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terça-feira, 12 de maio de 2026

Chamado de gay, paraguaio processa jornalistas

28/12/2006 14h18 – Atualizado em 28/12/2006 14h18

Globo Esporte

O meio-campista paraguaio Roberto Acuña, jogador do Rosario Central, processou por calúnia e difamação dois jornalistas que afirmaram que ele é homossexual. De acordo com a agência Ansa, os jornalistas são Richard Ferreira, das rádios RGS e Assunção, e Pablo Fontirroig, do Canal 4 Telefuturo, que, ao comentarem o recente seqüestro da filha de Acuña, afirmaram que o crime seria vingança de um amante homossexual do jogador paraguaio.

 

A menina, nascida há 45 dias, foi seqüestrada da casa de Acuña sem que as fechaduras das portas fossem forçadas. Enquanto o jogador dormia, sua esposa era rendida e amarrada. O bebê foi abandonado horas depois em frente a outra casa, a 20 quadras da residência de Acuña. Em uma conversa entre os dois jornalistas no programa de televisão “Tale Show”, apresentado por Fontirroig, Ferreira afirmou que, segundo investigações da polícia, o seqüestro tinha sido cometido “por um amante de Acuña quando ele jogava na Espanha”.

Posteriormente, esteve no mesmo programa o conhecido “stripper” Derlis Duarte, que disse ter ganhado um carro de um amigo jogador de futebol, sem revelar o nome do benfeitor.

Rafael Fernández, advogado de Acuña, disse que as afirmações feitas no programa “Tale Show” denegriram a reputação do jogador paraguaio.

Acuña, que fez parte da seleção paraguaia nos últimos três mundiais, jogava no Deportivo La Coruña antes de ser vendido ao Rosario Central.

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