17.4 C
Três Lagoas
sábado, 13 de junho de 2026
Início Site Página 14256

PRF apreende dois veículos com suspeita de roubo

0

05/04/2003 08h52 – Atualizado em 05/04/2003 08h52

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu no Platão das últimas 24 horas em Mato Grosso do Sul dois veículos com suspeita de adulteração de chassis, o que pode ser indício de roubo. O primeiro foi um Golf de placas GYV-9010, de São Paulo, apreendido em Terenos, na BR 262. O segundo, uma caminhão Mercedez Benz 2013, de placas KDN-7942, de São Paulo (SP) foi apreendido na BR 267, às 10h30.

Webber é o mais rápido no treino pré-classificatório do GP Brasil

0

05/04/2003 08h50 – Atualizado em 05/04/2003 08h50

SÃO PAULO – O brasileiro Rubens Barrichello esteve perto de marcar o melhor tempo do treino pré-classificatório para o GP Brasil realizado nesta chuvosa sexta-feira em Interlagos. Ele perdeu o primeiro lugar, quase ao final da atividade, para o australiano Mark Webber, da Jaguar, penúltimo piloto a entrar na pista.

Webber fez 1min23s111, enquanto Rubinho anotou 1min23s249. Os dois foram seguidos das McLaren: líder do campeonato, o finlandês Kimi Raikonnen fez 1min24s607 e seu companheiro de equipe, o escocês David Coulthard, ficou com 1min24s655.

Melhor no treino livre da manhã, o alemão Michael Schumacher levou sua Ferrari apenas ao quinto posto, com 1min25s585. O pentacampeão mundial não teve sorte e a chuva apertou no exato momento em que fazia sua volta rápida.

Os outros brasileiros ficaram em posições intermediárias: Antonio Pizzonia, da Jaguar, fez 1min25s764, e terminou na oitava colocação, enquanto Cristiano da Matta, da Toyota, marcou 1min26s554 e ficou na 11ª.

No meio do treino, o inglês Jenson Button, da BAR, perdeu o aerofólio traseiro no início da reta oposta, rodou e bateu em duas placas de isopor, sinalizadoras dos locais de frenagem.

O treino chegou a estar ameaçado de não ser disputado. Os pilotos fizeram um abaixo-assinado pedindo que ele não fosse realizado, já que a pista, segundo os corredores, não apresentava condições ideais de segurança.

Com o resultado, Barrichello será o penúltimo a entrar na pista no treino classificatório deste sábado, às 14h (de Brasília), com transmissão ao vivo da REDE GLOBO. A ordem do treino desta sexta é invertida para o dia seguinte.

Os tempos foram estes:

1 – Mar Webber (AUS/Jaguar) – 1min23s111

2 – Rubens Barrichello (BRA/Ferrari) – 1min23s249

3 – Kimi Raikkonen (FIN/McLaren) – 1min24s607

4 – David Coulthard (ESC/McLaren) – 1min24s655

5 – Michael Schumacher (ALE/Ferrari) – 1min25s585

6 – Olivier Panis (FRA/Toyota) – 1min25s614

7 – Jacques Villeneuve (CAN/BAR) – 1min26s672

8 – Antonio Pizzonia (BRA/Jaguar) – 1min25s764

9 – Fernando Alonso (ESP/Renault) – 1min26s203

10 – Heinz-Harald Frentzen (ALE/Sauber) – 1min26s375

11 – Cristiano da Matta (BRA/Toyota) – 1min26s554

12 – Jarno Trulli (ITA/Renault) – 1im26s557

13 – Ralf Schumacher (ALE/Williams) – 1min26s709

14 – Giancarlo Fisichella (ITA/Jordan) – 1min26s726

15 – Jos Verstappen (HOL/Minardi) – 1min26s886

16 – Nick Heidfeld (ALE/Sauber) – 1min27s111

17 – Juan Pablo Montoya (COL/Williams) – 1min27s961

18 – Ralph Firman (ING/Jordan) – 1min28s083

19 – Justin Wilson (ING/Minardi) – 1min28s317

20 – Jenson Button (ING/BAR) – sem tempo

Schumacher melhor no treino livre sob chuva torrencial:

Michael Schumacher, da Ferrari, fez o melhor tempo da primeira sessão de treinos livres no final da manhã. Sob forte chuva, o pentacampeão mundial marcou 1min28s060, seguido do escocês David Coulthard, da McLaren, com 1min28s188. Líder do campeonato, o finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren, rodou logo no início e não conseguiu uma volta rápida.

Rubens Barrichello, também da Ferrari, foi o melhor brasileiro, em sexto lugar, com 1min31s462. O mineiro Cristiano da Matta, da Toyota, ficou com a oitava marca, com 1min31s548. Antonio Pizzonia, da Jaguar, rodou e bateu no final do treino, no momento em que buscava sua volta rápida. A pista chegou a ser interditada, o treino paralisado, retornando em seguida.

Os tempos foram estes:

1 – Michael Schumacher (ALE/Ferrari) – 1min28s060

2 – David Coulthard (ESC/McLaren) – 1min28s188

3 – Jenson Button (ING/BAR) – 1min28s903

4 – Jarno Trulli (ITA/Renault) – 1im29s607

5 – Juan Pablo Montoya (COL/Williams) – 1min30s885

6 – Rubens Barrichello (BRA/Ferrari) – 1min31s462

7 – Olivier Panis (FRA/Toyota) – 1min31s518

8 – Cristiano da Matta (BRA/Toyota) – 1min31s548

9 – Giancarlo Fisichella (ITA/Jordan) – 1min32s603

10 – Heinz-Harald Frentzen (ALE/Sauber) – 1min33s131

11 – Mark Webber (AUS/Jaguar) – 1min33s714

12 – Ralf Schumacher (ALE/Williams) – 1min35s013

13 – Jos Verstappen (HOL/Minardi) – 1min37s226

14 – Nick Heidfeld (ALE/Sauber) – 1min38s728

15 – Jacques Villeneuve (CAN/BAR) – 1min48s359

16 – Ralph Firman (ING/Jordan) – 1min57s783

Dhomini respondeu as perguntas que todos gostariam de saber.

0

05/04/2003 08h33 – Atualizado em 05/04/2003 08h33

André Augusto Ferreira Gomes, ou melhor, Dhomini como é conhecido há cinco anos desde que entrou para a seita Esfera, ganhou o “BBB 3” e também a fama de Don Juan, com suas duas namoradas. Ele não nega que é mulherengo a ponto de querer as duas e ainda ter fôlego para correr atrás de outras. Montado no dinheiro, certamente não vão faltar pretendentes, mas Dhomini nem pensa em escolher uma para casar. Aliás casamento nem pensar, o mineiro quer se divertir e fala sobre seus relacionamentos no meu divã.

Como deve ser uma mulher para ficar com você:

Gosto de mulher gordinha, carinhosa e cheirosa, não precisa ser inteligente.

Casamento:

Nem pensar. Minha cerimônia vai se chamar livramento, vou entrar na igreja com um laço no dedo e vou desata-lo no altar.

Você agüentaria ver a Manuela com outro, como você ficou com outra no “BBB 3”:

Não sei responder sem ter passado por esta experiência.

Você ficaria com Sabrina ou Manuela:

Quero as duas, mas por enquanto não tenho nenhuma.

O que significou seu relacionamento com Sabrina:

Foi uma loucura, muito mais do que pele.

Qual a maior qualidade da Manuela:

Ela tem muito amor, a Manuela é o meu freio, me coloca no chão.

E da Sabrina:

A Sabrina me tira do chão.

Com quantas mulheres você conseguiria namorar:

Com milhares, uma de cada vez.

O que fará com o dinheiro do prêmio:

Ainda não pensei, mas uma parte vai de dízimo para a seita Esfera.

Você tem idéia de quanto emagreceu no “BBB 3”:

Devo ter perdido um dois quilos, malhava quase todos os dias. Estou pensando 80kg agora.

Fonte: Dirce

Mortalidade materna será discutida em Campo Grande

0

05/04/2003 08h25 – Atualizado em 05/04/2003 08h25

O elevado índice de mortalidade materna por hipertensão, hemorragia e infecção será discutido pela Secretaria Estadual de Saúde neste sábado. A importância do exame pré-natal também será abordada.

O problema, que matou 28 mulheres no ano passado, índice considerado alto pela OMS (Organização Mundial de Saúde) será discutido durante a primeira Câmara Técnica de Prevenção à Mortalidade Materna.

Participarão do evento os presidentes dos comitês de prevenção à mortalidade materna de todos os municípios do Estado. O evento será das 08h às 16h no auditório do Lacen (Laboratório Central), que fica na avenida Senador Filinto Muller, 1.666.

Concurso de Miss será no dia 12, no Comercial

0

04/04/2003 22h27 – Atualizado em 04/04/2003 22h27

No próximo dia 12, vai acontecer o concurso Miss Três Lagoas 2003. O evento já se tornou tradicional na cidade e é promovido pela Cia de Eventos, da empresária Gisele Perón. Várias jovens vão desfilar sua beleza na passarela do Comercial Esporte Clube que está sendo montada exclusivamente para a grande festa. Segundo Gisele, a expectativa está sendo superada, pois os preparativos já estão na reta final. O perfil news reuniu várias concorrentes e publica com exclusividade algumas delas. Confira…

Zeca do PT almoça com prefeito e população de Inocência

0

04/04/2003 21h17 – Atualizado em 04/04/2003 21h17

Ao completar 44 anos de emancipação política nesta sexta-feira, Inocência (Bolsão), localizada a 322 km da Capital, recebe o Governo Itinerante em sua região. Após as audiências do Governo Itinerante em Paranaíba, o governador Zeca do PT seguiu para Inocência, onde almoça com a população do município e o prefeito José Arnaldo Ferreira de Melo (sem partido.

O Governo Itinerante, realizado pelo Governo Popular, através da Secretaria de Estado de Coordenação Geral do Governo, instalado no município de Paranaíba, está atendendo outras cinco cidades (Aparecida do Taboado, Cassilândia, Chapadão do Sul, Inocência e Selvíria).

“Inocência está em pleno desenvolvimento e nada mais importante nesse momento do que o Estado estar ouvindo de perto as necessidades do município”, disse o subsecretário de Articulação das Políticas de Desenvolvimento Regional, Marcos Roberto Carvalho de Melo (Beto), responsável pelo Governo Itinerante e Ação Popular.

Reformulado para atender de forma mais eficiente a população, o Itinerante fomenta o desenvolvimento regional, levando o poder público a atender e encaminhar as demandas ao órgão competente. Amanhã, será instalado a Ação Popular, na cidade de Paranaíba, que também atenderá os outros municípios da região.

Todos os eventos contam com a presença do governador Zeca do PT, do senador Delcídio do Amaral, do secretário de Estado de Coordenação Geral do Governo, Paulo Duarte, e os demais secretários, deputados federais e estaduais, vereadores e lideranças políticas.

Reme terá palestra sobre Educação Alimentar

0

04/04/2003 21h03 – Atualizado em 04/04/2003 21h03

Sob a coordenação da doutora Vânia Mara Borges de Almeida, nutricionista da Gerência Municipal de Educação, estará sendo realizada uma série de palestras sob o tema “É hora de merenda”, que serão levadas neste mês de Abril a todas as treze unidades escolares da Rede Municipal de Ensino – REME, dando continuidade às ações de educação alimentar, iniciadas em 2002, que incluem temas sobre treinamento de merendeiras, preparo de merenda, composição de cardápios regionais e outros assuntos referentes à educação alimentar dos alunos, hoje em torno de 8500 pessoas. Agora em 2003, essas palestras estarão sendo enriquecidas com a exibição de programas relativos ao assunto abordado e componentes do TV Escola.

De acordo com Vânia, que estará proferindo as palestras, de uma forma resumida “as palestras englobam todos os temas que fazem parte de uma boa educação alimentar como composição de cardápio, preparo e balanceamento de refeições. Toda a parte teórica do Programa Nacional de Alimentação Escola (PNE), que deve ser estendida a alunos, professores e funcionários das escolas”. Neste primeiro semestre, durante o mês de abril e com início no próximo dia 10, uma segunda-feira, as palestras estarão resumidas às escolas, sendo que no segundo semestre serão efetivadas também nos Centro de Educação Infantil (antigas creches), englobando assim todos os alunos atendidos pelo Programa. A primeira escola constante do Cronograma será a “Joaquim Marques de Souza”, com palestras às 9:30 e 15:30 horas, seguida da escola “Profª. Maria de Lourdes Lopes”, no dia 11 de abril, nos mesmos horários. As Palestras irão até o dia 30 de Abril, quando será a vez da escola “Parque São Carlos”.

Issam recebe diretoria da ABO e discute reivindicações

0

04/04/2003 21h02 – Atualizado em 04/04/2003 21h02

O prefeito Issam Fares recebeu na semana passada, membros da diretoria e componentes da Associação Brasileira de Odontologia – ABO / Regional de Três Lagoas, oportunidade em que além de uma visita de cortesia, foram discutidos diversos assuntos relativos à categoria, vista pelo Executivo como bastante atuante atuante em sua área.

Entre os pontos abordados na reunião, foi apresentada uma planilha com o movimento geral dos plantões odontológicos em 2002, onde constam os procedimentos feitos no Centro Odontológico, fruto de uma parceria entre a entidade e a Prefeitura, uma iniciativa levada a efeito ainda na primeira gestão do prefeito Issam e que já se encontra renovada para este ano.

Segundo Jorge Augusto Martinho, secretário geral da ABO local, a reunião foi importante em diversos aspectos pois serviu para que “pudéssemos fazer a prestação de contas de nossos serviços junto à rede pública e propor algumas reivindicações ao senhor prefeito”.

Durante a conversa, a entidade destacou um curso que está trazendo para Três Lagoas, objetivando preparar cirurgiões dentistas para atuarem nos postos do PSF (Programa de Saúde da Família). “nós tivemos essa preocupação para que não aconteça no futuro, algum equívoco promovido por um dos nossos profissionais. Assim estaremos preparando os colegas para que na Odontologia, possamos dar um bom exemplo junto aos núcleos do PSF”.

O curso, com duração de seis meses, ficará a cargo de professores renomados à nível nacional, sob o patrocínio da ABO.

PARCERIA QUE DEU CERTO

De acordo com Martinho, foram ainda reivindicados ao prefeito que estudasse a possibilidade de concessão de horas-extras para as atendentes que auxiliam os dentistas da ABO nos plantões odontológicos que ocorrem nos finais de semana e feriados, bem como um reajuste salarial para toda a categoria, no sentido de equiparar profissionais concursados e contratados, assunto que foi repassado à Gerente Geral de Administração Cleuza Mantovani, para que encaminhasse esses assuntos para estudo de viabilidade. Quanto às questões salariais, o secretário Jorge Martinho disse que o prefeito tratou o pedido com bastante atenção, reconhecendo na categoria, parceiros valorosos e que em breve, a categoria estará recebendo resposta concreta às reivindicações.

O vereador Walter Augusto Martinho, presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal e que também participou do encontro, salientou a importância e a qualidade de um Programa de Saúde que estará sendo trazido

pela ABO para Três Lagoas, com professores conceituados. “E é um grande exemplo da Odontologia de nossa cidade e de Mato Grosso do Sul, mostrando a todos nós que dependendo do empenho e vontade, nós podemos modificar a qualidade dentro do campo da saúde”, frisou.

O prefeito Issam Fares, mostrando-se satisfeito com a parceria e reconhecendo a qualidade dos serviços prestados pela Entidade nos último anos, dizendo que estará fazendo tudo o que for possível para atender que ele mesmo qualifica de justas reivindicações. “Essa categoria só tem trazido bons resultados à população, um exemplo que deveria ser seguido por outras classes profissionais em nossa sociedade”, destacou o chefe do Executivo.

Além do que já foi citado, a ABO solicitou do Poder Público também que, se possível, todas as vezes que a Gerência de Saúde estudasse alguma modificação ou se implantasse algum Programa, a ABO pudesse participar e ajudar na formulação de propostas objetivando o bem comum da população.

Outros pontas Também considerados positivos pela Associação, foi a implantação de atendimento odontológico para pacientes dos programas de Saúde Mental, Diabetes, Hipertensão e Hanseníase (além de DST/Aids), ao lado da cobrança de Alvará Sanitário que está sendo cobrado de todos os cobrado de todos os consultórios no município, uma iniciativa que é apoiada pela Entidade e que significa mais segurança à população.

Educação trabalha reflexão da prática de ensino

0

04/04/2003 21h01 – Atualizado em 04/04/2003 21h01

Dando continuidade aos trabalhos iniciados em 2001, quando aconteceram os primeiros grupos de estudo tendo por base os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), foram realizados no último dia 29 de março encontros de formação continuada de professores nas escolas municipais “Profª. Maria Eulália Vieira” e “Profª. Eufrosina Pinto”, atividades estas que visam uma preparação reflexiva e constante de profissionais da Rede Municipal de Ensino – REME, em todos seus níveis. Esses encontros acontecem mensalmente, sempre no último sábado de cada mês, com uma carga média de 8 horas, nas escolas citadas sob coordenação de técnicos locais. Na escola Maria Eulália Vieira os participantes foram divididos cem três grupos de Educação Infantil, um grupo de Educação Rural, sete grupos de 5ª a 8ª séries, esses nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, Ciências História e Educação Física, enquanto que na Escola Eufrosina Pinto foram quatro de 1ªa 4ª séries e um grupo de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A professora Ondina Fernandes de Almeida, que trabalha com assessoria junto à Direção de Educação da Gerência Municipal de Educação, ressalta que, “quando se fala em educação temos que pensar que ela não se faz por tempo determinado. Ela tem que ser constante, reflexiva, inovadora e Ter muita ousadia. A Educação hoje se resume na palavra ousadia, que é reforçada pela renovação e a reformulação do pensamento”.

MUNICÍPIO PÓLO

A professora Altamira de Oliveira Campos, Diretora de Educação da REME, esclarece que a cidade de Três Lagoas é pólo regional e que outras cidades enviam seus professores para realizarem sessões de estudos em nosso município, tais como Água Clara, Ribas Pardo, Santa Rita do Pardo, Bataguassú, Selvíria e Brasilândia, uma parceria que têm dado resultados positivos. “Os PCN’S trabalham com a teoria e a prática, são cursos que orientam a reflexão da prática do professor com a participação de um coordenador e um assessor em cada grupo, quando o professor é levado à reflexão a discussão para a consciência de sua prática educativa melhorando o processo ensino aprendizagem para o aluno”.

Altamira fala ainda sobre a importância dos resultados que vêm sendo conseguidos, pois a mudança ocorrida em sala de aula tem atestado a iniciativa como acertada, reflexo do que o professor tem trabalhado em seu cotidiano nas unidades de ensino. Segundo a Diretora, outro curso muito importante é o que forma professores especialistas em alfabetização (Profa), que em 2002 formou 60 profissionais e deverão formar em 2003 outros 90, procurando fechar o quadro do município com especialistas aptos para alfabetizar. Esses cursos de 180 horas atingem professores de pré 3, primeira e Segunda série. O próximo encontro será no dia 26 de abril nas escolas já mencionadas.

INDUSTRIALIZAÇÃO:Itaquiraí orienta futuros investidores

0

04/04/2003 20h57 – Atualizado em 04/04/2003 20h57

Atendendo convite das assessorias municipais de Agricultura e de Indústria e Comércio, consultores da Meta – Consultoria e Projetos – estiveram em Itaquiraí orientando pessoas interessadas em fazer investimentos na abertura de agroindústrias e outros negócios ligados ao beneficiamento ou aproveitamento de matéria prima, principalmente a existente em Itaquiraí.

Um dos consultores, Júlio Sérgio Brucznitski, explicou aos futuros investidores reunidos no Centro Administrativo Municipal (antigo prédio do Fórum), que o primeiro passo para viabilizar a abertura de qualquer empreendimento é a realização de um minucioso projeto especificando o setor que pretende atuar, a viabilidade econômica do negócio, o mercado, conhecer as linhas de créditos à disposição, e garantir a aprovação de proposta junto ao agente financiador, se for o caso.

“Elaborar esse plano é o passo inicial para quem quer iniciar uma agroindústria e conquistar um financiamento junto ao Banco do Brasil, do Fundo Constitucional para o Centro Oeste (FCO)”, orienta Júlio. Com esta proposta de orientar, fazer levantamentos e elaborar projetos a Meta estará atuando em Itaquiraí – acrescenta o consultor.

IMPORTANTE

O prefeito Edson Vieira – Eid (PDT) destaca a importância da Meta como agente consultor em Itaquiraí. “Temos recebidos muitos pedidos de área para a implantação de agroindústrias em nosso município. Porém, em muitos casos tem sido um pedido aleatório, sem nada concreto porque não existe um projeto elaborado, com parecer técnico-jurídico, viabilidade econômica ou número de empregos que serão gerados”.

Continuando suas considerações Eid comenta que em alguns casos a pessoa que reivindica o incentivo do município não sabe informar a expectativa de faturamento, “enfim, tem chegado pedidos de cessão de áreas apenas através de um ofício, sem nenhuma base que permita o Executivo Municipal apresentar um projeto de doação de área para a abertura desta empresa. Então, consideramos a presença de uma empresa consultora da maior relevância para corrigir esta falha”.

Eid faz questão de deixar claro que a prefeitura está pronta para apoiar a instalação de indústrias. Segundo ele, lei do Executivo, aprovada este mês garante apoio com terraplanagens, implantação de infra-estrutura básica e incentivo fiscal, entre outros benefícios. “Mas tudo tem que ser feito em cima de projetos”, antecipa.

DOURADOS:Rotary Club empossou novos companheiros

0

04/04/2003 20h54 – Atualizado em 04/04/2003 20h54

O Rotary Club Dourados – o Douradão – recebeu novos companheiros que tomaram posse para engrossar as fileiras de rotarianos da cidade. A solenidade foi em uma reunião ordinária do Clube que acontece todas as terças feiras, às 20 horas na Casa da Amizade.

Os novos companheiros são: José Antonio Pereira dos Santos, Bombeiro Militar; que foi indicado por Thony Zerlotti; Cássio Roberto Amaral Farias, bancário, que foi indicado por Joaquim Lourenço e Marcos Cavalheiro, radialista que foi indicado por Evandro Rosa.

O Rotary Club é uma sociedade de homens e mulheres que simplesmente acreditam em ajudar os outros. Os rotarianos estão nas melhores empresas e em todas as instituições de sucesso do mundo.

Os novos companheiros estão empenhados em colaboração para alcançar as metas estabelecidas pelo Rotary Internacional.

O Rotary é o mais antigo e prestigioso clube de serviços do mundo, suas classificações incluem executivos, gerentes, profissionais – pessoas que tomam decisões e influenciam a política. Como clube de serviço, o seu negócio é a humanidade e o seu produto é o servir.

DOURADOS:Audiência com ministra teve êxito, diz Geraldo Resende

0

04/04/2003 20h37 – Atualizado em 04/04/2003 20h37

O deputado federal Geraldo Resende (PPS) considerou bastante proveitosa a audiência que ele, juntamente com lideranças douradenses, tiveram na tarde de quinta-feira (4) com a ministra do Meio Ambiente, Marina da Silva. O parlamentar esteve acompanhado do também deputado federal João Grandão, do prefeito Laerte Tetila, do coordenador do Projeto Pantanal, Valmir Ortega, do diretor-presidente do Iplan, Luiz Carlos Ribeiro e do vereador Walter Hora (PPS).
Na audiência, Resende solicitou à ministra que coloque os projetos do Parque Ecológico do Laranja Doce e do Parque Ambiental Rego D’Água como prioridade daquela pasta. Marina da Silva, por sua vez, determinou o acompanhamento dos projetos para que possam ser agilizados tão logo haja a existência de recursos.
Geraldo Resende lembrou, na oportunidade, que existe uma emenda no valor de R$ 500 mil, do ex-deputado federal Ben-Hur Ferreira, destinada ao Parque Ecológico do Laranja Doce. O parlamentar solicitou o descontingenciamento dessa verba para que o projeto, que elaborado há vários anos, finalmente possa ser iniciado.
CCZ
O parlamentar também esteve na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), onde, juntamente com as demais lideranças douradenses, foi solicitada a liberação de uma verba de R$ 275 mil para a compra de equipamentos do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Dourados. Francisco Hanilton, do Departamento de Controle de Zoonoses do órgão, se comprometeu a liberar o recurso tão logo sejam feitos ajustes técnicos no projeto.
Ministério da Saúde
Na semana que vem, Geraldo Resende vai estar no Ministério da Saúde para tratar da liberação de recursos para o Hospital Universitário de Dourados (HU). O parlamentar quer solicitar o repasse de pelo menos uma parte da emenda coletiva da bancada federal de 2002, no valor de R$ 7,7 milhões, destinada à compra de equipamentos para aquela unidade hospitalar.
Outra atividade do deputado no Ministério da Saúde para a semana que vem será uma audiência com o secretário de Assistência à Saúde, Jorge José Santos Pereira Solla, quando será discutido o credenciamento do setor de Cardiologia do Hospital Evangélico e o serviço de Oncologia da Santa Casa de Três Lagoas. “Nos dois casos, todos os trâmites burocráticos já foram finalizados, faltando apenas a assinatura de Jorge Solla”, afirma Geraldo Resende, que promete cobrar essa providência com a maior urgência possível.

DOURADOS:Inauguração de escritório reúne lideranças de toda a região

0

04/04/2003 20h35 – Atualizado em 04/04/2003 20h35

Nem mesmo a chuva que caiu durante toda a manhã de hoje tirou o brilho da inauguração do escritório político do deputado Geraldo Resende. A solenidade reuniu lideranças políticas, empresariais e comunitárias de Dourados e região. Todos os que usaram a palavra enfatizaram o trabalho do deputado, tanto nos cargos que exerceu anteriormente, quanto já no início deste mandato.
Geraldo Resende agradeceu a presença de todos e colocou, mais uma vez, a estrutura do mandato em Dourados, Campo Grande e Brasília à disposição de todos os municípios, enfatizando o interesse de realizar, em Brasília, um trabalho que traga frutos positivos para Mato Grosso do Sul e para o Brasil.
Prestigiaram o evento, entre outras pessoas, os prefeitos Lídio Ledesma (PDT), de Iguatemi; Paulo Cúel (PMDB), de Rio Brilhante; Francisco Alves Figueiredos, o “Valfrido” (PSDB), de Vicentina; e Vanildo Leão (PSDB), de Nova Alvorada do Sul. Também estiveram presentes os vice-prefeitos de Caarapó, Mário Duran Leitão (PPS); José Nunes Filho, o “Marizo” (PPS) de Vicentina; e Luis Carlos Arruda Leme (PPS), de Dourados.
Além dos prefeitos e vices, vereadores e lideranças das cidades de Dourados, Douradina, Itaporã, Deodápolis, Ponta Porã, Fátima do Sul, Jateí, Caarapó, Nova Alvorada do Sul, Novo Horizonte do Sul, Rio Brilhante e outros municípios, também prestigiaram a solenidade.
Usaram a palavra, os prefeitos presentes, o vice-prefeito de Dourados, o presidente do diretório municipal do PPS em Dourados, Luiz Carlos Ribeiro, o chefe de gabinete em Brasília, Flávio Brito e o deputado Geraldo Resende.
“Estamos aqui para agradecer o carinho com que o deputado Geraldo Resende sempre olhou para nosso Município”, enfatizou o prefeito Vanildo Leão. “Ajudamos a eleger o deputado Geraldo Resende e vamos acompanhar, de perto, o seu mandato”, completou o prefeito Paulo Cúel. Por sua vez, Lídio Ledesma disse que Geraldo Resende já começa seu novo mandato diferenciado dos demais, pois com poucos dias após a posse, já fez uma visita a vários municípios do Estado, para tomar conhecimento das demandas dessas cidades.
“Os secretários municipais de Saúde já sentem saudade da época em que o Geraldo foi secretário de Saúde”, ressaltou o vice-prefeito de Dourados. “A maneira com que aquela secretaria foi dinamizada naquela época reflete os resultados que já podemos esperar deste mandato de deputado federal”, salientou.
Geraldo Resende começou seu discurso agradecendo a presença de e lembrando que alguns dos que participaram da solenidade, são seus amigos e conhecidos desde criança, entre elas, o publicitário Valfrido Silva Melo e a presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Iracema Tibúrcio.
“O testemunho dos prefeitos, dos vereadores e dos vice-prefeitos, ao mesmo tempo em que me deixa feliz, me dá a responsabilidade de poder, como deputado federal, contribuir para cada vez mais avançar não apenas a saúde pública, mas outros setores tão caros à população brasileira, como a educação, segurança e infra-estrutura”, salientou o deputado.

Preço do ovo de chocolate tem variação de até 53%

0

04/04/2003 17h03 – Atualizado em 04/04/2003 17h03

Além de estarem em média 30% mais caros, conforme o setor varejista, os ovos de chocolate comercializados no período de Páscoa também apresentam uma grande variação de preços, chegando a 53% de um estabelecimento para outro em Campo Grande, segundo pesquisa divulgada hoje pelo Procon (Coordenadoria de Orientação, Fiscalização e Modernização). A maior variação é do ovo especialidades, nº 23 de 750 gramas. O preço mínimo é R$ 22,90 no Extra Hipermercados e o máximo R$ 34,99 no Lasa, uma diferença de 53%. Outra variação grande é a do coelhinho de chocolate ao leite da marca Garoto que pode ser encontrado desde a R$ 2,08 no Carrefour até R$ 3,13 no supermercado Legal, uma variação de 50%. A pesquisa foi desenvolvida na segunda-feira em seis estabelecimentos comerciais de Campo Grande.

Webber é o mais rápido no treino pré-classificatório do GP Brasil

0

04/04/2003 16h53 – Atualizado em 04/04/2003 16h53

SÃO PAULO – O brasileiro Rubens Barrichello esteve perto de marcar o melhor tempo do treino pré-classificatório para o GP Brasil realizado nesta chuvosa sexta-feira em Interlagos. Ele perdeu o primeiro lugar, quase ao final da atividade, para o australiano Mark Webber, da Jaguar, penúltimo piloto a entrar na pista.

Webber fez 1min23s111, enquanto Rubinho anotou 1min23s249. Os dois foram seguidos das McLaren: líder do campeonato, o finlandês Kimi Raikonnen fez 1min24s607 e seu companheiro de equipe, o escocês David Coulthard, ficou com 1min24s655.

Melhor no treino livre da manhã, o alemão Michael Schumacher levou sua Ferrari apenas ao quinto posto, com 1min25s585. O pentacampeão mundial não teve sorte e a chuva apertou no exato momento em que fazia sua volta rápida.

Os outros brasileiros ficaram em posições intermediárias: Antonio Pizzonia, da Jaguar, fez 1min25s764, e terminou na oitava colocação, enquanto Cristiano da Matta, da Toyota, marcou 1min26s554 e ficou na 11ª.

No meio do treino, o inglês Jenson Button, da BAR, perdeu o aerofólio traseiro no início da reta oposta, rodou e bateu em duas placas de isopor, sinalizadoras dos locais de frenagem.

O treino chegou a estar ameaçado de não ser disputado. Os pilotos fizeram um abaixo-assinado pedindo que ele não fosse realizado, já que a pista, segundo os corredores, não apresentava condições ideais de segurança.

Com o resultado, Barrichello será o penúltimo a entrar na pista no treino classificatório deste sábado, às 14h (de Brasília), com transmissão ao vivo da REDE GLOBO. A ordem do treino desta sexta é invertida para o dia seguinte.

Os tempos foram estes:

1 – Mar Webber (AUS/Jaguar) – 1min23s111

2 – Rubens Barrichello (ITA/Ferrari) – 1min23s249

3 – Kimi Raikkonen (FIN/McLaren) – 1min24s607

4 – David Coulthard (ESC/McLaren) – 1min24s655

5 – Michael Schumacher (ALE/Ferrari) – 1min25s585

6 – Olivier Panis (FRA/Toyota) – 1min25s614

7 – Jacques Villeneuve (CAN/BAR) – 1min26s672

8 – Antonio Pizzonia (BRA/Jaguar) – 1min25s764

9 – Fernando Alonso (ESP/Renault) – 1min26s203

10 – Heinz-Harald Frentzen (ALE/Sauber) – 1min26s375

11 – Cristiano da Matta (BRA/Toyota) – 1min26s554

12 – Jarno Trulli (ITA/Renault) – 1im26s557

13 – Ralf Schumacher (ALE/Williams) – 1min26s709

14 – Giancarlo Fisichella (ITA/Jordan) – 1min26s726

15 – Jos Verstappen (HOL/Minardi) – 1min26s886

16 – Nick Heidfeld (ALE/Sauber) – 1min27s111

17 – Juan Pablo Montoya (COL/Williams) – 1min27s961

18 – Ralph Firman (ING/Jordan) – 1min28s083

19 – Justin Wilson (ING/Minardi) – 1min28s317

20 – Jenson Button (ING/BAR) – sem tempo

Schumacher melhor no treino livre sob chuva torrencial:

Michael Schumacher, da Ferrari, fez o melhor tempo da primeira sessão de treinos livres no final da manhã. Sob forte chuva, o pentacampeão mundial marcou 1min28s060, seguido do escocês David Coulthard, da McLaren, com 1min28s188. Líder do campeonato, o finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren, rodou logo no início e não conseguiu uma volta rápida.

Rubens Barrichello, também da Ferrari, foi o melhor brasileiro, em sexto lugar, com 1min31s462. O mineiro Cristiano da Matta, da Toyota, ficou com a oitava marca, com 1min31s548. Antonio Pizzonia, da Jaguar, rodou e bateu no final do treino, no momento em que buscava sua volta rápida. A pista chegou a ser interditada, o treino paralisado, retornando em seguida.

Os tempos foram estes:

1 – Michael Schumacher (ALE/Ferrari) – 1min28s060

2 – David Coulthard (ESC/McLaren) – 1min28s188

3 – Jenson Button (ING/BAR) – 1min28s903

4 – Jarno Trulli (ITA/Renault) – 1im29s607

5 – Juan Pablo Montoya (COL/Williams) – 1min30s885

6 – Rubens Barrichello (ITA/Ferrari) – 1min31s462

7 – Olivier Panis (FRA/Toyota) – 1min31s518

8 – Cristiano da Matta (BRA/Toyota) – 1min31s548

9 – Giancarlo Fisichella (ITA/Jordan) – 1min32s603

10 – Heinz-Harald Frentzen (ALE/Sauber) – 1min33s131

11 – Mark Webber (AUS/Jaguar) – 1min33s714

12 – Ralf Schumacher (ALE/Williams) – 1min35s013

13 – Jos Verstappen (HOL/Minardi) – 1min37s226

14 – Nick Heidfeld (ALE/Sauber) – 1min38s728

15 – Jacques Villeneuve (CAN/BAR) – 1min48s359

16 – Ralph Firman (ING/Jordan) – 1min57s783

Dólar cai pelo sexto dia consecutivo e fecha a R$ 3,22

0

04/04/2003 16h43 – Atualizado em 04/04/2003 16h43

Depois do sexto fechamento em queda, o dólar fechou o dia de hoje cotado R$ 3,215 para compra e R$ 3,22 para venda, uma queda de 1,07% em relação ao fechamento de ontem. Durante o dia, o dólar oscilou entre a cotação mínima de R$ 3,215 e a máxima de 3,275. Segundo informações divulgadas pelo Terra Notícias, operadores de mercado explicam que o mercado segue otimista e a perspectiva de entrada de recursos prevaleceu entre as notícias.

Batata recheada com creme de queijo e ervas

0

04/04/2003 16h40 – Atualizado em 04/04/2003 16h40

Ingredientes:

4 batatas grandes

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

1 xícara (chá) de cream cheese

2 colheres (sopa) de salsinha crespa picada

5 folhas de sálvia picadas

2 colheres (sopa) de endro fresco

100 g de azeitonas pretas bem pequenas

sal a gosto

Modo de Preparo:

Lave as batatas, escove-as, retire os pontos escuros e fure-as com um garfo. Pincele as batatas com o azeite de oliva, embrulhe em papel-alumínio e disponha-as em uma assadeira. Leve-as ao forno médio por 2 horas, ou até as batatas ficarem macias. Retire as batatas do forno, corte-as ao meio, retire parte da polpa com uma colher pequena e coloque-a em uma tigela. Amasse bem a polpa, junte o cream cheese, as ervas e o sal e misture até ficar homogêneo. Recheie as batatas com o creme de queijo e distribua as azeitonas. Se preferir, salpique um pouco mais de ervas e decore com gomos de tomate-cereja. Sirva a seguir.

Dicas:

Para diminuir o tempo de cozimento das batatas assadas, ferva-as por 15 minutos. Em seguida, escorra e pincele toda a superfície com azeite de oliva. Embrulhe-as em papel-alumínio e asse em forno quente. Experimente com outros recheios de sua preferência.

Batata Recheada com Bacalhau

0

04/04/2003 16h18 – Atualizado em 04/04/2003 16h18

Ingredientes:

Para pincelar

3 colheres de sopa de DORIANA OLIVA

300g de bacalhau

4 batatas grandes descascadas

4 colheres de sopa de DORIANA OLIVA

1 cebola média picada

3 dentes de alho amassados

2 tomates pequenos sem pele e sem sementes picados

1 colher de sopa de extrato de tomate Elefante

2 colheres de sopa de cheiro-verde

meia xícara de chá de azeitonas pretas picadas

Modo de Preparo:

1-Deixe o bacalhau de molho de um dia para o outro, trocando a água 4 vezes.

2-Desfie o bacalhau, coloque em uma panela, cubra com água e cozinhe por cerca de 10 minutos. Escorra e reserve.

3-Na mesma panela, cozinhe as batatas em água e sal até ficarem macias, escorra e deixe esfriar. Corte as batatas ao meio no sentido do comprimento e retire a polpa com uma colher, formando uma cavidade.

4-Reserve as batatas e amasse a polpa com um garfo.

5-Em uma panela, derreta a margarina DORIANA oliva em fogo médio e doure a cebola e o alho. Acrescente os tomates e refogue até murcharem.

6-Adicione o bacalhau reservado, a batata amassada, o extrato de tomate ELEFANTE, o cheiro-verde e as azeitonas. Cozinhe por mais 2 minutos.

7-Pincele a margarina DORIANA oliva nas batatas, distribua o recheio nas cavidades, arrume-as em um refratário e leve ao forno por cerca de 10 minutos.

Governo Lula chega a 100 dias com popularidade alta, mas analistas acham que ainda está patinando

0

04/04/2003 16h09 – Atualizado em 04/04/2003 16h09

SÃO PAULO -Cem dias depois de tomar posse, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não colocou seu governo nos trilhos, segundo opinião de analistas. Porém, pesquisa CNI/Ibope revela que o presidente soube administrar seu capital político nos primeiros três meses de governo. Setenta e cinco por cento dos dois mil entrevistados, entre os dias 20 e 23 de março, aprovam a forma como o presidente está administrando o país, enquanto apenas 13% desaprovam.

É compreensível essa diferença de posicionamento entre analistas e opinião pública, afinal a máquina estatal é gigantesca – apenas metade dos 20 mil cargos de confiança foram preenchidos até o momento – e Lula enfrenta duas crises internacionais fortes, a política na Venezuela e a bélica no Iraque. A complexa estrutura governamental e a conjuntura internacional retardaram em parte a agenda dos problemas nacionais.

Os analistas políticos consultados pelo Último Segundo no fim do ano passado foram unânimes em prever que os principais desafios dos primeiros 100 dias de governo de Lula – que tomaria posse naquela semana – seriam entender a máquina de governo, fazê-la funcionar, não desestabilizar o mercado, controlar a inflação, responder os anseios de mudanças e resultados, consolidar a base do Governo no Congresso e domar os protestos da esquerda petista e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).

Novamente entrevistados, Gaudêncio Torquato – cientista político e professor titular da Universidade de São Paulo (USP) – e Francisco Fonseca – cientista político, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) – concluem que a maioria das previsões se confirmou e pouco resultado foi mostrado até o momento.

O Governo ainda não caminha engrenado, não tem base parlamentar consolidada no Congresso, demora para enviar as propostas de reforma previdenciária e tributária, sofre pressão do MST, não conseguiu evitar o confronto dentro do próprio partido, mas inovou ao negociar sistematicamente com a sociedade, com governadores e prefeitos.

Na área econômica, o governo é conservador e toma medidas consideradas “continuístas” em relação às aplicadas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O temor da disparada da inflação, porém, não se tornou realidade.

Reformas

Dois pontos considerados prioridade pelo próprio governo para este ano, mas que não andam no ritmo esperado, são as reformas tributária e da previdência. O próprio ministro da Fazenda, Antonio Palocci, admitiu que o tempo de espera para que o Executivo envie as matérias para o Legislativo “chegou ao limite”.

“O presidente Lula está muito angustiado por verificar que o cronograma que havia imaginado não se confirmou. Máquina administrativa está ainda tateando à procura de um eixo”, critica Torquato.

Na opinião do especialista, o presidente deveria aproveitar os projetos já enviados na gestão Fernando Henrique Cardoso e optar por fazer emendas no Congresso. “O governo faz muitas assembléias, muitas reuniões. Lula poderia partir dos projetos que já estão no Congresso em vez de querer reinventar a roda”, diz o professor da USP.

Francisco Fonseca não considera que a demora seja negativa. Para ele, há risco de as reformas serem enviadas com pressa e terem sua eficácia comprometida. “O ritmo da tramitação de um projeto desse porte no Congresso já é demorado, mas não serve como justificativa para o Executivo mandar o texto rápido e ficar de qualquer jeito”, diz.

“Congresso, imprensa e sociedade pressionam pelos textos das reformas, mas acredito que seja uma demanda apressada. O governo Lula está cumprindo promessa de campanha de ser governo de negociação e isso leva tempo”, justifica.

Negociação

Uma análise de Francisco Fonseca que ele considera confirmada é a implantação com sucesso do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Ele dizia que esse grupo de trabalho criado ainda no governo de transição seria o diferencial de Lula na forma de negociar as propostas e mudanças.

O Conselho é coordenado por Tarso Genro e foi dividido em grupos temáticos. De cada grupo participam representantes de diversos setores da sociedade envolvidos com as questões a serem discutidas.

Negociação, porém, implica acordos, o que pressupõe mais tempo. Para não ser inviabilizado pela morosidade, Fonseca acredita que o Conselho conseguiu uma solução que agiliza as reuniões. “Os conselheiros usam a internet e se falam todos os dias sem necessidade de conciliar as agendas, marcar encontros nem viajar para Brasília”, afirma.

Para o cientista social, em pouco mais de três meses o grupo já apresenta resultados. “O Conselho produziu propostas, como alguns pontos da Reforma Tributária”.

Em dezembro, o analista apontou que o grupo teria de vencer a resistência dos deputados e senadores que poderiam sentir o espaço e a competência dos legisladores invadidos pelo órgão. “Temia que o Conselho se sobrepusesse ao Congresso, mas não houve esse embate. Os parlamentares não deram declarações neste sentido”, diz.

Congresso

Lula assumiu a Presidência sem uma base de apoio de 2/3 dos parlamentares – que na Câmara significam 308 deputados – necessária para aprovar as reformas. Ainda assim, já em dezembro os analistas apontavam que o presidente provavelmente conseguirá a votação por haver consenso de que as mudanças são necessárias. O problema é o preço dos votos dos parlamentares.

“O presidente está administrando o document.write Chr(39)mesãodocument.write Chr(39) no varejo”, afirma Torquato, definindo a estratégia política que ele explica como negociar voto a voto de parlamentares em troca de benefícios, como o apoio do PT a outros projetos ou até liberação de verbas. A saída para evitar essa conduta seria ampliar a base de parlamentares que votam com o Governo, sem necessidade de acordo para cada projeto.

“Na área política há uma falta de coordenação total. O (ministro da Casa Civil) José Dirceu fez um acordo com o PMDB, e o presidente desacertou (em dezembro de 2002). Os partidos não fecharam o acerto e o governo até hoje não conseguiu construir uma base política sólida”, afirma Torquato.

Em uma reunião no final de março, os líderes e os cinco governadores do PMDB decidiram que o partido apoiaria o governo no Congresso, sem integrar, porém, a máquina governamental. A postura deve ser levada ainda para discussão entre os parlamentares.

Fonseca lembra que o PMDB não é o único apoio que faltava a Lula. “A própria base que o elegeu (PT, PL, PSDC, PGT, PSB, PMN, PV, PTB, PPS, PCdoB, PCB, PDT, PHS) ainda não está acertada internamente. Há divisão de postura em alguns pontos importantes, como a autonomia do Banco Central e o apoio à política econômica que vem sendo praticada”, exemplifica.

Logo que começaram os trabalhos no Congresso, em meados de fevereiro, ficou claro que as duas principais bancadas de oposição ao governo são PSDB e PFL. Os senadores dos dois partidos conseguiram obstruir a pauta do Senado por 16 dias, porque barraram a votação da medida provisória do alongamento de dívidas de crédito rural de pequenos agricultores (MP 77), sob argumento de que a medida deveria valer também para os grandes proprietários. O líder do governo, Aloízio Mercadante, negociou a aprovação da medida, que só ocorreu em 13 de março, prometendo que seriam enviadas MPs para contemplar outros financiamentos agrícolas.

Apesar de tucanos e pefelistas serem a “oposição oficial”, as críticas mais ácidas às determinações do governo vêm do próprio PT. Os comentários daqueles ficaram quase apagados frente ao duro embate interno da legenda na primeira prova de fogo da política econômica do governo, em 22 de janeiro.

Naquela data, o Comitê de Política Monetária (Copom) fechou os olhos à posição histórica do PT e aumentou a taxa de juros. A re
ação da oposição, que era a base de apoio do governo Fernando Henrique Cardoso, foi de ironia. “A diferença entre o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan e o seu sucessor Antônio Palocci é nenhuma”, disse o líder do PFL na Câmara, Inocêncio Oliveira, expondo a contradição com a bandeira de mudança do PT.

Os espinhos vieram do deputado João Batista de Oliveira de Araújo (PT-BA), apelidado de “Babá”. “O aumento da taxa prejudica sensivelmente a situação econômica do Brasil”, avaliou o petista. “Já disse que a diferença entre Palocci e Malan está no sotaque e na barba, porque a política econômica é a mesma”.

Pelo critério de dureza dos argumentos, a imprensa passou a repercutir decisões do governo também com alguns parlamentares petistas, o que deu a eles status de oposição.

“Os petistas que tinham opinião diferente fizeram algo que considero muito impróprio: eles se utilizaram da imprensa para criticar o governo. Mas fizeram bem em levantar os temas para debate. Acho que a imprensa tende a caricaturá-los e chamá-los de radicais”, diz Fonseca.

Os “rebeldes” do PT parecem ter sido domados na reunião do diretório nacional do partido, realizada em março, em que a política econômica do governo foi aprovada pela maioria e, portanto, deve ser acatada por todos petistas. “Os document.write Chr(39)radicaisdocument.write Chr(39) querem mais espaço no Governo, o que significa mais poder. Por enquanto, estão domados, mas Lula terá de tomar posição mais adiante e até expulsá-los do partido se continuarem na oposição”, afirma Torquato.

Existem, ainda, os outros partidos da base, como PDT, que mostram que seu apoio depende da fidelidade ao programa que elegeram. Os pedetistas cobram uma mudança de postura de Lula na área econômica até através de propagandas de televisão.

“Os maiores juros do mundo no Governo Fernando Henrique trouxeram o desemprego e o medo aos brasileiros. Foi contra essa política que o nosso povo deu um voto na esperança, um voto para Lula. Agora, a esperança de todos é que, apesar das dificuldades, Lula possa cumprir os compromissos de baixar os juros e defender o emprego dos trabalhadores. Esta é a nossa esperança, esta é a luta do PDT”, diz a inserção na TV.

Política econômica

“A inflação será o calcanhar de Aquiles do próximo governo. Se os preços aumentarem muito nos três primeiros meses, o governo vai ficar com a imagem baleada”, avaliou Torquato no fim do ano passado. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços, o IGP-M, fechou o ano em alta de 25,31%, contra 10,38% de 2001. Neste ano, até fevereiro, o acumulado é de 4,66% e a bolha inflacionária parece ter perdido fôlego em relação aos últimos meses do ano passado.

Apesar de o pior cenário da previsão não ter se confirmado e a inflação ficar aparentemente controlada, a imagem do governo Lula sofreu desgaste. O presidente foi eleito com 61,27% dos votos válidos (52,8 milhões de eleitores o escolheram), tinha em fevereiro a confiança de 83,6% da população, segundo pesquisa Sensus, e em março sua popularidade caiu um pouco, para 78,9%. A aprovação da administração, porém, caiu ainda mais, passando de 56,6% em fevereiro para 45% em março.

“Lula inflou o balão das expectativas nas pessoas e ele está murchando por falta de ação. Ele precisa mostrar a que veio nas áreas da saúde, combate ao desemprego, na política industrial, no combate à violência”, avalia Torquato. “O governo está cheio de boas intenções e carente de grandes ações”.

Como fatores da queda da popularidade, além da morosidade em mostrar resultados e encaminhar as reformas, Fonseca aponta a frustração da expectativa de implantação de um novo plano econômico.

O governo Lula aumentou os juros nas duas primeiras reuniões do Copom de 2003 e manteve a taxa na terceira, mas com viés de alta. Todos os ministérios tiveram de apertar os cintos. Houve um corte de R$ 14 bilhões no orçamento federal para este ano, para que Palocci pudesse elevar a meta de superávit do setor público em 2003 para 4,25% do PIB, com objetivo final de diminuir a relação dívida pública/ PIB.

A idéia de Palocci seria também diminuir o resultado da conta dívida externa/ exportação. Com essas duas relações melhoradas, o ministro estima que o risco-país diminuiria e o governo poderia de forma mais sustentável diminuir a taxa de juros.

Fonseca acredita que o conservadorismo das primeiras medidas do governo é gritante, mas diz que existem indícios de que será posteriormente implantada uma nova política econômica. “Nesse primeiro momento a equipe econômica está agindo de forma continuísta. Não há grandes modificações se comparado às decisões do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”, diz.

“Isso é um problema, porque PT se opunha fortemente à política de FHC e deu margem para que vários setores da sociedade, alguns empresários e bancada chamada de radical criticassem o governo recém-empossado”, afirma o cientista político.

Segundo ele, há uma disposição genérica do governo de baixar as taxas de juros, criar empregos e exportar mais, mas nada ficou claro. “O problema é que ninguém sinaliza qual será a mudança da política econômica, como vai ser implantada, nem quando vai acontecer”.

“Existe uma falha de comunicação grave do governo. Ninguém explicita que vai haver uma transformação, mas que a demora se justifica pelo contexto internacional desfavorável (por causa da guerra no Iraque) e por as reformas não terem caminhado”, segundo o professor da PUC. Ele estima que até o fim de 2003 as duas questões estejam resolvidas e, a partir de 2004, a população possa cobrar a transformação.

Guerra no Iraque

Torquato concorda que o governo tenha agido com prudência na área econômica por se tratar de um período de instabilidades das relações internacionais. Ele acredita que a guerra pode ameaçar o Brasil, porque não deve ser curta e os capitais internacionais estarão voltados para a economia norte-americana na reconstrução do Iraque no pós-guerra. Em relação à análise de dezembro, o professor mantém, inclusive, a possibilidade de disparada da inflação.

“O País vai sofrer na economia porque o presidente Lula document.write Chr(39)puxou orelhadocument.write Chr(39) do George W. Bush ao se declarar contra o ataque norte-americano. Depois, Bush não deve ser muito solidário ao Lula, então os capitais poderão desviar do Brasil, deixar mercado intranqüilo e fazer voltar o dragão da inflação”, analisa.

Desgastes

No plano interno o governo também sofreu desgastes, principalmente com o programa Fome Zero e as ações do MST. O principal programa social de Lula sofreu com a falta de organização e ficou marcado na opinião pública por episódios caricatos, como o cheque com o cachê de Gisele Bündchen, que permaneceu mais de um mês na gaveta de sua empresária Mônica Monteiro por não ter sido aberta uma conta bancária para depositá-lo.

“O Programa Fome Zero é um ícone bem conceituado, mas de ação zero. Sobram pessoas de planejamento e faltam pessoas de ação, como gerentes e operadores”, ressalta Torquato.

Fonseca também aponta as “trapalhadas” do Programa e tenta justificar a suposta falta de ação da gestão Lula. “O Governo Federal é realidade muito complexa. Em cada Estado há representantes importantes de cada Ministério, mais as fundações, autarquias, a Polícia Federal, a Receita Federal, agências de controle. Apenas metade dos 20 mil cargos de confiança foi preenchida até agora”, relativiza o professor da PUC.

O MST logo deixou claro que não vai dar trégua ao governo do PT, mesmo tendo considerado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva um aliado. Desde o início de março, o movimento promoveu invasões de fazendas, fez manifestações, ocupou sedes estaduais do Incra, agências do INSS e prefeituras.

Os sem-terra prometem acentuar as ocupações a partir de 17 de abril, data que
rememoram massacre de 19 sem-terra em Eldorado Carajás – para pressionar o Executivo a realizar a reforma agrária. “Não podemos parar tudo porque agora é Lula”, disse em março João Paulo Rodrigues, um dos dirigentes nacionais do movimento.

“O MST não pertence ao PT e precisam ser independentes para o bem da democracia. Mas com as invasões o movimento acaba dando combustível para os adversários da reforma agrária. Pode haver um desgaste desnecessário do governo”, afirma Fonseca. Ele lembra que a gestão petista sinaliza maior abertura à negociação, já que a escolha dos próprios superintendentes do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) passa por consulta aos sem-terra.

“Até agora, a postura do presidente foi de permissividade. Quando começar a onda de invasões o governo terá de decidir se está ao lado da lei ou da ocupação de terra”, analisa Torquato.

Novidade

Um assunto que estava fora das expectativas para os 100 primeiros dias e que foi posto à mesa nesse governo, segundo Fonseca, é o papel dos Estados e municípios na Federação.

“Lula e os ministros se reúnem constantemente com os governadores e com os prefeitos. Isso mostra que há disposição de entrar em acordo sobre qual os limites e funções de cada ente no Pacto Federativo”, avalia o especialista. Apesar de estar ainda “em estágio embrionário”, a revisão do Pacto Federativo deve redefinir os serviços de responsabilidade de cada esfera governamental e a divisão dos impostos arrecadados.

Lula admite: não vai conseguir fazer tudo o que gostaria

0

04/04/2003 16h00 – Atualizado em 04/04/2003 16h00

Pela primeira vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que não vai conseguir fazer, em quatro anos de governo, tudo o que gostaria.

Lula disse hoje no Pará que não se pode pensar o Brasil de quatro em quatro anos.

“Estou convencido de que em quatro anos não vou fazer grandes coisas que sonhava fazer. Mas estou criando os alicerces para os próximos 20 anos”.

Segundo ele, o governo vai fazer a Reforma Tributária mais justa possível. “Vou instituir o princípio da justiça social. Vai pagar mais, quem tiver mais”.

error: Este Conteúdo é protegido! O Perfil News reserva-se ao direito de proteger o seu conteúdo contra cópia e plágio.