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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Justiça nega pedido de habeas corpus de Joice Espíndola

26/09/2018 16h57

Cabeleireira acusada de matar vendedor com uma facada teve o pedido de revogação de prisão preventiva negado por unanimidade pela 5ª Turma do STJ

Gisele Berto

O Ministério Público do MS pediu e a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu negar, por unanimidade, em sentença divulgada hoje, o pedido de revogação da prisão preventiva da cabeleireira Joice Espíndola da Silva, acusada de matar o vendedor Camilo de Freitas da Silva no dia 20 de maio.

Desta forma, a acusada continua presa preventivamente pelos crimes de homicídio qualificado com pelo motivo torpe e de corrupção de menores.

Na sentença, o Ministério Público alega que “os indícios de autoria também restaram demonstrados, conforme se extrai pelos depoimentos colhidos pela autoridade policial” e que “a prova da existência do crime restou devidamente comprovada”.

O CRIME

A cabeleireira Joice Espíndola foi acusada de matar a facada o vendedor Camilo de Freitas da Silva, de 28 anos, em 20 de maio, quando discutia com sua esposa na rua.

Ao ver Camilo e a esposa se desentendendo, Joice, que estava em uma caminhonete, acompanhada do filho adolescente, desceu para defender a vítima de Camilo.

Mãe e filho acabaram brigando com o vendedor. A mulher alcançou uma faca no carro e acertou um golpe no peito de Camilo, que morreu antes de ser socorrido.

Cabeleireira foi condenada por matar um vendedor em Três Lagoas em maio. Foto: Divulgação/WhatsApp

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