05/10/2013 11h09 – Atualizado em 05/10/2013 11h09

Em MS, tráfico de drogas exige maior atuação da polícia, do que tráfico de armas

Acontece na Capital, o Seminário que está discutindo a prevenção e repreensão aos crimes transfronteiriços

Da Redação

Acontece na Capital, o Seminário que está discutindo a prevenção e repreensão aos crimes transfronteiriços. Autoridades em segurança de todo país, estão reunidas para uma troca de experiências e conhecer mais das fronteiras com quem vive essa realidade bem de perto.

O seminário é fechado exclusivo para delegados que integram a segurança pública do Estado e membros do setor jurídico. O encontro discute ações de prevenção e repreensão aos crimes mais recorrentes nas regiões de fronteira. Em Mato Grosso do Sul além do contrabando de armas, o tráfico de drogas ainda é o crime que exige maior atuação da polícia, nas áreas fronteiriças.

“Pela nossa fronteira com Bolívia e Paraguai, que são produtores respectivamente de cocaína e de maconha que são os principais produtores dessas drogas no mundo e o Paraguai que hoje não só produz maconha, mas do entreposto de cocaína que entra no Brasil, então sem dúvidas o tráfico de drogas é o principal problema de fronteira, até porque vinculado ao tráfico de drogas, está associado aos problemas de armas, sem duvida outro grande problema ainda continua sendo o contrabando de cigarros do Paraguai e de produtos diversos, que é um problema direto do Paraguai”, diz o diretor regional dos delegados da Polícia Federal, Antônio Knoll.

Para o presidente da Associação Nacional, a repressão dos crimes, só será mais eficaz se houver integração entre as instituições policiais e políticas públicas permanentes.

“Independente de qual instituição você participa segurança pública é responsabilidade de todos, da sociedade e do Estado e isso requer uma política publica permanente para a fronteira, independente de governo, para garantir recursos orçamentários financeiros que garantam efetivo policial nas fronteiras, que garantam condições de trabalho nas fronteiras, com investimento em tecnologia, com investimento em capacitação, em inteligência e acima de tudo em integração”, diz o presidente ADPF, Marcos Leôncio Ribeiro. (Com colaboração Willian Franco, TV MS Record).

(*)Com informações de Nova News

O encontro discute ações de prevenção e repreensão aos crimes mais recorrentes nas regiões de fronteira (Foto: Arquivo)

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