11/04/2014 16h14 – Atualizado em 11/04/2014 16h14

Aline Sinnott, da Delegacia Especializada em Atendimento à Infância e a Juventude (Deaij), disse que o laudo do exame de corpo de delito feito no garoto de 10 anos confirma que durante dois anos ele foi vítima de estupro

Da Redação

Aline Sinnott, da Delegacia Especializada em Atendimento à Infância e a Juventude (Deaij), disse que o laudo do exame de corpo de delito feito no garoto de 10 anos confirma que durante dois anos ele foi vítima de estupro.

A delegada não divulgou detalhes do resultado do exame para não expor a criança, que será submetida a tratamento psicológico.

A responsável pelo caso explicou que as lesões encontradas no corpo do garoto são condizentes com o que a criança relata.

CASO

Três alunos da Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, que fica no Bairro Estrela Dalva 2, em Campo Grande, foram levados ontem (10) para a Deai), suspeitos de estuprar um menino de 10 anos. O crime acontecia no banheiro da escola.

A delegada Aline Sinnott, contou que os menores que estupravam o menino de 10 anos têm 13, 14 e 16 anos. A criança contou que o fatos começaram há dois anos e que ela não contou porque sofria ameaças.

O caso veio a tona depois que o menino passou a reclamar de dores e coceiras. A mãe levou o filho a um posto de saúde, ocasião em que o médico constatou uma fissura nas partes íntimas da vítima.

A mãe da criança esteve na escola ontem para reclamar com a diretora. Outros pais tiveram conhecimento do fato e provocaram um princípio de tumulto no local.

A delegada Aline Sinnott explicou que já pediu a apreensão dos menores e aguarda a decisão da Justiça porque não teve flagrante neste caso.

ESTUPRO

O menino relatou à mãe e à polícia que os autores esperavam ele ir ao banheiro e então o surpreendiam. Enquanto um segurava a vítima e tampava sua boca, o outro vigiava a porta e o terceiro praticava o crime.

(*)Com informação de Correio do Estado

A delegada não divulgou detalhes do resultado do exame para não expor a criança (Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado (arquivo))

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