12/08/2003 17h11 – Atualizado em 12/08/2003 17h11
A aprovação do atual texto da reforma previdenciária reduziria o déficit previdenciário de Mato Grosso do Sul em 20%, de R$ 6 milhões, para R$ 4,8 milhões, segundo estimativa do secretário de Gestão, Ronaldo Franco.
Segundo ele, a maior economia seria com a receita da taxação de inativos, que somaria R$ 500 mil ao mês ao Estado. A cobrança de alíquota única, de 11% ao invés dos atuais 10% aplicados pelo governo de Mato Grosso do Sul somaria outros R$ 400 mil e a redução salarial R$ 300 mil.
Hoje, afirma Franco, o governo Estadual repassa R$ 6 milhões obrigatórios ao Fundo Previdenciário, o MSPrev, são recolhidos R$ 3 milhões aplicando os 10% sobre a folha de R$ 30 milhões de todos os servidores, enquanto que o pagamento de inativos demanda R$ 15 milhões, ou seja, o governo tem de complementar mensalmente com R$ 6 milhões.
A reforma, afirma Franco, também promover economia porque o trabalhador vai levar mais tempo para se desligar o que significa economia com novas contratações durante esse período. “O déficit continuará mas essas medidas impedem que haja um estouro na conta previdenciária”, avalia.
Fonte: Campo Grande news



