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quinta-feira, 9 de julho de 2026

União quer explicação sobre custo elevado de presídio

08/09/2003 10h28 – Atualizado em 08/09/2003 10h28

O governo federal determinou que a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul) explique a estimativa de preço 17% maior que o valor mensurado pelo Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) nas obras do Presídio Provisório de Trânsito de Campo Grande.

A decisão é de 27 de agosto último mas foi publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira. A União quer que a Agesul adote providências junto à empresa Coplan (Construções, Planejamento, Indústria e Comércio Ltda) para obter o “ressarcimento dos valores indevidamente pagos à contratada decorrentes da inclusão”, em planilha contratual, de serviços de concreto estrutural com betoneira em substituição aos serviços de concreto estrutural usinado e bombeado.

Também foi determinado que a Secretaria de Justiça e Segurança Pública adote providências para agilizar a licença ambiental para obras de reforma da Colônia Penal Agrícola de Campo Grande, construção do Presídio Provisório de Campo Grande, construção do Estabelecimento Penal de Segurança Média de Três Lagoas e construção da estação de tratamento de esgoto do Estabelecimento Penal de Segurança Máxima de Campo Grande.

O prazo para isso é de 30 dias. Nesse mesmo período o governo terá de enviar o documento de comprobatório do cumprimento das exigências

Fonte:Campo Grande News

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