20/06/2017 07h18

Dizem que pessoas flagradas praticando atos ilícitos em Mato Grosso do Sul já estão no Paraguai para aguardar o desfecho a ser dado no caso. Isso pode demorar ou acontecer a qualquer momento. Tudo vai depender da agilidade da Justiça Federal, que ultimamente anda abarrotada de processos e de pedidos para serem apreciados. No entanto, mal sabem eles que do radar da PF nada escapa. Além disso, com a ajuda da Interpol pode-se trazer pessoas de qualquer parte do mundo.

Pá de cal

Depois que o empresário Joesley Batista reafirmou suas denúncias e chamou o presidente Michel Temer de ‘chefe da mais perigosa quadrilha do Brasil’, nada mais surpreende em se tratando da política nacional. Isso pode ser considerado o fundo do poço e difícil de alguém conseguir emergir em meio a esse lodaçal. Talvez esteja aí o surgimento de uma nova política, de novos nomes, de novas idéias e de mais vergonha na cara. Ninguém merece continuar com essa podridão.

Tensão

O foco de servidores estaduais e municipais está voltado para o aumento salarial pretendido por todas as categorias do funcionalismo público. Irredutíveis na proposta, eles não querem nem ouvir falar em crise ou coisa parecida. Lutam mesmo para ver aumentado os valores de seus proventos e ponto. Tanto o governo quanto a prefeitura da Capital devem abrir canais de negociação para evitarem uma greve que afete diretamente os serviços prestados à população.

Sumiço

A Assembleia Legislativa até que esteve bem representada na reunião agendada pelo presidente da Assomasul, Pedro Caravina, para discutir a extinção de zonas eleitorais em MS. Além do presidente da Mesa Diretora da Casa, Júnior Mochi (PMDB), participaram da reunião desta segunda (19), os deputados Beto Pereira (PSDB), Professor Rinaldo (PSDB), Paulo Corrêa (PR), Eduardo Rocha (PMDB) e Coronel David (PSC). Enquanto isso, apenas o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) veio de Brasília para o encontro.

Ressabiados

Presentes ao encontro da Assomasul, Eduardo Rocha e Coronel David parecem até que combinaram o discurso. Ambos se disseram preocupados mais com o eleitorado, cuja maioria anda desanimada em ir às urnas para votar diante do cenário de denúncias envolvendo várias lideranças políticas nacionais e estaduais. Rocha foi mais áspero ainda ao dizer que o eleitor hoje não quer andar nem 30 metros para votar imagine agora com essa decisão do TSE de transferir zonas eleitorais para cidades distantes.

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