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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Corinthians é condenado a pagar médico na Justiça

30/03/2005 14h04 – Atualizado em 30/03/2005 14h04

Terra

O Corinthians foi condenado a pagar uma indenização de R$ 1,2 milhão ao médico Joaquim Grava pelas horas extras e prêmios que não foram pagos ao ex-funcionário durante os últimos cinco anos de trabalho no Parque São Jorge.
A decisão foi do juiz Carlos Roberto Ferraz Silva, da 44ª Vara da Justiça do Trabalho de São Paulo, e o montante pode chegar a até R$ 5 milhões, já que haverá ainda os cálculos das verbas deferidas na sentença.

Caso o clube não cumpra a determinação, Grava poderá pedir a penhora dos bens particulares do presidente do Corinthians, Alberto Dualib, ou os direitos federativos que o clube possui sobre Carlos Tevez.

No ano passado, o Corinthians propôs um acordo ao médico, mas as partes não chegaram a um acordo.

“O clube desprezou o acerto entre as duas partes e agora terá que arcar com esta indenização”, afirmou o advogado de Grava, Ricardo Innocenti, que disse ainda que o montante oferecido pelo Corinthians foi de R$ 20 mil.

O outro lado

O advogado do clube, Diógenes Pimentel, negou que valor proposto para um acordo fosse de R$ 20 mil. “A proposta era muito maior, de mais de R$ 200 mil”, afirmou ele ao Terra Esportes.

Ainda de acordo com Diógenes, o clube vai recorrer da sentença na qual está sendo condenado a pagar, além das horas extras, a diferença de aviso-prévio, feriados trabalhados em dobro e diferenças de férias, 13º salário, FGTS e integração dos “bichos”.

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