13/11/2006 17h22 – Atualizado em 13/11/2006 17h22

Assessoria de Comunicação

O debate entre os candidatos à presidência da OAB/MS, promovido pela TV Guanandi (afiliada da Rede Bandeirantes – canal 13), dentro do Programa Tema Livre encerrou mostrando qual a diferença essencial da candidatura de Newley Amarilla, da chapa “OAB Forte, Advogado Forte”: “represento efetivamente uma Ordem independente de partidos políticos, dos grupos que hoje comandam a entidade, dos clãs que agora pretendem dominar os advogados, apresentando propostas de mudanças, diferentemente das demais candidaturas”, afirmou ele quando convidado a fazer as considerações finais. O debate na TV Guanandi deixou claro que a disputa pela presidência da Ordem encerra-se esta semana, no próximo dia 17, colocando nas mãos dos mais de 7.500 advogados de Mato Grosso do Sul a tomada da seguinte decisão: deixar tudo como está, mantendo a mesma filosofia de trabalho dos três últimos mandatos da Ordem; ou mudar de rumo, transformando a OAB numa instituição atuante, defensora das prerrogativas dos advogados, colocando em voga o conhecido espírito combativo dos advogados nas lutas pelos seus direitos corporativos e pelos interesses da sociedade. No decorrer do debate Newley deu o tom polêmico do encontro, mostrando que tanto a candidatura de Oton Nasser como de Fábio Trad padecem do mesmo mal de origem: “a atual presidência da Ordem, que vem sendo notabilizada pela apatia, pela fragilidade nas decisões, pela preguiça no desenvolvimento de trabalhos que resultem em maior dignidade para os advogados”, afiançou Newley, num dos momentos mais contundentes de suas intervenções. Segundo ele, os candidatos da situação “estão perdidos numa luta confusa pelo poder, deixando os interesses dos advogados à margem do processo; minha proposta será a de resgatar a democracia na Ordem, unir os advogados e estabelecer um modelo de gestão que garanta o avanço de uma profissão que está sendo cada vez mais aviltada e vilipendiada”, esclareceu. No final do debate, Newley recebeu inúmeros telefonemas de advogados afirmando que seu desempenho havia superado todas as expectativas, visto que ele “soube colocar com categoria o dedo na ferida, além de se transformar na voz daqueles que têm engasgado na garganta a perplexidade quanto aos abusos de poder econômico constatados na atual campanha eleitoral”.

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