03/06/2003 16h25 – Atualizado em 03/06/2003 16h25
Duas centrais telefônicas clandestinas foram descobertas em Campo Grande e seis pessoas foram presas por envolvimento. Uma das centrais ficava perto do Complexo Penitenciário, no bairro Noroeste. O nome de uma autoridade estadual foi utilizada para a habilitação de das linhas.
Foram presos Carlos Farias de Araújo, Reine Cecília Rojas, Luiz Carlos Rojas Pereira, Paulo Roberto Rojas Pereira e Andreza Cristina Berto. Outras duas pessoas ainda estão sob investigação e deverão ser presas.
As centrais foram descobertas e fechadas pelo Gaeco, grupo que atua contra o crime organizando, envolvendo polícias Civil e Militar e Ministério Público.
Conforme informação do coordenador do Gaeco, o procurador Antônio Siufi Neto, o nome de uma importante autoridade foi utilizado para a habilitação de uma central. O nome da pessoa não foi revelado. As centrais serviam para que presos ligados ao crime organizado pudessem coordenar ações.
Siufi criticou a facilidade de habilitação de uma linha, sem a necessidade de apresentação de documentos pessoais, apenas fornecimento de dados por telefone. Segundo ele, o Ministério Público estuda medida jurídica que obrigue as empresas a exigir documentos.





