15/08/2003 14h55 – Atualizado em 15/08/2003 14h55
SÃO PAULO – O dólar comercial se mantém em baixa moderada nesta tarde, com o volume de negócios bastante reduzido no mercado interbancário. Às 15h41m, a moeda americana era cotada a R$ 2,99 na compra e R$ 2,993 na venda, com recuo de 0,53%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para liquidação em setembro está em R$ 3,019, com baixa de 0,65%.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) mantém a tendência de alta nesta tarde, dando continuidade ao movimento da manhã. Às 14h40m, o Índice Bovespa tinha 13.902 pontos, com valorização de 0,65%. O volume financeiro era de R$ 439,9 milhões.
O blecaute nos Estados Unidos reduziu o volume de negócios naquele país e refletiu também aqui, com uma participação menor de instituições financeiras. Sem notícias novas, a cotação recua desde o período da manhã, num ajuste às altas do decorrer da semana. As discussões nas mesas de câmbio se concentram agora na questão dos juros básicos da economia, já que o Comitê de Política Monetária (Copom) define na quarta-fera sobre o assunto.
Nos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os juros futuros operam em queda generalizada, à espera de um corte entre 1,5 e 2 pontos na taxa, hoje de 24,5% ao ano. O Depósito Interfinanceiro (DI) de setembro, que projeta os juros de agosto, está em 23,24% ao ano, contra 23,28% do fechamento de ontem.
A expectativa de queda dos juros anima o mercado de ações. Na Bovespa, este é o sétimo pregão consecutivo de alta. Telemar PN, ação mais importante da bolsa, tem alta de 2,11%. A ação preferencial da Telemar é afetada pela disputa de investidores em torno do vencimento do mercado de opções, na próxima segunda-feira. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas são de Braskem PNA (+4,4%) e Cesp PN (+3,4%).
RISCO – Os índices que medem a percepção de risco Brasil voltaram a apresentar tendência de melhora. Por volta das 14h20m, segundo o J.P. Morgan, o Embi+ do país estava em 785 pontos, com queda de 0,13% em relação ao fechamento de ontem. O C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, praticamente não registra negócios. A cotação mais recente é de 87,38% de seu valor de face, equivalente a valorização de 0,42%.
Fonte: GloboNews



