Pista está parcialmente interditada até a conclusão dos trabalhos do Corpo de Bombeiros e da Perícia Técnica da Polícia Civil de Três Lagoas
Mais uma vez, a BR-262, conhecida por motoristas como a “Rodovia da Morte” devido ao histórico de acidentes graves, voltou a registrar uma tragédia. No fim da tarde desta sexta-feira (10), uma colisão frontal entre um caminhão e um carro de passeio tirou a vida de um motorista, no KM 18, próximo a fazenda Rodeio, em Três Lagoas.
O acidente aconteceu por volta das 17h55, mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Perícia Técnica.
Segundo os bombeiros, ao chegarem ao local, encontraram o condutor do veículo de passeio sem vida, preso às ferragens. A violência do impacto destruiu grande parte do automóvel, tornando necessária a atuação das equipes especializadas para a remoção do corpo.
De acordo com o motorista do caminhão, que acionou o Corpo de Bombeiros, o carro de passeio teria invadido a pista contrária, provocando a colisão frontal. A versão apresentada será analisada pela Perícia Técnica, responsável por apontar as circunstâncias que levaram ao acidente.
Pista Parcialmente Interditada
Enquanto os trabalhos periciais são realizados, a BR-262 permanece parcialmente interditada, exigindo atenção redobrada dos motoristas que trafegavam pelo trecho.
As identidades dos envolvidos não foram divulgadas até o fechamento desta reportagem.
Histórico preocupante
Palco frequente de acidentes graves e fatais, a BR-262 ganhou entre muitos condutores o apelido de “Rodovia da Morte”, reflexo do elevado número de ocorrências registradas ao longo dos anos. O trecho que corta a região de Três Lagoas exige atenção constante dos motoristas, especialmente diante do intenso fluxo de veículos de passeio e caminhões que utilizam a rodovia diariamente.
A Polícia Civil e a Perícia Técnica irão esclarecer as circunstâncias da colisão. Enquanto a investigação busca apontar o que provocou mais essa tragédia, a BR-262 volta a entrar para as estatísticas de uma rodovia marcada por acidentes graves e vidas interrompidas de forma brutal.
Por: Pollyanna Eloy




