23/10/2007 09h54 – Atualizado em 23/10/2007 09h54
Terra
A conversa aconteceu no vestiário do Corinthians no estádio dos Aflitos, em Recife, logo depois da derrota para o Náutico (0 a 1). Segundo o vice-presidente de futebol Antoine Gebran, os atletas fizeram a roda de oração e prometeram “mais agressividade e luta”, já a partir do jogo deste domingo diante do Figueirense. O clube convenceu a prefeitura de São Paulo a adiar a reforma do estádio do Pacaembu. Por isso, vai mandar seus jogos em casa contra o Figueirense e Atlético Paranaense neste local. Mas o último jogo como mandante – contra o Vasco da Gama, dia 25 de novembro, ainda não tem local definido. Mesmo com a disposição dos atletas em correr dobrado e pressionar os adversários, existe o temor de confronto com a torcida corintiana. “Vamos estudar a melhor opção neste jogo contra o Vasco”, disse Gebran. O Pacaembu é considerado pelos corintianos a sua casa. Mas espisódios recentes mostraram que os torcedores têm facilidade de invadir o gramado e mesmo derrubar o alambrado, como aconteceu na derrota para o River Plate, na Libertadores de 2006. Até o dia 25 do mês que vem, o técnico Nelsinho Baptista espera que o time tenha conseguido, pelo menos, três das quatro vitórias que poderão livrar o Corinthians do rebaixamento. A conversa dos jogadores ainda no vestiário dos Aflitos serviu também para amenizar a pressão sobre o meia Aílton, que cometeu o pênalti no final do jogo contra o Náutico. Por isso, na chegada a São Paulo ontem, os companheiros tiraram de Aílton o peso de ter sido culpado pelo gol dos pernambucanos.




