19/08/2003 15h23 – Atualizado em 19/08/2003 15h23
O presidente da Aprossul (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso do Sul), Carmélio Romando Roos disse que a introdução do produto transgênicos é uma questão de competitividade, já que eles reduzem sensivelmente os custos de produção, especialmente de algodão, que tem uma dependência muito forte de defensivos agrícolas. Em relação à produtividade, disse, algumas variedades tradicionais têm até melhores resultados. “A diferença é nos custos. Estamos perdendo competitividade”, disse.
Ele disse que é preciso estar atento às campanhas contrárias por ONG (Organizações Não-Governamentais) para que não se caia em um lobby negativo, desenvolvido pelas empresas de defensivos que, com medo de perder mercado as subsidiam. Na opinião dele a resistência em relação aos transgênicos ocorre porque a patente da soja está nas mãos de uma multinacional, a Monsanto.
A reunião também foi espaço para que produtores manifestassem indignação em relação à burocracia e morosidade do governo na aprovação de uma legislação em relação aos transgênicos. O pecuarista e produtor de soja e milho, Antônio de Moraes, se levantou e reclamou de estar competindo em desvantagens gastando 2/3 a mais do que gastaria se usasse produtos geneticamente modificados. “Eu não planto e estou me sentindo prejudicado. È sabido que na próxima safra, a 2004/05 os transgênicos vão chegar aqui”, declarou. A noite foi encerrada com um jantar servido pela Acrissul e marca a retomada de reuniões-jantar que passam a acontecer mensalmente, segundo o diretor da entidade, Loacir Silva.
O presidente da Aprossul (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso do Sul), Carmélio Romando Roos disse que a introdução do produto transgênicos é uma questão de competitividade, já que eles reduzem sensivelmente os custos de produção, especialmente de algodão, que tem uma dependência muito forte de defensivos agrícolas. Em relação à produtividade, disse, algumas variedades tradicionais têm até melhores resultados. “A diferença é nos custos. Estamos perdendo competitividade”, disse.
Ele disse que é preciso estar atento às campanhas contrárias por ONG (Organizações Não-Governamentais) para que não se caia em um lobby negativo, desenvolvido pelas empresas de defensivos que, com medo de perder mercado as subsidiam. Na opinião dele a resistência em relação aos transgênicos ocorre porque a patente da soja está nas mãos de uma multinacional, a Monsanto.
A reunião também foi espaço para que produtores manifestassem indignação em relação à burocracia e morosidade do governo na aprovação de uma legislação em relação aos transgênicos. O pecuarista e produtor de soja e milho, Antônio de Moraes, se levantou e reclamou de estar competindo em desvantagens gastando 2/3 a mais do que gastaria se usasse produtos geneticamente modificados. “Eu não planto e estou me sentindo prejudicado. È sabido que na próxima safra, a 2004/05 os transgênicos vão chegar aqui”, declarou. A noite foi encerrada com um jantar servido pela Acrissul e marca a retomada de reuniões-jantar que passam a acontecer mensalmente, segundo o diretor da entidade, Loacir Silva.
Fonte: MS Notícias




