22/05/2003 16h39 – Atualizado em 22/05/2003 16h39
Apenas 40% dos motoentregadores que atuam em Campo Grande renovaram o alvará municipal este ano, segundo o presidente do Sindicato que representa a categoria, Luiz Carlos Escobar. De 510 motoentregadores só estão regulares 200, que renovaram o alvará até o prazo final, em abril. “A categoria só foi criada para recolhimento de impostos, não temos benefícios”, afirma Escobar, explicando que o restante está à espera da aprovação de projeto substitutivo que inclua benefícios como limitação de alvarás.
Projeto de motoentregadores é retirado de votação:
O projeto que estabelece mudanças para a categoria de motoentregadores em Campo Grande foi retirado de votação na sessão de hoje da Câmara Municipal porque a categoria não concordou com o texto apresentado. Segundo o presidente do sindicato que representa o setor, Luiz Carlos Escobar, o texto não contemplam os principais pleitos da categoria. Um deles é de limitar a quantidade de alvarás concedidos para 400, outro estabelece a possibilidade da utilização da moto para passeios aos fins de semana, fora de expediente e um terceiro é o pleito pelo fim do pagamento do seguro, considerando que os veículos são usados para entrega. Amanhã às 10 horas um grupo de motoentregadores, junto da vereadora Tereza Name, estará reunido com o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Trânsito), Tereza Name, para discutir os pontos reivindicados e há possibilidade de o projeto voltar para votação em regime de urgência na sessão de terça-feira próxima.




