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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Palmeiras joga na Venezuela para seguir na Libertadores

01/02/2006 11h21 – Atualizado em 01/02/2006 11h21

Dourados News

O Palmeiras enfrenta hoje, o Deportivo Táchira atrás da vaga na fase de grupos da Libertadores e pode sair da Venezuela com um recorde. Desde 1972, a equipe não iniciava uma temporada com tantas vitórias em jogos oficiais.Se vencer em San Cristóbal, o time de Emerson Leão, que já tem seis vitórias, pode completar o melhor início de temporada dos últimos 34 anos. À época, Leão era o goleiro da equipe, em que cintilava a estrela Ademir.Em 1975, o Palmeiras conseguiu sete vitórias consecutivas no começo da temporada, mas essa conta envolve amistosos e torneios não-oficiais.A fraqueza do adversário, perceptível no triunfo palmeirense da última quarta (2 a 0), é um convite à quebra da marca. Para o atacante Edmundo, o Táchira estará ainda mais frágil.”Eles vão se expor mais. Em São Paulo, eles vieram sabendo que seria difícil ganhar. Podemos tirar proveito agora porque eles vão sair mais”, afirmou o veterano, que fará dupla com Washington.Para se classificar, o Palmeiras pode perder por um gol de diferença, ou até por dois, desde que marque um na casa do rival. Um 2 a 0 do Táchira leva aos pênaltis.A única dúvida é sobre as condições da equipe, já que a programação de viagem foi retardada em um dia por problemas no vôo palmeirense para Caracas. A equipe faria treinos em Valência, mas teve que reordenar sua preparação para o jogo.Do lado venezuelano, o técnico Manuel Plasencia demonstra respeito, mas se agarra às chances. “Não tenho dúvidas, a equipe está pronta e definida. Nós sabemos que são dois gols contra um time grande como o Palmeiras”, disse o treinador. “Temos que evitar que eles marquem um gol cedo, esse é o único problema.”O técnico demonstrou irritação com o ex-são-paulino Rondón, na primeira partida. “Ele teve um par de oportunidades claras que não pôde aproveitar”, admitiu.O time que se classificar vai integrar o Grupo 7 da Libertadores, ao lado de Rosario Central (Argentina), Nacional de Medellín (COL) e Cerro Porteño (PAR).

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