22.3 C
Três Lagoas
terça-feira, 28 de abril de 2026
Início Site Página 14513

FGTS ajuda a recuperar a economia, diz BC

0

25/11/2002 10h35 – Atualizado em 25/11/2002 10h35

A indústria começa a se recuperar, sobretudo os setores de bens de consumo não-duráveis, em grande parte devido ao dinheiro injetado na economia por conta da correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central, Ilan Goldfajn.

Goldfajn ressaltou, no entanto, que não document.write Chr(39)document.write Chr(39)há nenhum document.write Chr(39)boomdocument.write Chr(39) [no lado da demanda]document.write Chr(39)document.write Chr(39) e que document.write Chr(39)document.write Chr(39)não estamos num mundo de excesso de comprasdocument.write Chr(39)document.write Chr(39).

O diretor do BC não quis fazer associações entre a demanda e a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), tomada na semana passada, de elevar os juros básicos da economia de 21% ao ano para 22%.

Até o dia 15 deste mês, de acordo com a CEF (Caixa Econômica Federal), o governo havia pago R$ 6,6 bilhões a trabalhadores com direito à reposição das perdas provocadas pelos planos econômicos Verão e Collor 1.

Segundo Goldfajn, parcela significativa da correção do FGTS foi sacada por pessoas de renda mais baixa, que costumam gastar quando têm dinheiro nas mãos.

document.write Chr(39)document.write Chr(39)Já estamos vendo isso, eles [as pessoas de renda mais baixa] estão consumindo mais. Estamos vendo que a venda de bens de consumo não-duráveis [como alimentos e produtos de baixo valor unitário] têm crescido. Os estoques têm caído, o que tem levado a indústria a consumir [encomendar] mais”, disse o diretor do BC à reportagem.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o emprego na indústria teve pequena recuperação em setembro, depois de três meses consecutivos de queda. Houve um aumento de 1,3% no número de postos de trabalho em relação a agosto.

O nível de emprego acompanha a produção. A indústria contrata mais para atender maior procura por seus produtos.

Juros e Copom

Goldfajn argumentou que os motivos que levaram o BC a apertar ainda mais a política monetária serão conhecidos na quarta-feira, com a divulgação da ata da reunião do Copom.

Mas, se a demanda ainda está fraca, por que então o BC aumentou os juros? A análise de Goldfajn sobre o nível da atividade econômica reforça a tese, defendida por muitos economistas, de que a decisão do Copom não foi para tentar frear a elevação de preços, mas sim para reduzir as expectativas inflacionárias.

Neste mês, pela primeira vez desde que o sistema de metas para a inflação foi implantado, em meados de 1999, as projeções do mercado financeiro para o aumento de preços no ano subsequente são maiores do que as para o ano corrente.

No levantamento feito pelo BC com bancos divulgado na segunda semana deste mês, a média das expectativas para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2002 ficou em 8,76%. Para 2003, foi de 9%.

Na opinião do diretor do banco Itaú Sérgio Werlang, que ocupou o mesmo cargo que Goldfajn no BC, o aumento de juros foi claramente para conter as expectativas inflacionárias.

document.write Chr(39)document.write Chr(39)Eles [a diretoria colegiada do BC, que forma o Copom] estavam olhando para as expectativas [de inflação], que subiram muito. Claramente o que está acontecendo é que há incerteza sobre quem será o próximo presidente do BC e qual a meta [de inflação] a ser seguidadocument.write Chr(39)document.write Chr(39), disse.

Segundo Werlang, document.write Chr(39)document.write Chr(39)as expectativas de inflação não estão tão ancoradas como estavam antes ao sistema de metasdocument.write Chr(39)document.write Chr(39). Ou seja, por não se saber quem comandará o BC nem de que forma se dará o combate à inflação, as instituições financeiras passaram a duvidar da eficácia do sistema de metas.

Para reduzir a desconfiança em relação ao cumprimento da meta em 2003, o BC teria, então, elevado os juros.

Quando a crença de que a inflação subirá começa a se propagar, os agentes da economia antecipam reajustes de preços. Ou seja, o medo de inflação se transforma em elevação de preços.

A ação do BC de aumentar os juros pode ser vista como medida preventiva para evitar que as expectativas de inflação mais alta se alastrem pela economia.

Fonte: Folha Online

DOURADOS: Dois assassinatos no final de semana

0

25/11/2002 10h33 – Atualizado em 25/11/2002 10h33

As 7 e meia da noite de sábado Jair Fernandes Lopes, 20, foi assassinado com dois tiros. O acusado é Juninho de Tal que mora no Jardim Água Boa.Já na Vila Industrial, Reginaldo Souza Silva, 20 anos foi morto com seis tiros.

Fonte: GrandeFM

DOURADOS: Suicida pede perdão para mãe em bilhetes

0

25/11/2002 10h31 – Atualizado em 25/11/2002 10h31

Marcos Ryuma Fuginaka que se matou ontem pela manhã em Dourados deixou dois bilhetes para a mãe antes de se matar. Num dos bilhetes ele escreve. ” Mãe, me perdoe. Fui. Um abraço “. Em outro ele pede orações. ” Mãe, reze por mim. Adeus. Marcos” . Marcos Fuginaka tinha 22 anos. Para se matar o jovem utilizou um revolver Magnun 357 e atirou contra a cabeça.

Fonte: Dourados News

Mortadela invade dieta das classes mais ricas

0

25/11/2002 10h28 – Atualizado em 25/11/2002 10h28

Os brasileiros consomem cerca de 100 mil toneladas/ano do produto, segundo os grandes fabricantes. Mas, se forem computadas as de pequeno porte, o número sobe para 250 mil toneladas/ano. Se comparada com outros tipos de embutidos, a mortadela ganha na questão preço. Enquanto o quilo do produto é vendido a cerca de R$ 10,00, o do salame italiano é comercializado a R$ 26,00 e o presunto cozido a R$ 15,00. Isso significa uma diferença de 160% e 50%, respectivamente.

O proprietário do Frigorífico Ceratti, Mário Ceratti, afirma estar impressionado com o aumento nas vendas. “Esperávamos que as vendas empatassem com o volume do ano anterior e já estamos computando um crescimento de 10%.” Em função disso, o frigorífico que produzia tradicionalmente cerca de 7 mil toneladas/ano de mortadela ampliou o volume em 700 toneladas. O executivo afirma que espera repetir os mesmos números no próximo ano. “Sabemos que 2003 promete ser um ano de recuperação com o novo governo, mas preferimos nos manter conservadores quanto à elevação na produção.”

As formas de utilização da mortadela ganham novas versões a cada dia. O embutido é consumido desde como acompanhamento para o tradicional pão francês até como recheio em requintados tipos de massas, croquetes, risoles e pratos tipicamente brasileiros, como o cuscuz. Segundo os fabricantes, a mortadela pode ser preparada a partir de carne bovina, suína, ovina, com miúdos, tendões e com ou sem toucinho. Além do Frigorífico Ceratti, fazem parte das grandes produtoras de mortadela do País as empresas: Perdigão, Sadia, Marba, Seara, Chapecó e Aurora.

Fonte: Panorama Brasil

Tetracampeão Bebeto é dispensado na Arábia Saudita por suposta deficiência técnica

0

25/11/2002 10h27 – Atualizado em 25/11/2002 10h27

RIAD – O atacante Bebeto, tetracampeão do mundo com a seleção brasileira na Copa de 1994, foi dispensado pelo clube saudita Al-Ittihad, cujos dirigentes alegaram deficiência técnica.

Bebeto, de 38 anos, disputou cinco partidas pelo clube, que lhe pagou 525 mil dólares de 1,1 milhão que o jogador receberia por um contrato de 12 meses, assinado em setembro passado.

Em sua passagem-relâmpago pelo futebol saudita, Bebeto marcou um gol e foi duramente criticado por suas atuações, consideradas fracas pelos comentaristas locais.

Al-Ittihad dispensou também o nigeriano Tijani Babangida, sob igual alegação de deficiência técnica, de acordo com um comunicado oficial do clube.

Fonte: France Presse

Encantador de cobra morre depois de ser atacado por serpente

0

25/11/2002 10h23 – Atualizado em 25/11/2002 10h23

Um encantador de serpentes da Indonésia morreu este final de semana ao ser picado por uma delas. De acordo com testemunhas a culpa do incidente foi da própria vítima, que perdeu a paciência com uma cobra que não queria sair da caixa ao seu comando.R. Anbarasan, de 23 anos, se apresentava em uma feira na cidade de Batam quando uma serpente preguiçosa estragou seu show. Ele então puxou o animal para fora da caixa e o colocou no chão. Sem aviso, a serpente mordeu sua mão esquerda. A vítima, um veterano de quatro anos em shows com serpentes, foi levado a um hospital, mas morreu três horas mais tarde.

Fonte: Popular

Trinta e três médicos separam irmãs siamesas na Malásia

0

25/11/2002 10h21 – Atualizado em 25/11/2002 10h21

Uma equipe médica malaia de 33 pessoas conseguiu separar no fim de semana as irmãs siamesas Azama e Azami Kamarulzaman, que compartilhavam órgãos internos, depois de uma intervenção de 18 horas. A operação, realizada no Instituto Pediátrico do Hospital de Kuala Lumpur, capital da Malásia, começou na manhã de sábado e se prolongou até a madrugada de domingo, quando as irmãs foram transferidas já separadas à unidade de cuidados intensivos do centro de saúde. O cirurgião que dirigiu a operação, Zakaria Zahari, disse que a intervenção foi um sucesso, embora continuará a vigilância para comprovar o estado das meninas. As irmãs, nascidas em abril passado, estavam unidas desde o umbigo até o peito, compartilhando fígado, vesícula biliar, intestinos e parte da coração.

Fonte: Terra

DOURADOS: 75% da área destinada à soja estão plantados

0

25/11/2002 10h19 – Atualizado em 25/11/2002 10h19

No ano passado, o município plantou 120 mil hectares de soja e, na safra 2002/2003, o agricultor douradense diminuiu as áreas de milho e de arroz irrigado para plantar mais soja. A área de milho é de apenas mil hectares, 72% menor que a do ano passado, quando foram plantados 3,6 mil hectares, segundo o IBGE. Mas agrônomos consultados pelo Correio Rural informaram que o milho deve ter chegado a 2.000 hectares por causa da quantidade de sementes comercializadas pelas revendedoras locais de insumos.

A área de arroz irrigado caiu 30%, recuando de 5,2 mil hectares em 2001 para 3,6 mil hectares nesta safra. A seca ocorrida em agosto e setembro atrasou também o trabalho dos rizicultores douradenses. Produtores que concluíram o plantio estão oferecendo a sobra de semente para aqueles que ainda estão na fase de semeadura, tentando livrar-se desse insumo. Uma parcela dos sojicultores teve que parar com o plantio devido à falta de chuvas nos últimos dias, pois o calor seca o solo, prejudicando os trabalhos.

Fonte: Correio do Estado

MS: Empresa certifica gado no Estado

0

25/11/2002 10h12 – Atualizado em 25/11/2002 10h12

A Cert-Rastro, a primeira certificadora privada de bovinos de Mato Grosso do Sul, já teve a sua homologação publicada no Diário Oficial da União. É a nona no País, já que junto foi publicada autorização para funcionamento da certificadora goiana Ágil. A Cert-Rastro Certificadora e Identificadora do Brasil, que já iniciou suas operações no campo da identificação de animais, tem sua sede instalada no parque de exposições, em Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado

Argentina não quer acordo com FMI a qualquer preço, diz ministro

0

25/11/2002 10h11 – Atualizado em 25/11/2002 10h11

PARIS – Às voltas com uma das mais árduas negociações de um país em crise econômica com o Fundo Monetário Internacional, o ministro da Economia da Argentina afirmou que as autoridades de Buenos Aires não estão dispostas a assinar “a qualquer preço” um acordo com a instituição financeira.

“Não adotaremos compromissos que não poderemos respeitar”, declarou o ministro, em uma entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal francês La Tribune.

“As condições técnicas para assinar o acordo estão dadas desde agosto”, acrescentou Lavagna, lembrando que “para dançar um tango é preciso duas pessoas”.

O ministro argentino iniciou nesta segunda-feira, em Paris, um giro pela Europa, cujo principal objetivo é “esclarecer a situação em relação ao estado da economia” em seu país.

Depois da França, Lavagna visitará Alemanha, Espanha e Itália.

A percepção no exterior da situação argentina, segundo o ministro, não corresponde à realidade.

“O Produto Interno Bruto aumentou durante dois trimestres e deverá voltar a crescer no terceiro trimestre. É animador para uma economia que não havia registrado crescimento positivo há dois anos”, declarou.

Lavagna previu ainda um crescimento econômico de três por cento para 2003.

Fonte: France Presse

A agropecuária em Mato Grosso do Sul

0

25/11/2002 10h09 – Atualizado em 25/11/2002 10h09

Ou seja, a agricultura hoje é a base da economia estadual e tem potencialidades para continuar criando oportunidades, desde a lavoura até a produção de carnes. Destaque-se a perspectiva horizontal de diversificação e da ampliação da produção, principalmente nas lavouras. Já o cenário da pecuária é da verticalização na bovinocultura. A suinocultura, avicultura e piscicultura são atividades que podem ser ampliadas, em até cinco vezes, com absoluta segurança, conforme previsão da Secretaria da Produção.

A fruticultura é a inovação, podendo ser implantada em área de até 100 mil hectares, abrindo condições à geração de 300 mil novos empregos e a instalação de um parque industrial exportador. No todo, nos últimos três anos a agricultura de Mato Grosso do Sul cresceu fisicamente em 7,9% ao ano, principalmente alavancada pela produtividade. Agora, com uma boa política agrícola, de agroindustrialização e de acesso ao mercado, pode seguramente alcançar taxa de crescimento de 10% ao ano, demonstrando que houve eficácia do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Pela vocação do Estado, pelos valores potenciais, a agricultura continuará sendo a base da economia estadual. Porém o Estado tem de cuidar melhor do ambiente gerencial do setor. Para continuar desenvolvendo é preciso mais inteligência, para crescer e produzir vantagens competitivas aos produtos com uma política setorial integrada na produção, industrialização e comercialização, como ação estratégica emancipatória às cadeias produtivas e ao desenvolvimento econômico do Estado.

A visão estratégica do desenvolvimento, por um critério de racionalidade no aproveitamento das vantagens comparativa e competitiva do Estado, deve priorizar projetos que sejam capazes de agregar valores de menor custo relativo, resposta rápida e maior impacto na geração de renda e emprego. Para isso a primeira estratégia é promover o crescimento econômico, a partir da ampliação da produção primária, como força indutora à agroindustrialização e criar vantagens competitivas aos produtos, para facilitar o acesso aos mercados. Ao lado dessa prioridade, como elemento potencializador, estruturar sistemas produtivos locais, em redes solidárias e integradas regionalmente e de caráter multissetorial. Isto significa aproveitar o capital social e os valores locais, no processo de desenvolvimento do Estado. Esse arranjo gerencial demanda um sistema gestor qualificado, que seja capaz de organizar os atores em responsabilidades compartilhadas e, particularmente, na agricultura, estabelecer competência com capacidade técnica e operativa para formular políticas orgânicas, criar ambientes favoráveis e produtos estratégicos ao desenvolvimento. É fundamental, no ambiente institucional, essa função reguladora e indutora do Estado, no meio rural, pelas características de natureza cultural, sociológica, econômica e do formato técnico e produtivo do setor.

Não é por obra do acaso que os Estados e as regiões brasileiras mais desenvolvidas nasceram forjadas na agricultura e na presença emblemática de uma secretaria afim que pesquisou tecnologias apropriadas, fez extensão rural, assistência técnica e motivou investimento e produção. Esta é a prova de que a parceria funciona quando os parceiros são visíveis e estão próximos, interagindo responsabilidades de forma recíproca e solidária. Mato Grosso do Sul tem uma carteira de projetos estratégicos a desenvolver e, para isso, demanda uma secretaria identificada e com a credibilidade junto aos produtores e aos atores tecnológicos e econômicos envolvidos no agronegócio estadual. Se desenvolvimento é prioridade, a agricultura, sem dúvida, está na pauta, pelo que representa e pelo que pode representar na alavancagem do crescimento econômico, via investimento, inovação, renda agregada e emprego.

Fonte: Correio do Estado

CORUMBÁ: Posto de gasolina é palco de tiroteio entre gangues

0

25/11/2002 10h07 – Atualizado em 25/11/2002 10h07

Na noite de ontem, um posto de combustíveis, localizado na Avenida Nossa Senhora da Candelária, bairro Maria Leite, em Corumbá foi palco de um tiroteio, entre gangues rivais. O horário era o da troca de turno dos frentistas e a única vítima foi um rapaz que calibrava os pneus da bicicleta, no momento dos disparos. Márcio da Silva foi atingido de raspão no ombro, mas passa bem. Os autores do tiroteio fugiram.

Fonte: Corumbá Online

Vacina pode eliminar vírus causador de câncer cervical

0

25/11/2002 10h04 – Atualizado em 25/11/2002 10h04

BOSTON, EUA – Aumentaram as esperanças dos médicos de um dia conseguir erradicar o câncer cervical, como já aconteceu com a poliomielite e a varíola. O motivo é o sucesso total de uma vacina recentemente testada contra o HVP, o vírus do papiloma humano.

“São evidências de que esta vacina vai prevenir o câncer cervical”, disse o Dr. Christopher Crum, patologista do Brigham and Womendocument.write Chr(39)s Hospital, em Boston.

Ainda não se sabe o tempo de proteção da vacina, mas esta deverá estar disponível dentro de cinco anos. A descoberta foi publicada na edição desta semana do New England Journal of Medicine.

A vacina funciona ensinando ao sistema de defesa do corpo como reconhecer vírus invasores e bactérias. Atribui-se a maioria dos tipos de câncer a mutações genéticas e fatores ambientais. Entretanto, virtualmente todos os tipos de câncer de útero são causados pelo HVP, um vírus transmitido sexualmente.

A doença atinge cerca de 450 mil mulheres por ano em todo o mundo, matando metade delas. É a principal causa de morte por câncer em mulheres dos países em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, onde os exames de Papanicolau são amplamente usados no diagnóstico, a doença atinge 15 mil mulheres por ano, matando um terço.

A nova vacina tem como alvo a cepa viral Tipo 16, responsável por cerca da metade dos casos da doença. Foi testada em mulheres com idades entre 16 e 23 anos, nos Estados Unidos, em um estudo liderado pelo laboratório Merck e pela Universidade de Washington. A Merck desenvolveu a vacina e custeou a pesquisa. As mulheres foram observadas em média por quase um ano e meio.

Das 768 mulheres que receberam as injeções da vacina, nenhuma apresentou infecções do Tipo 16 ou tecido pré-canceroso. Das 765 que receberam doses inócuas, 41 apresentaram infecções persistentes e nove desenvolveram tecido pré-canceroso.

As mulheres vacinadas produziram quase 60 vezes a concentração de anticorpos para combater o vírus do que a quantidade verificada nas pacientes naturalmente infectadas. Alguns pesquisadores haviam suspeitado de que a membrana mucosa do colo do útero imporia uma barreira a estes anticorpos.

Mesmo assim, como o câncer cervical é causado por múltiplas cepas de vírus, não é certo que a doença possa ser erradicada.

Mas a vacina poderia ajudar a eliminar os outros danos causados pelo vírus, como as verrugas genitais e raras formas de câncer no pênis, no ânus, na vagina e na boca.

Os homens também poderiam receber a vacina para evitar que contaminassem as mulheres durante as relações sexuais.

Fonte: Associated Press

Canadense é acusado de matar 15 mulheres

0

25/11/2002 10h02 – Atualizado em 25/11/2002 10h02

O criador de porcos canadense Robert William Pickton, 53, de Vancouver, preso sob acusação de assassinato de 15 mulheres, pode ter matado até 63 canadenses.

A polícia confirmou ter encontrado restos mortais da 16ª mulher na propriedade de Pickton. Na sexta-feira, investigadores informaram à família de Marnie Frey, 24, que seus restos mortais foram encontrados na propriedade de Pickton, localizada cerca de 30 quilômetros a leste de Vancouver, no subúrbio de Port Coquitlam, informou o jornal canadense National Post.

A equipe que cuida do caso confirmou a visita à família Frey mas negou relatos da mídia de que teria encontrado restos de outros dois corpos – segundo informações da imprensa divulgadas ontem, já seriam 18 o número de vítimas com restos encontrados na propriedade do criador de porcos.

Pickton – acusado de assassinar 15 das 63 mulheres desaparecidas desde a década de 1960 nas ruas de Downtown Eastside (Vancouver) – não tinha sido acusado pela morte de Frey, que desapareceu há cinco anos depois de se envolver com drogas e prostituição, informou o jornal.

Informações da família que ligavam o desaparecimento da filha à propriedade de Pickton foram dadas à polícia em 1998, mas apenas recentemente as investigações foram focadas no local.

A propriedade do criador de porcos canadense foi investigada pela polícia do Canadá ao longo de boa parte de 2002, no maior caso de assassinatos em série do país. As buscas na propriedade do criador de porcos continuam e devem prosseguir em 2003, segundo o National Post.

Fonte: Jornal de Brasília

Estudo mostra que paciência é mais do que uma virtude

0

25/11/2002 10h01 – Atualizado em 25/11/2002 10h01

CHICAGO, EUA (CNN) – Mais notícias ruins para pessoas com temperamento difícil. Pesquisadores anunciaram esta semana que descobriram uma correlação entre ter-se o sentido de urgência de tempo e impaciência e o aumento do risco de desenvolver hipertensão.

“Quanto maior a tendência à urgência de tempo e impaciência, maior o risco de desenvolver hipertensão”, disse o principal pesquisador, Dr. LeJingh Yan, à CNN. A descoberta aplica-se a adultos jovens que são impacientes e não dispõem de tempo suficiente para terminar aquilo que precisam fazer.

A hipertensão é um fator de risco significativo para doença cardíaca, derrame e muitos outros problemas de saúde.

Isto é importante porque mostra que a hipertensão não é só hereditária, segundo o Dr. Clyde Yancy, da Associação Americana do Coração.

O sentido de urgência de tempo e impaciência é considerado um componente da personalidade Tipo A, que a pesquisa relacionou a um risco maior de desenvolver doença cardíaca.

Este estudo foi o primeiro em que os efeitos do sentido de urgência de tempo e impaciência foram examinados. Pesquisadores de três universidades acompanharam 3.142 adultos por 13 anos. Os participantes tinham idades variando entre 18 e 30 anos quando o estudo começou – homens e mulheres afro-americanos e caucasianos.

Os participantes fizeram um exame inicial para avaliar o sentido de urgência de tempo e impaciência no início do estudo e também dois anos depois. Em visitas de acompanhamento, a relação com a hipertensão foi examinada.

Adicionalmente, os pacientes responderam a um teste de 10 perguntas – conhecido como questionário Framingham Tipo A, que inclui quatro perguntas sobre urgência de tempo e impaciência. Eis quatro das perguntas:

  • Você se aborrece quando tem que esperar?

  • Você come depressa?

  • Você costuma se sentir pressionado pelo fim do dia regular de trabalho?

  • Você costuma se sentir pressionado pelo tempo em geral?

O estudo também levou em conta diferenças de estilo de vida entre os participantes e descobriu que pessoas com alto sentido de urgência de tempo e impaciência correm um risco maior de sofrer de hipertensão, a despeito dos fatores de estilo de vida.

Os outros dois componentes principais das personalidades Tipo A são hostilidade, que outros estudos descobriram ser um fator de risco para problemas de saúde, e competitividade, que não se mostrou relacionada a problemas de saúde.

Pesquisador sugere mudança de comportamento

O Dr. Yan disse que as descobertas do estudo precisam ser confirmadas por outras pesquisas. Enquanto isso, segundo ele, os adultos jovens que têm tendência a ser impacientes devem modificar seu comportamento. O estudo sugere esta mudança como “uma nova forma de tentar cuidar do problema da hipertensão”.

A Dra. Nanette Wenger, da Universidade de Emory, lembrou que dois terços das pessoas no mundo são Tipo A e que o próximo passo é considerar a modificação de tal comportamento, o que pode trazer melhores resultados, segundo ela.

“As pessoas tendem a pensar no gerenciamento do estresse como controle dos danos”, disse Gene Ondrusek, psicólogo do Scripps Center for Executive Health, em La Jolla, na Califórnia. Em vez disso, ele sugere que as pessoas façam uma manutenção preventiva em seus corpos e mentes mais do que fazem em seus carros.

Ondrusek recomendou, para começar, que as pessoas saibam seu tipo de personalidade. Além disso, um melhor planejamento, exercícios e boa alimentação podem manter as pessoas agindo mais suavemente – tanto física quanto mentalmente.

O Dr. Peter Libby, do Brigham and Womendocument.write Chr(39)s Hospital, em Boston, disse que temer que as pessoas queiram modificar seu comportamento, em vez de tomarem os medicamentos receitados pelos médicos para a hipertensão. Ele enfatizou que não há evidências de que reduzir o estresse melhore os resultados dos pacientes.

As descobertas foram apresentadas na Reunião Científica anual da Associação Americana do Coração, e patrocinadas pelo Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue.

A hipertensão já foi chamada de “assassino silencioso”. De acordo com estatísticas do governo dos Estados Unidos, 50 milhões de norte-americanos sofrem de hipertensão e um terço deles não sabe disso.

Fonte: CNN

Lula deve evitar populismo, diz diretor do Fórum Econômico Mundial

0

25/11/2002 09h56 – Atualizado em 25/11/2002 09h56

Para o diretor-geral do Fórum Econômico Mundial, José María Figueres, o maior desafio do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, é “evitar que as pessoas próximas a ele e as circunstâncias o empurrem ao populismo”. Segundo ele, “a verdadeira ameaça para a democracia na América Latina vem do populismo”.

Ex-presidente da Costa Rica (94-98), Figueres, 48, considerou “uma lástima” a recusa de Lula a comparecer à Cúpula de Negócios da América Latina, vinculada ao Fórum Econômico, realizada no Rio na semana passada.

“Seria uma oportunidade de apresentar algumas de suas diretrizes para a economia e a área social”, afirmou Figueres. “Esses dois fatores se conjugam por meio da confiança. E confiança só se cria ao se compartilhar uma mensagem e expondo claramente o que se pretende fazer.”

Figueres argumenta que “o fato de Lula vir da esquerda não tem nada de mais, não é motivo para medo”. “Só se deve evitar a tentação do populismo.”

Ele refutou qualquer comparação do futuro presidente brasileiro com o venezuelano Hugo Chávez ou o cubano Fidel Castro. “Lula tem todas as condições de se assemelhar a Felipe González, um homem de um partido de esquerda, que assumiu o país em condições difíceis e promoveu a construção da Espanha moderna, tal como conhecemos hoje.”

Sobre os Estados Unidos: “”Se houver 150 pontos na agenda, a América Latina será o de número 200 [para o governo George W. Bush]. Simplesmente não estamos na agenda”, disse.

A comentar a formação da Alca (Área de Livre Comércio das Américas), Figueres foi irônico e resumiu da seguinte forma a atitude dos países desenvolvidos: “Meu mercado é somente meu, sobretudo na agricultura, e o teu mercado é nosso. Estou disposto a dividi-lo com você”.

Formado em engenharia em West Point, a mais importante academia militar dos EUA, e com pós-graduação em administração pública em Harvard, José María Figueres concedeu a entrevista à Folha durante a Cúpula.

Folha – O que o sr. achou da decisão do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, de não comparecer à cúpula, apesar de convidado duas vezes?

José María Figueres – É uma lástima, porque era uma oportunidade para Lula começar a apresentar algumas diretrizes diante da comunidade internacional, tanto do seu programa econômico como do social. Imagino que esteja muito ocupado com tudo o que diz respeito à transição, de forma que também precisamos compreender [a ausência].

Folha – Ausente, ele foi o personagem mais discutido e até algumas vezes atacado no encontro, mas não teve como se defender. O sr. concorda?

Figueres – Acredito que Lula não tenha sofrido críticas no sentido como conhecemos. O que existe é uma grande expectativa sobre como ele irá lidar com as obrigações que assumiu.

Por um lado, tem o compromisso do crescimento econômico e, por outro, tem a dívida social. A pergunta que se faz é como irá conjugar esses dois fatores. A verdade é que eles começam a juntar-se por meio da criação de confiança. E a confiança se cria, entre outras coisas, ao compartilhar uma mensagem e tendo clareza sobre o que se pretende fazer.

Folha – Uma pesquisa informal com cerca de 80 homens de negócios durante a Cúpula apontou que 15% não crêem que Lula complete seu mandato. O que o sr. pensa a respeito disso?

Figueres – A democracia na América Latina se fortaleceu muito nos últimos anos. Creio que, se estivéssemos vivendo não agora, mas 20 anos atrás, com uma décima parte dos desafios que enfrentamos na Argentina, no Brasil e outros países, estaríamos já sob governos militares.

O que percebo é uma mudança na tolerância dos povos da América Latina acerca do que se promete em campanha e o que se faz quando se assume o governo.

Até há poucos anos, era mais ou menos tolerável que um candidato tivesse uma mensagem na campanha e depois, ao assumir o governo, ao encarar a realidade, fosse obrigado a fazer outra coisa. Essa flexibilidade não existe mais.

Folha – O sr. falou em fortalecimento da democracia. No entanto, há sinais claros de convulsão na Venezuela, Colômbia, Paraguai…

Figueres – Não vejo ameaças à democracia que venham dos militares, porque estes estão em seus quartéis e finalmente compreenderam que governar é excessivamente complicado.

Nem penso que a ameaça à democracia venha nem de governos ou partidos de esquerda ou de direita. A verdadeira ameaça para a democracia na América Latina vem do populismo.

É nesse ponto que precisamos abrir muito bem os olhos e entender de uma vez por todas que o desafio do desenvolvimento é muito complexo. Se desenvolvimento fosse fácil, todos o teríamos alcançado. Não esperemos soluções mágicas.

As pessoas não estão dispostas a escutar promessas de soluções mágicas. O que querem é um claro caminho em direção ao futuro, que não haja corrupção e que haja clareza de objetivos.

Folha – Lula fez compromissos vagos durante a campanha e promete responsabilidade fiscal e combate à corrupção. Por outro lado, tem o compromisso de fazer um governo diferente em uma área chave no continente, a social…

Figueres – Essas são, obviamente, a grande incógnita e a grande expectativa que mantemos todos. Veremos…Como o presidente Lula fará para pagar a dívida econômica e a dívida social ao mesmo tempo? Como fará para manter o equilíbrio fiscal e aumentar o investimento social?

Sou otimista, acredito que Lula fará um bom governo. Ele demonstrou grande habilidade ao longo de sua trajetória política para compor interesses que aparentemente pareciam divergentes de forma interna, em seu partido, e para o público externo também.

Folha – Dissemina-se a impressão de que Lula possa abrir um caminho, estabelecer um novo modelo que não seja o do Consenso de Washington. O sr. acredita?

Figueres – Isso é fantástico. Que mal haveria nisso? Nenhum.

Folha – O fórum não poderia ter feito sugestões nesse sentido?

Figueres – O fórum não é para apresentar sugestões. Servimos como uma plataforma para discutir diferentes posições e para que as pessoas tirem suas conclusões. A verdade é que o Consenso de Washington -o qual, penso eu, não existe mais- deixou como herança um profundo respeito pelo equilíbrio macroeconômico. Pelas contas fiscais, pelas contas monetárias, pelas contas de comércio. Ninguém mais questiona esses pontos.

No que esse modelo falhou foi a questão social, porque não logramos os avanços que deveríamos ter obtido na luta contra a pobreza. Necessitamos buscar a maneira para fazer do desenvolvimento uma oportunidade empresarial. Que, em vez de um bilhão de consumidores, o mundo conseguisse colocar no papel de consumidores quatro bilhões de pessoas, que participassem das economias de seus países e de suas regiões.

Acontece que, com uma economia globalizada, como a que temos, há seis bilhões de habitantes, mas apenas um bilhão de consumidores. Isso não é sustentável. É uma bomba-relógio. O social já não pode ser secundário ao econômico. O social, ao lado do ambiental, tem a mesma importância que o econômico.

Folha – O discurso do presidente Chávez era esse e faliu. O que ocorreu na Venezuela se o discurso era adequado?

Figueres – Chávez falhou porque foi limitado na implementação. Para começar, não vejo na Venezuela nenhum respeito pelos princípios macroeconômicos.e tudo indica que caminha para uma guerra civil.

A capacidade de diálogo e, o mais importante, a vontade para o diálogo se perderam.

Folha – Houve setores políticos e do sistema financeiro que compararam ou seguem comparando Lula a Chávez.

Figueres – A comparação que precisamos fazer de Lula não é com Chávez e muito menos com Fidel [Castro”. A comparação a ser feita é com Felipe González [premiê da Espanha entre 1982 e 1996″.

Um homem que vem de um partido de esquerda, assume o poder
em um momento complicado e transforma muito mais do que todos esperavam, convertendo-se no arquiteto da Espanha moderna. Esse é o modelo a seguir. E o fato de que Lula venha da esquerda não tem nada de mais. Nem é motivo para que se tenha medo dele. O que teremos de evitar é que as pessoas próximas a ele e as circunstâncias o conduzam ao populismo.

Folha – Colocado assim, o Fórum Econômico Mundial não fica bem parecido com o Fórum Social Mundial?

Figueres – Se os dois fóruns trabalhassem juntos, se poderia fazer muito. Dar aos mercados o que é dos mercados. E acreditamos nos mercados. Mas é preciso revitalizar e fortalecer as instituições, para que sejam boas, para que os governos sejam bons e respondam às necessidades. Falhamos também ao não proporcionar uma melhor distribuição de riquezas em nossos países.

A América Latina não tem problemas apenas por ser um continente pobre. A América Latina é também o continente mais desigual de todos. A diferença de renda entre os de cima e os de baixo é a mais abismal entre os continentes. É uma vergonha. Enquanto não repartirmos melhor o que produzimos não vamos sair de convulsões e não vamos obter um crescimento sustentável.

Folha – E as relações com os EUA.? O que é preciso implementar?

Figueres – Reconheço a vitalidade de seus mercados e seu sentido de empreendedorismo. Depois de dizer tudo isso, tenho a impressão de que na agenda do governo norte-americano, se houver 150 prioridades, a América Latina será a de número 200. Ou seja, não estamos na agenda. A prioridade deles é outra.

Folha – A Alca é um bom negócio para o Brasil?

Figueres – É um bom negócio para todos os países, independentemente da etapa de desenvolvimento. É uma expectativa de abarcar os mercados para colocar seus produtos. Em acordos de livre mercado, é preciso haver regras mínimas de gradualidade, de assimetria, para reconhecer diferentes pontos de partida dos países, até que se caminhe para uma convergência.

Folha – Essa assimetria é possível na negociação com os EUA?

Figueres – Parece muito difícil. O que os países desenvolvidos nos têm dito nos últimos anos é: “Meu mercado é somente meu, sobretudo na agricultura. E o teu mercado é nosso, estou disposto a dividi-lo com você”.

É nesse item que teremos de começar a mudar as coisas. Lula, por ser de um partido de esquerda, por ser presidente do Brasil, eleito com maior número de votos no mundo [na realidade, o recordista é o americano Ronald Reagan, com 54.455.075 votos em 1984; Lula teve 52.793.364], por todas essas condições e pelo entorno mundial, tomara que faça o Brasil assumir a condição de liderança global para avançar nas questões de assimetria.

Folha – A maioria dos empresários ouvidos no fórum acredita que um governo Lula vai representar uma deterioração das relações com os EUA. Não é preocupante?

Figueres – Essa percepção pode ser mudada com os fatos. EUA e Brasil, por coincidências divinas, assumiram a liderança das negociações da Alca. Parece-me que há uma primeira oportunidade para estabelecer regras de jogo muito mais justas para os países em desenvolvimento.

Não estou dizendo que seja fácil. Mas que é absolutamente necessário.

A grande vantagem que temos nisso tudo é que a crise não é da América Latina nem muito menos do Brasil. A crise é global e afeta os países desenvolvidos. E, ao afetá-los, eles estarão dispostos a buscar soluções.

Fonte: Folha São Paulo

Presidente da IBM defende alíquota zero

0

25/11/2002 09h56 – Atualizado em 25/11/2002 09h56

Rogério Oliveira, novo presidente da IBM Brasil, vai engrossar o coro dos fabricantes de hardware, que devem manter a pressão sobre o governo federal para que a carga tributária sobre o setor seja reduzida. Mais agressivo que seus “colegas”, Oliveira é defensor da alíquota zero para exportação de hardware. “Não tenho dúvidas de que a medida traria crescimento para o setor e vantagens para o governo federal. Não acredito em perda de arrecadação”, defende. Ao contrário, o executivo afirma que o aumento nas vendas geraria um crescimento de arrecadação em outras áreas grande o suficiente para compensar, ou ultrapassar, eventuais perdas. Além dos impostos, Oliveira espera que o novo governo defina regras claras e específicas para o setor. “Isso é importante. A estabilidade nos permite defender melhor nossas posições junto à matriz e trazer mais investimentos para o País”, ressalta, lembrando que, hoje, a visão da corporação em relação ao mercado brasileiro – embora considerado um dos dez maiores para a big blue – está contaminada pelas análises feitas até aqui por agentes econômicos.

Fonte: Computer World

Campo Grande sediou no fim de semana um fórum sobre cultura

0

25/11/2002 09h53 – Atualizado em 25/11/2002 09h53

Campo Grande – Com a participação de representantes de 29 cidades sul-mato-grossenses reunidos no I Seminário do Fórum Estadual de Cultura, no fim de semana, nesta capital, foram elaboradas propostas para a política cultural do estado. Durante dois dias os participantes discutiram temas ligados a Artes Cênicas, Artes Plásticas e Gráficas, Fotografia, Cinema, Vídeo e Multimídia, Artesanato, Folclore, Biblioteca, Arquivo, Literatura, Museu, Música, Patrimônio Cultural, Pesquisa e Documentação Histórica.

Segundo o presidente da Fundação de Cultura, Carlos Porto, a iniciativa é “um grande exemplo que a sociedade organizada nos dá, participando ativamente da construção democrática de uma política que alavanque a cultura em Mato Grosso do Sul”. Ainda esta semana será redigido o documento “Por uma Política Cultural para Mato Grosso do Sul”, por meio dos subsídios apresentados pelos grupos temáticos. Ele será encaminhado ao Governo do Estado, à Secretaria de Meio Ambiente Cultura e Turismo (Semact), Fundação de Cultura, ao Conselho Estadual de Cultura e demais autoridades.

Fonte: Agência Brasil

Homem invade casa de ex-mulher, derruba bebê e leva filho

0

25/11/2002 09h50 – Atualizado em 25/11/2002 09h50

Ontem, por volta de 15 horas, na Rua Ilha do Marajó, 62, no Portal Caiobá, Edson da Silva Oliveira, de 32 anos, invadiu a casa da ex-mulher, Elenilva dos Santos, de 22 anos, e tentou levar os dois filhos á força. Descontrolado, Edson teria colocado os dois em sua bicicleta, mas a filha de dois meses acabou caindo e batendo a cabeça no chão. Mesmo assim, segundo a Polícia Militar, o homem teria levado o filho de dois anos.

Ao chegar ao local, os policias militares levarm o bebê para atendimento no posto de saúde da Coophavila II. O pai descontrolado, que mora na Rua Dina Sfat, 490, no Jardim Carioca, não foi encontrado pela polícia.

Fonte: MS Notícias

MS terá laboratório estadual para exames de DNA

0

25/11/2002 09h47 – Atualizado em 25/11/2002 09h47

Campo Grande – Com recursos de R$ 205 mil assegurados pelo Fundo de Investimento Social (FIS) para a compra de equipamentos, o laboratório de exames de DNA da Coordenadoria de Perícias da Polícia Civil entrará em operação até abril de 2003. Segundo o coordenador de Perícias, Edi Ederaldo de Almeida, a implantação do laboratório estadual, que garantirá o reconhecimento da paternidade por meio de exames gratuitos às pessoas carentes, é resultado da vontade política do governo de garantir os direitos fundamentais do cidadão, ampliando o leque de ações do Plano de Combate a Pobreza e Exclusão Social em Mato Grosso do Sul.

Embora a Coordenadoria de Perícias já atenda a população com exames de DNA gratuitos para reconhecimento de paternidade a pedido da Justiça, atualmente este serviço é realizado por uma empresa privada, o Instituto de Perícia Científica (IPC), com o qual o governo estadual firmou um contrato para atender os pedidos judiciais. Cada exame custa ao Estado R$ 450,00.

Segundo o coordenador de Perícias, já foram realizados 706 exames de DNA gratuitos para reconhecimento de paternidade e outros 100 testes serão feitos até o final de dezembro. Para o início de 2003 já está assegurada em contrato a realização de mais 300 exames de DNA para atender a Justiça gratuita e reduzir o acúmulo de 1.150 pedidos de testes de paternidade.

Fonte: Agência Brasil

error: Este Conteúdo é protegido! O Perfil News reserva-se ao direito de proteger o seu conteúdo contra cópia e plágio.