09/12/2003 14h56 – Atualizado em 09/12/2003 14h56
Apesar da má campanha, a Seleção Brasileira sub-20 venceu a Eslováquia na prorrogação e evitou um vexame histórico de ficar de fora das quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez na história. No tempo normal, o jogo acabou 1 a 1.
O Brasil, tricampeão da competição, agora enfrenta o Japão, que venceu a Coréia do Sul, pelas quartas de final.
Nas 13 edições anteriores, o Brasil chegou, no mínimo, às quartas-de-final (em 1979 o time não jogou). Com três títulos (México-1983, União Soviética-1985 e Austrália-1993), a Seleção só perde para a Argentina, tetra.
A Eslováquia abriu o placar com Sebo, aos 15min do segundo tempo, de cabeça e sem marcação. O Brasil conseguiu o empate só aos 37min, com Dudu, num chute rasteiro dentro da área. Dudu, novamente, marcou o gol de ouro.
O time de Marcos Paquetá entrou em campo com três mudanças em relação ao jogo passado. Jefferson no lugar de Fernando Henrique; Adriano assumiu de volta a lateral-esquerda e Jardel foi barrado para a entrada do meia Carlos Alberto.
O resultado das alterações foi uma equipe ofensiva no começo do jogo, deixando a Eslováquia toda no campo de defesa. A primeira chance brasileira apareceu com Alcides, depois de uma cobrança de escanteio, em que a zaga tirou na linha.
Aos poucos, os eslovacos foram dominando o meio-campo e saindo para o ataque. Aos 39min da primeira etapa, o atacante Ivana teve a melhor chance: ele puxou da direita para o meio da entrada da área e chutou forte. Jefferson conseguiu uma bela defesa.
O segundo tempo começou bem parecido com a primeira etapa, com o Brasil no ataque e a Eslováquia recuada. Aos 12min, a Eslováquia fez sua primeira mudança. Sebo, atacante, entrou no lugar do meio-campo Brusko. E foi Sebo que marcou de cabeça.
Com um time afobado em campo, Marcos Paquetá trocou Nilmar por Dagoberto, que fez sua estréia no torneio e Juninho por Andrezinho.
As mudanças deram certo. Juninho acertou o passe da Seleção, mas as finalizações continuavam ruins. Aos 37min, Dudu chutou rasteiro e conseguiu o empate.
Apesar da pressão, o Brasil não virou o placar e teve que se contentar com o gol de ouro.
Na prorrogação, a equipe de Paquetá estava com um o jogador depois da expulsão de Kopunek por dar soco em Juninho.
Fonte:Dourados News




