27/06/2007 11h19 – Atualizado em 27/06/2007 11h19
Agência Estado
Atuar com a camisa 10, a mesma de Pelé, Zico, Ronaldinho Gaúcho e até mais recentemente à disposição de Kaká, é motivo de orgulho para Diego, o jogador que trocou o Santos para conquistar o futebol alemão. “É uma camisa diferenciada, com certeza, e eu me sinto bem, tenho intimidade com ela. E não sinto peso nenhum ao vesti-la. O jogador não esconde a ansiedade pela estréia na Copa América e disse que não vê a hora de entrar em campo, para enfrentar o México. Ao lado de Robinho, o mais badalado da seleção na Venezuela, o meia do Werder Bremen desconsiderou opinião de parte da imprensa local, segundo a qual o futebol brasileiro no torneio é uma incógnita. “Estamos vindo mais uma vez como favoritos, pela força e tradição do Brasil. Diego disse que aos poucos a seleção vai melhorar na competição e que o peso do primeiro jogo deve passar logo nos minutos iniciais da partida contra o México. “O adversário é muito forte e vem disposto a vencer para depois tentar se classificar em primeiro lugar no Grupo B.





