08/01/2008 11h00 – Atualizado em 08/01/2008 11h00
Globo Esporte
A camisa 10 do Corinthians está órfã desde que o meia William foi negociado para o Shakthar Donetsk, da Ucrânia, em meados de 2007. Mas não será o atacante Acosta, principal contratação do Timão até o momento para a temporada 2008, quem vai usá-la. Mas não é porque o Timão não quer dar a ele a camisa que já foi de Rivelino e Neto. Acosta disse não para a 10. Ele quer usar a 25, seu número da sorte. – Eles (do Corinthians) falaram para eu usar a 10, mas eu pedi para jogar com a 25. É o meu número da sorte. Agora não sei se vão deixar – conta Acosta. A reportagem apurou que o Corinthians vai entregar a ele a 25 e, por enquanto, a 10 deve ficar com o garoto Lulinha. A numeração ainda não divulgada oficialmente. Acosta gosta do número 25, porque foi com ele que marcou gols no Penãrol, quando defendeu o grande de Montevidéu, no Uruguai, antes de acertar com o Náutico. – Eu jogava com a 15 e não estava em uma boa fase. Por causa de uma mudança de elenco, comecei a usar a 25 e passei a marcar muitos gols. Depois desse dia só fiquei com ela e adotei como número da sorte – diz Acosta. Ele tatuou o número em seu pulso direito. No total, o uruguaio de 30 anos tem 14 tatuagens, entre elas três em homenagens a seus três filhos. No Náutico, Acosta começou com a 8, mas pediu e a diretoria o autorizou a jogar com a 25. Como ele foi o vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 19 gols (um a menos do que Josiel, do Paraná), não a tirou mais. – O pessoal do Náutico viu que adiantava – conta Acosta, que agora briga com o time pernambucano por ter assinado uma renovação de contrato que, na visão dos procuradores do atleta, não vale mais. Agora ele acertou com o Corinthians até o final do ano e o Náutico quer R$ 500 mil. O problema pode parar na Justiça Desportiva, mas o Timão garante que Acosta estréia no Paulista, dia 17 de janeiro, contra o Guarani.






