26/07/2017 07h37

Corre nas redes sociais a informação de que uma grande operação da Polícia Federal está prestes a ser deflagrada em Mato Grosso do Sul. Embora falem do caso, os alvos, porém, só são de conhecimento somente da própria PF e da Justiça, por enquanto. Com isso, quem praticou algum ilícito ou tem alguma coisa a esconder pode estar com os dias de liberdade contados. Os comentários insinuam ainda que, desta vez, o bicho vai pegar literalmente devido às provas robustas colhidas até aqui.

Indefinidos

Numa eventual candidatura peemedebista ao governo de Mato Grosso do Sul nas eleições do ano que vem contra Reinaldo Azambuja (PSDB) a pergunta que fica no ar é a seguinte: como se posicionariam os deputados do partido que hoje dão sustentação ao governo tucano? É bom lembrar que o nome mais expressivo da legenda atualmente, Júnior Mochi, preside o Poder Legislativo depois de acordo feito com o governador. Ele não só se elegeu como renovou o comando da Assembleia .

Compasso de espera

Por falar em PMDB, seu presidente regional diz que vai esperar a volta do recesso parlamentar para começar a falar sobre o assunto eleição. Embora a primeira reunião do partido com foco em 2018 esteja prevista para o mês que vem, Junior Mochi pretende esperar pela reforma política que está em discussão no Congresso para depois ver o rumo que a sigla deve tomar. Fim das coligações, voto distrital e tipo de financiamento de campanha são algumas questões ainda indefinidas.

Blefe

Apesar de admitir – nos bastidores – que não tem os 342 votos necessários para dar prosseguimento à denúncia contra o presidente Michel Temer, a oposição trabalha com a estratégia de obstruir ao máximo a sessão. O objetivo é prolongar o desgaste do peemedebista. Particularmente, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) não acredita que a oposição tenha votos suficientes para isso, conforme previu na segunda em entrevista divulgada pelo Jornal Nacional.

Fora

Implicados em ações indesejáveis, os deputados federais Zeca do PT e Vander Loubet ficaram fora da extensa lista de membros do novo diretório nacional do Partido dos Trabalhadores, encabeçado pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e que tem Lula como presidente de honra. Para não dizer que Mato Grosso do Sul ficou fora de vez do comando partidário xiita, as lideranças locais indicaram os nomes de Kelly Cristina Da Costa e Maria Helena Da Silva De Faria.

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