23/06/2003 16h39 – Atualizado em 23/06/2003 16h39
Um cimento rígido, de qualidade mais apurada, que terá de ser aplicado no trecho de 61 quilômetros da BR-262, entre a Ponte do Rio Paraguai e Corumbá, será responsável por boa parte dos R$ 142,1 milhões que terão de ser investidos na obra até o ano de 2005, começando por R$ 28 milhões a partir deste ano.
O representantes da ABCP (Associaçaõ Brasileir ad eCimento Portland), o engenheiro Fernando Crozara, explicou aos deputados estaduais, na Assembléia Legislativa, em reunião que está acontecendo neste momento e que conta com a participação do secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Keiji Kanashiro. O governo ainda estuda formas de baratear os custos da obra.
Segundo Crozara, o pavimento especial a ser aplicado tem, dentre seus benefícios, durabilidade maior, precisando de reparos só a partir dos primeiros 10 anos, enquanto que o flexível já demanda aos 5 anos; não apresenta problemas de aquaplanagem; reduz a distância de frenagem em 35% e também apresenta maior resistência ao clima quente.



