01/08/2017 08h21

O descaramento na política chegou a tal ponto que tem deputado tatuando o nome de Temer no próprio corpo. Quem teve essa ideia foi o deputado Wladimir Costa (SD-PA). Ele disse que pagou R$ 1,200 pela arte definitiva no ombro em homenagem ao melhor presidente da história. Sem economizar nos adjetivos, falou ainda que Temer foi o único estadista que apareceu no país. Como se isso não bastasse, ele pretende exibir a tatuagem no dia da votação da denúncia contra Temer.

Fidelidade canina

Diante dessa inusitada homenagem do parlamentar paraense, um jornalista saiu-se com essa: “A gente espera agora pela tatuagem do Marun. Em que parte do corpo será hein?” Ele deve ter feito essa engraçada pergunta por causa das incessantes defesas do parlamentar sul-mato-grossense ao presidente Michel Temer, a quem se aliou de corpo e alma, podendo morrer abraçado ou embarcar em algum ministério com uma eventual vitória no plenário da Câmara. Não se sabe, porém, se com ou sem tatuagem.

De arrepiar

Há indícios no ar, apesar do tempo, de que aquele caso da ‘Operação Uragano’ deve explodir a qualquer momento e jogar muita farofa no ventilador. Quem imaginava o caso totalmente arquivado pode tirar o cavalo da chuva e tratar de se preparar para o pior. O caso, à época, rendeu renúncia, morte e muita gente grande envolvida no maior escândalo político ocorrido em Mato Grosso do Sul, notadamente na cidade de Dourados, pivô de toda a trama. Quem tiver culpa no cartório que comece a rezar.

Chá de sumiço

Quem anda meio que afastado das redes sociais é o ex-governador André Puccinelli (PMDB), que tinha aparição freqüente, quase que diariamente, no facebook, por meio do qual era acostumado a emitir opiniões a respeito de vários temas, principalmente político e relacionado a questões de interesse de Mato Grosso do Sul, além de responder perguntas de eleitores e simpatizantes. Pré-candidato peemedebista à sucessão estadual, o italiano postou sua última mensagem no dia 11 de julho.

Mutação

Senadores e deputados voltam do recesso parlamentar nesta terça (1º) com um tema polêmico e urgente na pauta: a reforma política. Negociam mudanças no financiamento das eleições, no funcionamento dos partidos e até na forma de escolher vereadores e deputados. Mas, para entrar em vigor na campanha de 2018, as alterações precisam ser aprovadas na Câmara e no Senado até setembro. Particularmente, o senador Moka (PMDB-MS) é favorável até a redução do mandato dos nobres colegas para quatro anos, em vez de oito.

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