A decisão dos Estados Unidos confirma a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, mas também estabelece uma lista com aproximadamente 2.000 exceções.
No caso do setor florestal, a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE Florestas) ainda está analisando cuidadosamente os anexos da decisão para confirmar exatamente quais produtos de madeira foram efetivamente excluídos da medida.
A classificação tarifária é bastante complexa e qualquer conclusão precipitada pode levar a interpretações equivocadas. Por isso, a APRE Florestas está fazendo uma análise técnica detalhada antes de se posicionar de forma definitiva.
“Neste momento, nossa mensagem é de cautela. Há indícios de que alguns produtos de madeira possam ter sido contemplados pelas exceções, mas ainda precisamos confirmar essa interpretação e entender o alcance dessas isenções para toda a cadeia produtiva”, afirma Fabio Brun, presidente da APRE Florestas.
Assim que essa análise for concluída, é possível ter condições de avaliar com maior precisão os impactos para o setor florestal paranaense e orientar as empresas com segurança. Até lá, o mais importante é evitar conclusões antecipadas e trabalhar com base no texto oficial da decisão.




