26/09/2006 16h07 – Atualizado em 26/09/2006 16h07
*Sueli Batista Damasceno-Professora e Poetisa. Mesmo não sendo historiadora, tenho grande paixão por essa ciência, pois a leitura da mesma é deveras objeto de transformação. Na questão histórica política então, é mister que relembremos fatos, já que estamos a poucos dias das eleições. Como brasileira que não foge a regra, ando fazendo comparações de governos anteriores e levantando várias conjecturas. Talvez por estar dentro de um contexto socioeconômico pouco privilegiado, me detenho nos gastos do governo Lula. Não me aterei aos dados desses gastos, pois a imprensa se encarrega muito bem disso.
Agora sendo sujeito de meu discurso, estou horrorizada com tanto esbanjamento do dinheiro público. Seria inteligente e até hilário comparar ficção com a vida real! Quem vamos comparar? Compararemos três ícones da história, usando o trinômio o passado, o futuro e o presente, imprescindível, para este momento tão oportuno, um da ficção será o Foguinho da novela global, depois vem Lula e por último Napoleão Bonaparte. Eles têm tudo em comum, provarei isso, tanto que chego a achar que o Foguinho existe, na vida real também, o Napoleão quando chegou ao poder transformou a França num caos, colocou a família dele inteira, no governo inclusive destronou um rei, para instalar parentes; gastava imensas fortunas com guloseimas e fazia o dispare de levar para as guerras tonéis de vinho do mais caro da época, sem contar que às vezes, abandonava muitos tonéis nos campos de batalha, tantas ele fez que perdeu a guerra! O Foguinho apronta tantas, que apesar de ser cômico é trágico, pois eu reporto esse contexto pra dentro do Palácio do Governo, pois é sabido que a primeira dama gasta cinqüenta e cinco mil reais com despesas pessoais! Acho que ela põe o ar condicionado central no último pra poder usar casacos de pele. É a vida imitando a arte ou vice e versa? Quantas crianças teriam escola com esse dinheiro? Sem falar na deficiência da escola pública, pois as verbas destinadas são repassadas ao bel prazer de quem é devido. Deixe-me confessar um segredo que não é de estado, quando o Lula foi eleito, pensei que as coisas iriam melhorar para os pobres e oprimidos, pois ele bem sabe o que é não ter dinheiro para pagar uma luz, comprar remédios, ou melhor, dizendo ter uma vida digna, sem tantas humilhações que não são poucas, caros leitores! Como professora de apenas um período, com filho acadêmico, sinto isso todo santo dia. Então concluo que o Napoleão lá na França, apesar de ser passado, o Foguinho na novela global, e o Lula com sua prole no Planalto, tem muita coisa em comum, transformaram coisa séria em uma verdadeira esbórnia, muito embora o Foguinho não seja governante, mas dirige uma grande empresa. Ah! Alguém conhece um empresário brasileiro que não tem caixa dois, pra não pagar imposto? Quantos têm sua vida empresarial transparente, como as águas de um ribeirão? Desculpem-me, senhores sou tão sonhadora, que chego poetizar! E entre um capítulo e outro, da história do mundo, os Napoleões, os Lulas e os Foguinhos, vão transformando esta vida num imenso fogaréu, e salve-se quem puder! Só tem um detalhe, o Napoleão deu no que deu, a novela do Foguinho vai acabar, e o Lula pelo andar da carruagem vai ser reeleito. Bem que o Ibama poderia multá-los por queimadas irregulares!Ou queimar dinheiro público não é crime? Uóuóóóóó… Chamem os bombeiros! Por favor!


