores), Jaime Teixeira, após assembléia que reuniu esta manhã cerca de 500 profissionais na sede da entidade.
Segundo Teixeira, a categoria propõe a aceitação dos 10%, a partir de maio, e mais 3% pagos de setembro a dezembro. “Vamos aguardar um posicionamento do governo, mas sem interromper a paralisação”, diz.
Para fortalecer o movimento, comissões de trabalhadores visitarão esta tarde escolas de Campo Grande que não aderiram à greve. “O objetivo é conscientizá-los, através de debates, de que é preciso aderir à paralisação”, conclui.



