21/07/2004 15h38 – Atualizado em 21/07/2004 15h38
A atacante Mari, de 20 anos, será lançada no Grand Prix amanhã, às 6h30m (de Brasília, com transmissão do Sportv), quando o Brasil vai enfrentar o Japão, na terceira etapa do torneio, em Jeju, na Coréia do Sul. As japonesas serão também as primeiras rivais do Brasil em Atenas. Mari aposta no Brasil como candidato a medalhas no Grand Prix e nas Olimpíadas. “Temos a chance de brigar de igual para igual com qualquer seleção. Aposto que temos condições de ganhar dois ouros nestas duas competições”, ressaltou a atleta, por e-mail.
BRIGA BOA
Mari foi guardada até agora, depois de ter assistido às duas etapas anteriores do Grand Prix, nas quais o Brasil, invicto, assegurou vaga na final, em Roma. “No Grand Prix, o técnico José Roberto Guimarães definirá o grupo que irá a Atenas. Para ficar, preciso ter boa atuação nas horas decisivas.”
Mari é uma das quatro opostas que disputam três ou duas vagas nas Olimpíadas, junto com Leila e Elisângela (medalhistas olímpicas) e Bia, que foi à Copa do Mundo-2003. Segundo a jogadora, apesar dessa disputa, todas se dão bem. Mari vive um momento especial com a camisa da seleção brasileira: “Estou aprendendo muitas coisas com o Zé. Primeiro, a nunca desistir de nada e correr sempre atrás dos meus objetivos. A seleção é muito diferente do clube. Aqui, além da pressão pelas vitórias, há a briga por uma vaga entre as 12 que vão a Atenas. Este time é tão bom que tem até disputa para saber quem ficará no banco.”
A jogadora diz que a tranqüilidade é um dom natural: “Sempre fui assim, sossegada, tranqüila. Acho que é de família. Não faço trabalho psicológico. Sou assim mesmo.”
Fonte:Costa Rica News





