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domingo, 21 de junho de 2026

Entidades sindicais apoiam greve dos professores

19/05/2003 15h55 – Atualizado em 19/05/2003 15h55

A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) realiza, neste momento, em sua sede (Rua 26 de agosto, 2296 – Bairro Amambaí), uma reunião com entidades que apóiam o movimento de paralisação dos educadores. A Federação tem recebido a solidariedade de diversas organizações dos Movimentos Sindical e Popular, partidos políticos e câmaras de vereadores, pela legitimidade da sua luta e pela justeza das reivindicações dos trabalhadores em Educação. Já estão presentes o Sindicato dos Bancários, Sindate (Sindicato dos Agentes Tributários), CUT-MS, AFD (Associação dos Funcionários do Detran), SPPD (Sindicato dos Profissionais de Processamento de Dados), Sintsprev (Sindicato dos Trabal,hadores Públicos Federais em Trabalho, Saúde e Previdêndia), Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis), MST e PPS.

A CUT-MS (que publicou nota de apoio nos jornais de hoje), o Sindate, o Sista (Sindicato dos Técnico-administrativos da UFMS), o Sindijus (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário), o Sintsprev, o Sindicato dos Ferroviários e o CRESS (Conselho Regional de Serviço Social), a Associação de Policiais Militares, além da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), já manifestaram seu apoio. Esta última, inclusive, enviou moção de repúdio ao governador. O PSDB e o PSTU também se manifestaram favoráveis à luta dos professores, especialistas e funcionários administrativos. As Câmaras Municipais de Três Lagoas, Aquidauana, Aparecida do Taboado e Anastácio enviaram moções de apoio ao movimento.

O último índice de adesão à greve dos educadores, publicado pela Fetems na sexta-feira, dia 16, foi de 72,05%, entre paralisação total e parcial. Novo levantamento deve ser divulgado no período da tarde, já considerando os números da greve em Corumbá e Tacuru, cidades que aderiram ao movimento a partir de hoje. Do iníco da greve até hoje, onze municípios que haviam decidido por não paralisar as atividades já entraram em greve.

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