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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Famasul e Planejar aprovam mudanças do sistema de rastreabilidade

21/05/2003 08h38 – Atualizado em 21/05/2003 08h38

A mudança das regras a partir do dia 15 de julho sobre o sistema de rastreabilidade bovina e bubalina no País foi considerada positiva pela Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul). Conforme o médico veterinário da Planejar, Pércio Souza e Silva, que atua em parceria com a entidade e os Sindicatos Rurais, a obrigação de que o animal esteja há pelo menos 40 dias rastreado garante a eficácia real da rastreabilidade.

Segundo o veterinário, o rastreamento dos animais para exportação estava sendo feito direto nos frigoríficos, antes do abate. “Quando o Ministério da Agricultura criou a Instrução Normativa para a rastreabilidade era para que garantíssemos a qualidade do nosso rebanho através da certificação de origem desse animal”, lembrou.

Souza e Silva considerou importante os ajustes feitos pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) através da Circular 09/2003, expedida no último dia 15 de maio, de Brasília. “Esperamos muito por estas exigências para que o processo correto da rastreabilidade seja cumprido”, comentou.

A rastreabilidade, que passou a ser exigida pelos Países da União Européia, começou a vigorar no País em 31 de julho passado, depois que uma série de doenças, como o “Mal da Vaca Louca” atacou o rebanho europeu. Até 2007, o Mapa vai exigir que todo o rebanho brasileiro seja rastreado e certificado pelo Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov).

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