Williams Araújo

RIGIDEZ

A Justiça Eleitoral já demonstrou que não vai tolerar atitudes que visem mudar o resultado das urnas nas eleições de outubro. Com ouvidos e olhos atentos para registrar as denúncias e tentar flagrar os crimes, os juízes têm atuado de forma dura para conter aqueles que insistem nessa prática.

Tanto na Capital quanto no interior, a fiscalização tem sido intensa.

Basta dizer que já tem funcionário público do sudoeste vendo o sol nascer quadrado.

PALANQUE FORTE

O candidato do PT ao Parque dos Poderes, Delcídio do Amaral, quer exorcizar alguns fantasmas que rondam sua candidatura com a presença do ex-presidente Lula em seu palanque. A data previamente agenda é o dia 9 de setembro, dois dias depois do feriado nacional.

Precavido, o petista quer se antecipar aos fatos e se consolidar na primeira colocação das intenções de voto até aqui, para tentar vencer a eleição no primeiro turno. Esta é sua meta.

SURPRESA

Uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pode surgir a qualquer momento para liberar ou acabar de vez com o sonho de Alcides Bernal (PP) de disputar vaga ao Senado. Sempre ocupando a segunda posição na corrida pelo cargo, conforme pesquisas, o progressista não desiste da ideia e aposta na sorte para manter-se vivo na competição.

No entanto, a aposta geral é que ele não vai conseguir seu intento devido à derrota sofrida na Câmara.

PROJEÇÃO

Pelo jeito, a advogada Tatiana Ujacow (Rede Sustentabilidade) não terá dificuldades para comandar a campanha de Marina Silva (PSB-AC) em solo sul-mato-grossense. Sem rejeição e ainda turbinada pela pesquisa, o nome da presidenciável está mais leve que pluma nas mãos de vedete.

Além de coordenar o projeto, cuja missão lhe foi dada pelo prefeito de Dourados, Murilo Zauith (PSB), Tatiana poderá se fortalecer com Marina caso ela se eleja presidente.

RAIO

A corrida presidencial ganhou novos contornos a partir da última pesquisa de intenção de votos. Apagada até bem pouco tempo na condição de vice, Marina Silva não só assumiu a titularidade da chapa, como também subiu feito um foguete na preferência do eleitorado brasileiro.

Intransigente com algumas questões, mas, certamente, maleável na manutenção do programa socialista, passou a ser a pedra na sandália de Dilma (PT) e no sapato de Aécio (PSDB).

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