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segunda-feira, 29 de junho de 2026

Juizes também podem paralisar atividades, diz Amamsul

23/06/2003 15h32 – Atualizado em 23/06/2003 15h32

A exemplo do que já definiram os auditores fiscais, os magistrados também podem paralisar as atividades em protesto à reforma previdenciária. Segundo o presidente da Amamsul (Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul), Marco André Hanson, essa possibilidade não está descartada mas a definição só deve sair após a assembléia, iniciada há pouco e que deve se estender até às 16 horas.

Participam em torno de 150 magristrados. Hanson afirma que o principal pleito é a manutenção dos direitos conquistados pela categoria, o que significa não taxação de inativos e não fixação de teto para aposentadoria. “A mudança tem de ser gradativa”, afirmou o presidente da Amansul, acrescentando que não se trata de uma questão de privilégios. Segundo ele, hoje um juiz do STF (Supremo Tribunal Federal) recebe R$ 17 mil brutos, em torno de R$ 12 mil com descontos, o que com a reforma cairia para R$ 7 mil. Ele esclareceu, porém, que a atividade exige dedicação exclusiva.

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