11/04/2003 15h26 – Atualizado em 11/04/2003 15h26
SÃO PAULO – O dólar comercial acelerou o ritmo e registra em queda superior a 1% nesta tarde, influenciado pelo C-Bond, que opera nas máximas do dia. Às 15h35m, a moeda americana era negociada a R$ 3,204 na compra e R$ 3,206 na venda, na mínima do dia, com desvalorização de 1,32%. Já a Bovespa acelerou o ritmo de alta nesta tarde, apesar do fraco desempenho das bolsas americanas. Seguindo a queda do dólar e a disparada do C-Bond, o Índice Bovespa marcava, às 15h49m, alta de 1,06%, aos 11.715 pontos. O volume financeiro total na bolsa era de R$ 326,8 milhões.
Assim como ocorreu no mercado de câmbio, a Bovespa teve três dias de realização de lucros, mas sem indicar mudança de tendência. Segundo analistas, o aumento do fluxo de recursos para o mercado de renda variável deve absorver as ordens de venda de ações. Com o dólar e o risco-país em baixa, a expectativa é de manutenção do fluxo de recursos de estrangeiros na bolsa.
Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas nesta tarde são de Klabin PN (+7,7%) e Usiminas PNA (+7,6%). Já as maiores quedas são de Tele Centro Oeste PN (-2,5%) e Vale do Rio Doce ON (-2,1%).
RISCO – Os principais indicadores que medem a percepção de risco Brasil apresentam forte tendência de melhora nesta tarde de sexta-feira. Às 15h25m, segundo o Valor Online, o Embi+ do país estava em 926 pontos, o equivalente a uma queda de 4,04%.
No mesmo horário, o C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, registrava valorização de 1,70%, sendo negociado nos mercados internacionais a 83,26% de seu valor de face.
CÂMBIO – Após três dias de ajustes, hoje as tesourarias bancárias reduziram as compras, abrindo espaço para os ingressos do comércio exterior e as captações externas, que continuam a ocorrer. A sexta-feira é de poucas notícias, o que acabou levando as atenções do mercado ao cenário externo. As bolsas americanas operam com volatilidade, com os investidores divididos entre indicadores positivos e incertezas do período pós-guerra. O sucesso da invasão anglo-americana ao Iraque elevou a confiança dos consumidores na economia do país, mas não dissipou os temores de recessão.
O dólar paralelo negociado em São Paulo fechou em alta de 0,61%, cotado a R$ 3,24 na compra e R$ 3,29 na venda. No Rio, o document.write Chr(39)document.write Chr(39)blackdocument.write Chr(39)document.write Chr(39) teve alta de 1,51%, valendo R$ 3,20 na compra e R$ 3,35 na venda. A alta do paralelo refletiu hoje a valorização do dólar à vista ontem. Já o dólar turismo terminou o dia estável, a R$ 3,16 e R$ 3,29 na compra e venda, respectivamente.
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), as projeções dos juros abandonaram a cautela que caracterizou os negócios da manhã e agora recuam. O Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2004, o mais negociado, está em 25,80% ao ano, contra 26,03% do fechamento de ontem. O DI de julho deste ano opera estável, a 26,19% anuais.




