25/04/2014 17h44 – Atualizado em 25/04/2014 17h44

Até o momento, investigação da Deaij aponta que situação foi consentida. Caso aconteceu em uma escola estadual de Campo Grande.

Da Redação

Investigações da Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e à Juventude (Deaij) sobre o suposto estupro a uma garota de 14 anos, que teria ocorrido em uma escola estadual de Campo Grande, apontam que não houve violência e que a ação foi consetida.

Após ouvir depoimentos e analisar imagens feitas pelo celular de um adolescente, o delegado Maércio Barboza, afirma. “Não houve pressão, nem emprego de violência ou grave ameaça. O vídeo e relatos indicam isso”.

Segundo a autoridade policial, pelas imagens é possível afirmar que a garota sabia que estava sendo filmada. Em depoimento à polícia, a menina negou o fato e afirmou que foi ameaçada e obrigada a fazer sexo oral no garoto de 13 anos.

Conforme o delegado, no vídeo também aparece uma menina de 13 anos fazendo sexo oral em um garoto da mesma idade. Os quatro envolvidos no caso foram ouvidos.

De acordo com Barboza, até o momento, a apuração aponta que os meninos e as meninas sabiam que estavam sendo filmados. O garoto que fez a filmagem e divulgou o vídeo vai responder pela divulgação das imagens, que ainda estão em análise. A tipificação da infração dos demais será definida pela Justiça.

O caso foi denunciado à polícia por uma mulher de 33 anos, mãe da menina de 14 anos, no dia 11 de abril. Segundo o delegado, a garota relatou que uma amiga dela disse que conhecia um garoto que queria “ficar” com ela. Ela foi ao local combinado e ele a teria ameaçado dizendo que se ela não praticasse sexo oral nele, seria agredida.

(*) Com informações G1 MS

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