12/11/2002 14h07 – Atualizado em 12/11/2002 14h07
BRASÍLIA – O líder do PT na Câmara , João Paulo Cunha (PT-SP), afirmou há pouco que a bancada está estudando a possibilidade de rejeitar a Medida Provisória número 45, que trata dos servidores do Banco Central. De acordo com João Paulo, nesta MP contém uma centena de emendas que criariam uma document.write Chr(39)document.write Chr(39)colcha de retalhosdocument.write Chr(39)document.write Chr(39) negativa para a estrutura do BC.
Segundo o líder, seria transferido para o próximo governo a negociação dos gastos pendentes previstos na MP. Outro ponto que dificulta a votação da MP 45 é a polêmica em torno da MP 46 (Auditores da Receita Federal) que será votada esta semana no
Senado.
document.write Chr(39)document.write Chr(39)Um dos pontos da 46 tem correspondência com a 45document.write Chr(39)document.write Chr(39), declarou João Paulo, referindo-se à dúvida se a MP fere a Lei de Responsabilidade Fiscal por prever aumento de gastos 180 dias antes do término do mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. A tendência é que o partido aguarde o parecer da Casa Civil sobre a matéria para se posicionar sobre o assunto.
Em relação à questão do reajuste do salário mínimo João Paulo foi cauteloso não querendo informar se o acréscimo de R$ 10 bilhões decorrentes do aumento da inflação, seriam suficientes para garantir o reajuste do salário mínimo R$ 240,00. document.write Chr(39)document.write Chr(39)Se você aumenta a receita também aumenta a despesa. O que nós precisamos é encontrar uma fonte segura no orçamento para garantir os reajustes do salário mínimodocument.write Chr(39)document.write Chr(39).
Fonte: JB Online




