21/08/2003 14h05 – Atualizado em 21/08/2003 14h05
BRASÍLIA – Após uma reunião demorada, o deputado Luiz Eduardo Greenhalg (PT-SP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o secretário-geral da Mesa, Mozart Viana, e o presidente da Câmara, João Paulo Cunha, concluíram na tarde desta quinta-feira que não é possível levar a votação da reforma tributária diretamente para o plenário porque isso significaria “passar por cima” da comissão especial, já que ainda faltam 17 sessões na comissão para discutir a reforma. A decisão foi tomada após inúmeras trocas de telefonemas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Casa Civil, José Dirceu.
João Paulo Cunha informou agora que a comissão especial deverá se reunir amanhã ou na segunda-feira para votar o relatório. Segundo ele, qualquer decisão de avocar o plenário “passaria por cima do regimento”.
Fonte: Globo News




