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domingo, 19 de julho de 2026

Para Fiems, agroindústria do Estado vai avançar com Tereza Cristina como ministra

09/11/2018 13h45

A Federação acredita que, com o conhecimento que a parlamentar tem de MS, a região será mais valorizada pelo Planalto

Redação

A Fiems vê com bons olhos a indicação da deputada federal reeleita Tereza Cristina, representante da bancada federal sul-mato-grossense na Câmara dos Deputados, para assumir o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

De acordo com comunicado enviado pela entidade, diante das prioridades da pasta, apontadas pela deputada federal nesta sexta-feira (9), durante coletiva de imprensa na sede da Famasul, em Campo Grande (MS), o clima é de otimismo e de que o setor produtivo local como um todo será beneficiado.

“A Fiems está muito satisfeita com a indicação de Tereza Cristina ao Ministério da Agricultura por ser uma profunda conhecedora da agroindústria de Mato Grosso do Sul. O Brasil passa por um momento muito importante, há uma série de desafios a serem cumpridos, reformas a serem votadas, de forma a ser gerado um ambiente melhor para os investimentos, para a retomada do crescimento”, avaliou o diretor da Fiems, Roberto Hollanda, que também é presidente da entidade que representa os produtores de bioenergia do Estado, a Biosul.

Depois de ouvir da futura ministra algumas prioridades já estabelecidas pelo presidente Jair Bolsonaro, como a segurança jurídica e a criação de um ambiente que favoreça a atração de novos investimentos e reduza a burocracia, Roberto Hollanda reforça não ter dúvidas de que o presidente eleito fez uma boa escolha. “Não temos dúvidas de que a indicação da Tereza será uma oportunidade para desenvolver a indústria de Mato Grosso do Sul e do país como um todo”, concluiu.

A deputada federal afirmou que, após uma breve reunião com Bolsonaro, estabeleceu algumas pautas prioritárias e que, a partir da semana que vem, começará o processo de transição em conjunto com o atual titular da Agricultura, o ministro Blairo Maggi. “Precisamos melhorar a logística de escoamento, reduzindo preços e abrindo mercados para que o Brasil seja mais competitivo no exterior. Nosso objetivo será facilitar e criar um ambiente favorável de negócios”, assegurou.

Tereza Cristina foi eleita deputada federal pela primeira vez em 2014 e, em fevereiro deste ano, assumiu a presidência da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), que indicou o nome dela a Bolsonaro para assumir a pasta da Agricultura. Foi diretora da Famasul e superintendente do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) em Mato Grosso do sul. Foi secretaria de Desenvolvimento Agrário, da Produção, Indústria, Comércio e Turismo de Mato Grosso do Sul.

A futura ministra da Agricultura, deputada reeleita Tereza Cristina, com membros da FIEMS. Foto: Divulgação

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