10/09/2003 14h06 – Atualizado em 10/09/2003 14h06
Dentre as principais causas mortis no Brasil, as doenças cardiovasculares lideram os índices com 26%. Neste aspecto, os fatores de risco apresentam como principais causas a hipertensão arterial, diabetes, colesterol e obesidade. Todos esses males podem ser evitados e tratados com prevenção.
O segundo fator que mais mata no Brasil são os externos, chamados de traumas, com índices de 13%. Entre eles, 34% são homicídios e 31% representam acidentes de trânsito, seguidos por queimaduras, envenenamentos, suicídios e afogamentos. Baseando-se nesses dados, nota-se que medicina preventiva e ações para a segurança no trânsito devem ser as prioridades dos governantes.
As péssimas condições da maioria das estradas de rodagem em toda extensão nacional, mal sinalizadas, sem acostamento e esburacadas, continuam motivando altos índices de mortalidade e de pessoas seqüeladas, impedidas de desenvolverem temporariamente suas atividades cotidianas.
Por outro lado temos os homicídios tomando proporções alarmantes. As drogas (principalmente o álcool), são os principais responsáveis por estas tragédias. Os custos devidos às conseqüências do trauma levam a perdas de produção, danos materiais, necessidade de atendimento pré-hospitalar e médico.
Estatísticas mostram que, em um ano, cerca de dois milhões de pessoas foram hospitalizadas por trauma, e seis milhões ficam incapacitados temporariamente em nosso país em decorrência de fatores externos. Já o câncer aparece como terceiro nas estatísticas de causas mortis (12%), sendo importante o trabalho organizado de prevenção, através de campanhas e programas educativos.
As informações citadas e os dados epidemiológicos são de fundamental importância para que as autoridades desenvolvam estratégias de preservação da saúde da população, contribuindo para garantir melhor qualidade de vida.
Fonte: Portal Unimeds com informações da Unimed Jaú



