23/06/2003 08h03 – Atualizado em 23/06/2003 08h03
O Pentágono não nega e nem confirma oficialmente a informação de que teria tentado matar o ex-presidente iraquiano Saddam Hussein em um ataque a um comboio de veículos perto da fronteira Síria, na semana passada.
No entanto, autoridades americanas – que pediram para não ter seus nomes revelados – dizem que havia ao menos a esperança de que Saddam estivesse no local.
Não há provas de que o ex-líder iraquiano tenha morrido na operação em que mísseis teriam sido disparados contra os veículos a partir de uma aeronave dos Estados Unidos controlada remotamente.
Altos funcionários disseram ao diário The New York Times que o comboio foi completamente destruído, mas que Washington não teve em nenhum momento certeza de que o ex-presidente do Iraque ou seus filhos estivessem ali.
Sorte:
Uma fonte militar contou ao jornal que a ofensiva contra o comboio teria sido mais um golpe para tentar a sorte do que uma ação planejada com base em evidências da presença de Saddam.
A caça a Saddam Hussein tem sido coordenada pela Força-Tarefa 20, unidade especializada em operações sigilosas que trabalha em íntima cooperação com os serviços de inteligência americanos.
Autoridades disseram que uma equipe se dirigia ao local do ataque para tentar recuperar amostras de DNA das pessoas mortas no comboio, com o objetivo de identificá-las.



