25/04/2018 08h58

Companhia fechou o período com produção de 1,5 milhão de toneladas, 32% mais que o mesmo período do ano passado; crescimento decorre da operação da segunda fábrica em Três Lagoas

Redação

A Fibria, empresa brasileira e líder mundial em celulose de eucalipto a partir de florestas plantadas, registrou no primeiro trimestre do ano uma produção de 1,588 milhão de toneladas, aumento de 32% na comparação com o mesmo período de 2017. Esse crescimento decorre da entrada em operação da segunda fábrica da companhia em Três Lagoas, que atingiu 90% de sua curva de aprendizagem, com a produção de 449 mil toneladas de celulose no primeiro trimestre do ano. O aumento na produção compensou as paradas programadas ocorridas no período, bem como a redução de produção da unidade de Aracruz (ES), conforme planejado.

De janeiro a março deste ano, as vendas de celulose somaram 1,591 milhão de toneladas, crescimento de 22% em relação aos primeiros três meses do ano passado. Apesar de ser um período de demanda tradicionalmente mais fraca, essa sazonalidade não foi percebida e o mercado de celulose continuou apertado no primeiro trimestre, com os estoques dos produtores de papel e celulose abaixo da média.

“Nossa segunda fábrica em Três Lagoas segue com um excelente ritmo de evolução na curva de produção, bem acima do projetado inicialmente. Esse novo volume de celulose que chega ao mercado tem sido absorvido por uma demanda que permanece aquecida em todas as regiões. Nossa perspectiva para os próximos meses do ano permanece positiva”, afirma o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

Em função do maior volume de vendas e de um aumento de 42% no preço médio líquido da celulose em dólar, a receita líquida da Fibria totalizou R$ 3,693 bilhões no primeiro trimestre, aumento de 78% na comparação com o mesmo período do ano passado. Nos primeiros três meses do ano, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações) ajustado foi de R$ 1,824 bilhão, crescimento de 183% em relação ao registrado no mesmo período de 2017. Já a margem Ebitda, excluindo as vendas de celulose da Klabin, ficou em 55% e contribuiu para um lucro líquido de R$ 615 milhões de reais, 87% maior que o acumulado no primeiro trimestre do ano passado.

De janeiro a março deste ano, as vendas de celulose somaram 1,591 milhão de toneladas, crescimento de 22%  (Foto/Assessoria)

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