26/04/2005 09h34 – Atualizado em 26/04/2005 09h34
Lancepress
O Vasco decidiu partir para a briga contra o Brasiliense no tapetão. Por ordem do presidente Eurico Miranda, o clube vai tentar ganhar os pontos da partida contra o clube do Distrito Federal ou requerer a realização de um novo jogo. O Vasco procura uma brecha no regulamento para ter sucesso no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), que deve receber ainda nesta terça-feira a denúncia da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). O jogo entre Vasco e Brasiliense deveria ser realizado com portões fechados, já que o clube foi punido com a perda de mando de campo no ano passado. A pena ocorreu porque dois torcedores invadiram o gramado do Estádio Serejão, no dia 4 de dezembro de 2004, numa partida contra o Fortaleza, pelo Brasileiro da Série B. A competição terminou em seguida e o clube não cumpriu a pena, que passou para este ano. Segundo o novo Regulamento Geral das Competições da CBF, além de jogar em um outro estádio, o clube punido deve atuar com os portões fechados, sem a presença da torcida. Mas de posse de uma liminar, o Brasiliense colocou ingressos à venda e enfrentou o Vasco, no Estádio Mané Garricha, com a presença de torcedores. Wilson de Souza Mendonça, árbitro da partida, relatou na súmula entregue na tarde de segunda-feira à CBF que o jogo entre Brasiliense e Vasco foi realizado com a presença de torcedores. O árbitro ainda estimou que o público presente no estádio foi de cerca de 27 mil pessoas. O departamento jurídico do Vasco não quis dar detalhes de como será a estratégia do clube. O advogado e presidente do Conselho Deliberativo do Vasco, João Carlos Gomes Ferreira, cuidará do caso.





