TSE começou apurar votos logo após fechamento das urnas
Após nove horas de votação, as seções eleitorais foram fechadas em todo o país. Quem ainda está na fila não precisa se preocupar. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garante o direito a votação de quem chegou à fila antes das 17h (horário de Brasília) e está dentro das seções.
Segundo o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, os eleitores que ainda estiverem na fila no horário limite estão recebendo senhas que garantirão o direito ao voto. “Obviamente, está tudo na normalidade para todos os eleitores e eleitoras que chegarem até as 17h. Serão distribuídas senhas para que se completem normalmente as eleições”, disse o ministro em entrevista coletiva no início da tarde.
Neste ano, o horário de votação em todo o Brasil foi unificado. Os eleitores das áreas sob o horário oficial de Brasília votaram das 8h às 17h. Esse horário vale para as Regiões Sul, Sudeste Nordeste, parte do Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal) e do Norte (Tocantins, Pará e Amapá).
Em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rondônia e na maior parte do Amazonas, que estão uma hora atrás do fuso horário de Brasília, a votação ocorreu das 7h às 16h, horário local. Os eleitores do Acre e de alguns municípios do oeste do Amazonas votaram das 6h às 15h, horário local. Em Fernando de Noronha, uma hora à frente de Brasília, as seções funcionaram das 9h às 18h.
Anteriormente, cada município seguia o horário local e realizava a votação entre as 8h e as 17h. Com a unificação dos horários em território nacional, os resultados podem começar a ser divulgados imediatamente após o fim da votação.
Até 2018, os resultados das eleições estaduais começavam a ser apresentados às 17h locais, mas os resultados das eleições presidenciais só eram divulgados a partir das 19h no horário de Brasília, porque era necessário esperar o Acre concluir a votação.
Apuração
Em sua página na internet, o TSE esclarece como se dá o processo de totalização. Quando a votação nas seções é finalizada, os dados são assinados digitalmente e gravados em uma mídia de resultado. O boletim de urna (BU), além de assinado, é criptografado. Em seguida, as mídias de resultado são encaminhadas ao local próprio para transmissão.
No caso das localidades de difícil acesso, como aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas, a transmissão é feita via satélite para o respectivo tribunal ou zona. Depois de receber os dados, os Tribunais Regionais Eleitorais iniciam a totalização dos votos (soma de todos os boletins de urna) e a divulgação dos resultados.
Foram 149 crimes de boca de urna e 127 de compra de votos
Balanço da Operação Eleições 2022 divulgado às 15h pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) contabiliza 663 crimes eleitorais e 250 prisões neste domingo (2). Foram apreendidos, com suspeitos, R$ 1,947 milhão; e 11 armas.
Dos crimes flagrados, 149 foram de crime de boca de urna; e 127 por compra de votos/corrupção eleitoral. Houve também 18 casos de pessoas que violaram ou tentaram violar o sigilo do voto. Segundo o ministério, houve 27 registros de transporte irregular de eleitores.
O Paraná é o estado com maior número de registros de crimes eleitorais, com um total de 71 registros. Em segundo lugar está Goiás, com 61 casos, seguido de Acre (47). Minas Gerais e Rio de Janeiro registraram 43 casos cada um, e o Pará registrou outros 41 casos de crimes eleitorais.
O ranking de prisões também é liderado pelo Paraná, com 33 casos. Pará e Paraíba registraram 25 prisões cada, seguidos do Amazonas (23), do Amapá (21) e de Minas Gerais (21).
Dos 67 casos de crimes comuns cometidos em locais de votação, 59 foram contra candidatos. Deste total, 24 foram cometidos no Rio de Janeiro. Em segundo lugar está Goiás, com seis casos; e a Paraíba, com quatro.
Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Foram montadas este ano seções em 181 cidades no exterior
Até as 12h de hoje (2), no horário de Brasília, a votação no primeiro turno das Eleições 2022 já havia se encerrado em 59 países, informou a Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os eleitores no exterior votam apenas para o cargo de presidente da República.
Neste ano, foram montadas seções eleitorais em 181 cidades estrangeiras.
Segundo a Justiça Eleitoral, mais de 697 mil eleitores estão aptos a votar no exterior, aumento de 39,21% em relação às eleições gerais anteriores, em 2018.
A organização das eleições no exterior, como o envio de urnas e a abertura de seções eleitorais, fica a cargo do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). O órgão informou que já começou a receber os primeiros boletins de urna provenientes de outros países.
A divulgação dos resultados oficiais, contudo, só deve começar às 17h.
Ministério da Justiça divulgou primeiro boletim da operação deste domingo de eleição, com 500 mil agentes de prontidão
O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou neste domingo, 2, que registrou 97 casos de compra de votos durante o dia de votação no primeiro turno das eleições. Adicionalmente, a operação identificou oito casos de boca de urna. Os números vão ser atualizados ao longo do dia.
Acompanhe em Oeste, a partir das 17h30 de domingo, a apuração de votos em todo o Brasil.
Ainda de acordo com o boletim do Ministério da Justiça, foram registradas sete ocorrências de transporte ilegal de eleitores até o momento.
Em um dos casos de compra de votos, um homem de 53 anos foi preso neste domingo em Macapá, no Estado do Amapá. Segundo a Polícia Militar local, o suspeito estava com mais de R$ 19 mil em uma mochila de entrega de refeição, além de anotações sobre um candidato ao cargo de deputado estadual.
A pena para o crime de compra de votos pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de multa. Caso se comprove o envolvimento dos candidatos, poderá haver a perda do mandato.
Operação de segurança neste domingo
A segurança das eleições cabe a cada Estado. Governadores enviaram o planejamento para o Ministério da Justiça, que atua na coordenação da operação nacional. Segundo a pasta, cerca de 500 mil policiais e agentes de segurança estarão de prontidão.
A Polícia Federal vai mobilizar todo o seu efetivo para a operação deste domingo. De acordo com a corporação, os agentes vão trabalhar em conjunto com as forças locais de segurança nos cartórios eleitorais, pontos de votação e de apuração dos votos, vias públicas e estações de transporte.
O foco da atuação é monitorar possíveis crimes eleitorais, como boca de urna, transporte ilegal de eleitores, manifestações violentas, entre outras ocorrências.
Candidato ao Governo do Estado, ele votará às 10h30 no Colégio Dom Bosco
Eduardo Riedel, candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, falou há pouco sobre a importância do voto para o fortalecimento da democracia no Brasil.
Para ele, o exercício da cidadania durante as eleições é a única forma do cidadão fazer valer sua vontade no campo político. “É fundamental que os sul-mato-grossenses exerçam a democracia indo votar, mostrando sua preferência, elegendo os candidatos que acredita serem os mais aptos para conduzir o Estado, gerar emprego e renda, trabalhar pela construção de um projeto de Estado moderno e inclusivo”, afirmou o candidato, que vota às 10h30 da manhã, no Colégio Dom Bosco (Avenida Mato Grosso 227).
Riedel lembra, ainda, que o eleitor deve ficar tento ao horário da votação, que em Mato Grosso do Sul será das 7h às 16h (horário local). O eleitor precisa estar atento a esta mudança para evitar eventuais transtornos e chegar a tempo em seu local de votação, que deve ser consultado com antecedência.
Para não haver desencontros, é importante que o eleitor se informe, com antecedência, sobre qual zona e seção exercerá o direito ao voto. Por isso, a Justiça Eleitoral disponibilizou canais pelos quais o eleitor poderá consultar seu local de votação.
ENDEREÇO DAS SEÇÕES ELEITORAIS O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) disponibiliza os endereços de todos os locais de votação do Estado através do seguinte link (https://www.tre-ms.jus.br/) . É recomendável realizar a consulta com antecedência para evitar eventuais transtornos.
E-TÍTULO Aplicativo móvel gratuito para os celulares, o e-Título funciona como a via digital do título de eleitor e serve para realizar a consulta, bastando entrar no aplicativo e, no menu principal, clicar em “Onde Votar”. Uma nova tela se abrirá, com os dados sobre a seção, zona e endereço. Além disso, um mapa será mostrado ao fundo, e indicará uma rota até o local para facilitar a chegada do eleitor ao local de votação.
PORTAL DA JUSTIÇA ELEITORAL Pelo portal do TSE há outra possibilidade: a consulta em “Autoatendimento do Eleitor”, disponível no alto do menu “Eleitor e Eleições”, a qual oferece uma série de serviços remotos, diretamente pelo computador, para que não seja necessário sair de casa. Neste caso, para realizar a consulta, basta clicar no ícone “Onde Votar” e preencher o formulário disponível com as mesmas informações pessoais para obter os dados do local de votação.
Uma foi feita pela internet e outra na cidade de Fernandópolis (SP)
O prêmio de R$ 317,8 milhões do concurso 2.525 da Mega-Sena será dividido entre duas apostas, uma feita pela internet e outra na cidade de Fernandópolis, no interior de São Paulo. Cada uma vai pagar um prêmio de R$ 158.926.894,27.
O sorteio foi realizado na noite desse sábado (1º), no Espaço da Sorte, localizado na cidade de São Paulo. As dezenas sorteadas foram: 04-13-21-26-47-51.
A quina registrou 814 apostas vencedoras; cada acertador vai receber R$ 33.910,24. A quadra teve 52.760 apostas ganhadoras, cada apostador receberá o prêmio de R$ 747,39.
O próximo sorteio será realizado na quarta-feira (5) e a estimativa é de um prêmio de R$ 3 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
Um levantamento do PoderData realizada de 25 a 27 de Setembro mostra que 86% dos eleitores consideram ter certeza do voto para presidente no próximo domingo dia (2)
Apenas 8% consideram trocar de candidato e 6% não souberam responder à pergunta.
No fim de julho, os eleitores que pretendiam mudar de candidato eram 80%.
Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) têm os votos mais consolidados.
Só 3% dos eleitores do presidente apontam para a possibilidade de escolher outro candidato; com o petista, são 6%.
O atual presidente recebeu 3.889 votos e o candidato do PT, Lula, ficou com 1.253
O atual presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) venceu o primeiro turno das eleições em Tóquio neste domingo (2) com cerca de 58% dos votos, segundo boletins das urnas eletrônicas divulgados logo após o fim da votação.
Bolsonaro recebeu 3.889 votos e o candidato do PT, Lula, ficou com 1.253 (18,5%), de um total de 6707 votos, incluindo brancos e nulos.
Os outros dois candidatos melhores posicionados foram Ciro Gomes (PDT), com 446 votos, e Simone Tebet (MDB), com 387.
Os resultados incluem a contagem de cédulas de papel de duas urnas de lona que foram utilizadas devido a problemas em urnas eletrônicas nas seções eleitorais 1787 e 1765.
Em Tóquio, 16.879 eleitores estavam aptos a votar, ou seja, houve uma abstenção de aproximadamente 60%.
Além de Tóquio, a votação ocorreu em outras sete cidades japonesas neste domingo, totalizando 76.570 eleitores cadastrados, um aumento de cerca de 25% em relação às eleições de 2018.
O resultado final e completo da votação em todo o Japão deve ser divulgado pelo TSE após o término do primeiro turno no Brasil.
Candidato do Partido Liberal compareceu à zona eleitoral vestindo camisa amarela e demonstrou confiança depois de votar
O presidente Jair Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo, 2, no Rio de Janeiro. O candidato à reeleição compareceu à zona de votação, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, logo na primeira hora de trabalhos.
Acompanhe em Oeste, a partir das 17h30 de domingo, a apuração de votos em todo o Brasil.
Para votar, Bolsonaro usou uma camiseta amarela, com uma bandeira do Brasil. “Em primeiro turno decide. Decide hoje as eleições”, afirmou o presidente a jornalistas, logo depois de votar na capital fluminense.
Eleito no segundo turno em 2018, com vitória sobre Fernando Haddad (PT), Bolsonaro tenta a reeleição depois de um mandato marcado pelo desafio do combate à pandemia do covid-19.
Prazo para apresentar pedidos de candidatura terminou em 15 de agosto
Os brasileiros que vão às urnas hoje (2) para o primeiro turno das eleições têm 11 opções de candidatos ao posto mais alto do país.
Caso algum postulante à Presidência da República obtenha mais de 50% dos votos válidos, será considerado vencedor do pleito. Do contrário, os dois que obtiverem mais votos disputarão o segundo turno.
Os partidos tiveram até o dia 15 de agosto para apresentar os pedidos de candidatura. Coube ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar os registros e dois nomes foram afastados do páreo.
Pablo Marçal, que travava uma disputa pelo comando do Partido Republicano da Ordem Social (Pros), foi impedido de concorrer à Presidência. Além disso, Roberto Jefferson (PTB) foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa e considerado inelegível.
A legenda substituiu sua candidatura, lançando Padre Kelmon, até então vice na chapa.
Ciro Gomes foi professor universitário
Ciro Gomes (PDT)
Nascido em Pindamonhangaba (SP), Ciro Gomes iniciou sua carreira política no Ceará, onde foi prefeito da capital Fortaleza entre 1989 e 1990 e governador do estado entre 1991 e 1994. Ele é filho do cearense José Euclides Ferreira Gomes Júnior, natural de Sobral (CE) e prefeito da cidade entre 1977 e 1983. Ciro tem outros dois irmãos que se embrenharam pela política: o senador Cid Gomes e o atual prefeito de Sobral, Ivo Gomes.
Em 1994, projetando-se na política nacional, Ciro assumiu o Ministério da Fazenda durante o governo Itamar Franco (1992-1994). Seu nome foi indicado pelo PSDB, seu partido na época. Ele foi ainda ministro da Integração Nacional entre 2003 e 2006, nomeado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sua trajetória política ainda inclui um mandato como deputado federal e dois como deputado estadual, todos pelo Ceará.
Ciro Gomes é formado em direito e foi professor de direito tributário na Universidade de Fortaleza (Unifor). Ele também desenvolveu estudos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, onde foi aprovado em processo seletivo para pesquisador visitante (visiting scholar).
Aos 64 anos, ele disputa a Presidência da República pela quarta vez: foi o terceiro mais votado nos pleitos de 1998 e 2018 e o quarto na disputa de 2002. Filiado ao PDT desde 2015, Ciro tem um histórico de trocas partidárias já tendo pertencido aos quadros de outras seis legendas, algumas já extintas ou renomeadas: PDS, PMDB, PSDB, PPS, PSB e PROS.
A candidata a vice-presidente na chapa é Ana Paula Matos (PDT), vice-prefeita de Salvador, eleita em 2020 na chapa encabeçada por Bruno Reis (União Brasil). Aos 44 anos, a soteropolitana é servidora concursada da Petrobras, advogada, professora, pós-graduada em finanças e com mestrado em administração.
Constituinte Eymael é advogado – Marcello Casal jr/Agência Brasil
Constituinte Eymael (DC)
Natural de Porto Alegre, José Maria Eymael cursou filosofia e direito na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). É advogado com especialização em direito tributário e atua como empresário há 50 anos nas áreas de marketing, comunicação e informática.
Como líder universitário, Eymael presidiu o Centro Acadêmico São Tomás de Aquino da Faculdade de Filosofia da PUC-RS e a Federação dos Estudantes de Universidades Particulares do Rio Grande do Sul. Nessas funções, coordenou campanhas nacionais e regionais como a do barateamento do livro didático.
Em 1962, ingressou no Partido Democrata Cristão (PDC) em Porto Alegre, passando a atuar na Juventude Democrata Cristã. A legenda, no entanto, foi extinta pelo regime militar implantado em 1964. Eymael refundaria a sigla em 1985.
Eymael foi deputado na Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição de 1988. Nestas eleições, ele se registrou como Constituinte Eymael, nome que constará nas urnas.
Aos 83 anos, é a sexta vez em que se candidata à Presidência da República. Ele disputou os pleitos de 1998, 2006, 2010, 2014 e 2018. O vice na chapa é o economista João Barbosa Bravo, de 75 anos, natural de São Gonçalo (RJ), registrado como Professor Bravo.
Felipe D’Avilla é cientista político
Felipe D’Avila (Novo)
Felipe D’Avila, nascido em São Paulo, é cientista político, mestre em administração pública pela Universidade de Harvard e coordenador do movimento Unidos Pelo Brasil. Também é autor de livros de história e política.
Essa é a primeira vez em que ele se candidata ao cargo de presidente da República. Mas o envolvimento com a política não é algo novo na tradição familiar.
D’Avila é neto de João Pacheco e Chaves, que presidiu o extinto Instituto Brasileiro do Café (IBC), foi secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e exerceu sete mandatos de deputado federal. Seu trisavô Elias Antônio Pacheco e Chaves foi um cafeicultor que também ocupou postos políticos relevantes na República Velha, no século 19.
Em 2008, Felipe D’Avila fundou o Centro de Liderança Pública. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos dedicada à formação de líderes políticos.
O candidato a vice-presidente na chapa é o deputado federal Tiago Mitraud (Novo-MG). Nascido em Brasília e formado em administração, ele tem uma trajetória marcante no Movimento Empresa Júnior, chegando à Presidência da Brasil Júnior, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores.
Jair Bolsonaro é militar reformado e atual presidente da República
Jair Bolsonaro (PL)
Nascido em 1955 no município de Glicério (SP) e registrado na cidade paulista de Campinas, Jair Messias Bolsonaro formou-se em 1977 na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Posteriormente, serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército. Militar reformado, tendo chegado a capitão do Exército, ele é atualmente o 38º presidente do Brasil, cargo que assumiu em 1º de janeiro de 2019.
Bolsonaro exerceu sete mandatos de deputado federal pelo Rio de Janeiro entre 1991 e 2018. Antes foi também vereador na capital carioca entre 1989 e 1991.
Três de seus cinco filhos também se embrenharam pela política. Carlos Bolsonaro é vereador na capital carioca, Eduardo Bolsonaro é deputado federal por São Paulo e Flávio Bolsonaro senador pelo Rio de Janeiro.
Ao longo de sua trajetória política, Bolsonaro integrou os quadros de nove partidos. Passou por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP e PSC. Em 2018, foi eleito presidente da República pelo Partido Social Liberal (PSL). Neste ano, candidatou-se à reeleição pelo PL.
O candidato a vice-presidente na chapa é Walter Braga Netto. Tendo alcançado o posto de general do Exército, ele atualmente é militar da reserva. Natural de Belo Horizonte em 1957, Braga Netto chefiou entre fevereiro de 2018 a janeiro de 2019, a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Na época, ele era comandante Militar do Leste, posto que ocupou até fevereiro de 2019, quando assumiu a chefia do Estado-Maior do Exército. Como integrante do governo comandado por Bolsonaro, ele foi ministro-chefe da Casa Civil e é atualmente ministro da Defesa.
Leo Pericles faz parte do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas
Leo Pericles (UP)
Leonardo Péricles é natural de Belo Horizonte e tem formação de técnico em eletrônica e mecânico de manutenção de máquinas pelo Colégio Padre Eustáquio, onde estudou como bolsista durante o ensino médio. Desde 2011, faz parte do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), organização que atua na defesa da reforma urbana. Há 10 anos, ela mora na comunidade Eliana Silva.
O presidenciável se aproximou da política no movimento estudantil no início dos anos 2000. Foi diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE) entre 2009 e 2010, quando estudava Biblioteconomia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), curso que não chegou a concluir. Antes de ingressar no ensino superior, também foi diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).
Em 2016, ele esteve à frente da fundação da Unidade Popular (UP), o mais novo partido do sistema político brasileiro. O registro que regularizou a legenda foi obtido junto ao TSE em dezembro de 2019, após uma campanha que recolheu 1,2 milhão de assinaturas, superando o exigido pela legislação.
Nas eleições municipais de Belo Horizonte em 2008, Leo Pericles foi candidato a vereador pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em 2020, concorreu como vice-prefeito na chapa liderada por Áurea Carolina (PSOL), e terminou o pleito em quarto lugar com 8,33% dos votos.
Em busca do cargo de presidente da República, Leo Pericles tem como vice em sua chapa a dentista Samara Martins, que também é da UP e de Belo Horizonte. A conterrânea e correligionária mora atualmente na periferia de Natal e trabalha no Sistema Único de Saúde. Sua trajetória política também está atrelada à militância no movimento estudantil. Ela foi diretora de mulheres da UNE.
Lula é metalúrgico e ex-presidente da Reública
Lula (PT)
Nascido em Garanhuns (PE), Luiz Inácio Lula da Silva se mudou ainda criança para o estado de São Paulo. Durante a adolescência, completou um curso de torneiro mecânico em uma unidade do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e, posteriormente, passou a trabalhar como metalúrgico na cidade de São Bernardo do Campo, quando também começou a se envolver com a atividade sindical.
No final dos anos 1970 e 1980, Lula liderou grandes greves de metalúrgicos da região do ABC paulista. Junto a outros sindicalistas, intelectuais e militantes de movimentos sociais, fundou o Partido dos Trabalhadores (PT).
Pela legenda, se tornou deputado da Assembleia Constituinte que aprovou a Constituição de 1988 e foi derrotado nas eleições presidenciais de 1989, de 1994 e de 1998. Foi eleito para o posto mais alto do país em 2002, tendo sido reeleito em 2006. Deixou a Presidência em 2010, sendo sucedido por sua então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que venceu as eleições com o seu apoio.
Em 2017, Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Em 2018, teve a prisão decretada pelo então juiz Sergio Moro. As condenações foram anuladas em 2021 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que a 13ª Vara Federal em Curitiba não tinha competência legal para julgar as acusações. O STF também considerou posteriormente que Moro agiu sem a devida imparcialidade no processo.
Aos 76 anos, Luiz Inácio Lula da Silva busca seu terceiro mandato como presidente. O candidato a vice em sua chapa é Geraldo Alckmin (PSB) que foi seu adversário na disputa de 2006. Nascido em Pindamonhangaba (SP), ele tem 68 anos, é médico e professor. Alckmin foi um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e ocupou os quadros do partido entre 1988 e 2021. Ele também foi constituinte e governou São Paulo em duas ocasiões: de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018.
Padre Kelmon é padre ortodoxo – Divulgação de Campanha/ Padre Kelmon
Padre Kelmon (PTB)
Nascido em Acajutiba (BA), Kelmon Luís da Silva Souza fundou e coordena o Movimento Cristão Conservador Latino-Americano. Ele também integra o Movimento Cristão Conservador do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).
Kelmon se intitula padre ortodoxo, embora a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia no Brasil tenha emitido notas afirmando que ele não é membro em nenhuma das suas paróquias, nunca foi seminarista nem integrou o clero. Em resposta, o candidato tem sustentado que pertence à Igreja Católica Apostólica Ortodoxa do Peru e é pároco na Ilha de Maré, em Salvador.
O nome de Padre Kelmon foi lançado pelo PTB em substituição ao de Roberto Jefferson, que era o candidato original e foi enquadrado pelo TSE na Lei da Ficha Limpa. Aos 45 anos, ele disputa sua primeira eleição e encampou na íntegra o plano de governo que já havia sido produzido.
No PTB desde 2020, Kelmon foi filiado ao PT na juventude. Ele é bastante ativo nas redes sociais, onde divulga para seus seguidores conteúdo com assuntos religiosos e políticos.
O vice em sua chapa é o Pastor Gamonal, também do Movimento Cristão Conservador do PTB. Ele é natural de São João de Meriti (RJ) e tem 50 anos.
Simone Tebet é professora universitária
Simone Tebet (MDB)
Nascida em Três Lagoas (MS), Simone Tebet formou-se em direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Completou seu mestrado em direito do Estado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e lecionou em universidades públicas e privadas de Mato Grosso do Sul nos anos 1990.
Ela se lançou na carreira política há cerca de 20 anos, seguindo os passos do pai. Ela é filha de Ramez Tebet, falecido em 2006. Político de larga trajetória, ele foi governador de Mato Grosso do Sul, ministro da Integração Nacional nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso e senador, tendo presidido a Casa de 2001 a 2003.
Simone Tebet foi eleita deputada da assembleia sul-mato-grossense em 2002 e prefeita de sua cidade natal em 2004. Reeleita em 2008, deixou o comando do executivo municipal em 2010 para ser vice-governadora de Mato Grosso do Sul. Em 2014, tornou-se senadora pelo MDB.
O nome de Tebet ganhou projeção nacional no ano passado após sua atuação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pelo Senado durante a pandemia de covid-19.
A candidata a vice-presidente na chapa é a também senadora Mara Gabrilli (PSDB), de 53 anos. Tetraplégica em decorrência de um acidente de carro em 1994, ela tem formação como publicitária e como psicóloga. Mara foi vereadora da capital paulista de 2007 a 2010, após ter sido secretária municipal da Pessoa com Deficiência, de 2005 a 2007. Exerceu também dois mandatos como deputada federal, entre 2011 e 2019.
Sofia Manzano é a professora e economista
Sofia Manzano (PCB)
A candidata à Presidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB) é a professora e economista Sofia Manzano, nascida em 1971 na cidade de São Paulo. Graduada em ciências econômicas pela PUC-SP, é mestra em desenvolvimento econômico pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutora em história econômica pela Universidade de São Paulo (USP).
Assumiu o cargo de professora do curso de economia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) em 2013, mudando-se para Vitória da Conquista. Nos últimos anos, vem se dedicando a pesquisas sobre mercado de trabalho e desigualdade social no capitalismo.
Sua militância no PCB teve início durante a campanha presidencial de 1989. Nas eleições de 2014, ela foi candidata à Vice-Presidência na chapa liderada pelo correligionário Mauro Iasi.
Participando ativamente do movimento estudantil, Sofia Manzano foi dirigente do Centro Acadêmico Leão XIII, na PUC-SP, e participou em vários congressos da UNE. Posteriormente, Sofia integrou alguns sindicatos de professores, chegando a ser eleita vice-presidente da Associação de Docentes da UESB entre 2015 e 2016.
Sua chapa tem como candidato a vice-presidente Antônio Alves, de 42 anos, jornalista natural do Recife filiado ao PCB desde 1999. Ele fez parte de movimentos políticos culturais engajados na busca de solução para os problemas da comunidade. Militou no Núcleo Malcolm X (célula do Movimento Negro Unificado em Paulista) e organizou a Posse Resistência Hip Hop – Paulista Zona Norte, grupo de jovens periféricos que trabalhavam diversos temas de luta, recuperação da autoestima e valorização cultural.
Soraya Thronicke é advogada
Soraya Thronicke (União Brasil)
Natural de Dourados (MS), Soraya Thronicke tem 49 anos e é advogada. Ela estreou na política nas eleições de 2018, quando foi eleita senadora pelo seu estado concorrendo pelo PSL. No ano passado, a legenda se fundiu com o Democratas (DEM), dando origem ao União Brasil.
Soraya formou-se em direito na Universidade Anhanguera Educacional (UNAES), em Campo Grande, onde foi aluna de Simone Tebet. Realizou cursos de pós graduação em direito tributário e em direito de família e passou a atuar nessas áreas.
Junto com seu marido, ela também comanda uma rede de motéis na capital de Mato Grosso do Sul.
Cinco anos depois, foi eleita senadora pelo PL. No Congresso, ela é atualmente coordenadora política da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e também é membro de de oito comissões.
O candidato à Vice-Presidência na sua chapa é Marcos Cintra, também do União Brasil. Aos 76 anos, ele é vice-presidente da Fundação Getulio Vargas (FGV). Formado em economia, ele tem especialização em planejamento econômico pela Unicamp. Foi deputado federal entre 1999 e 2003, quando participou das comissões de Finanças e Tributação e de Reforma Tributária e presidiu a Comissão de Economia, Indústria e Comércio. Em 2019, ocupou o cargo de secretário especial da Receita Federal.
Vera é cientista social
Vera (PSTU)
Vera Lúcia é natural de Inajá (PE), mas se mudou ainda criança com a família para Aracaju. Atualmente, aos 54 anos, mora em São Paulo.
Ela começou a trabalhar aos 14 anos, alternando funções de garçonete, faxineira e datilógrafa. Iniciou sua militância quando trabalhava em uma fábrica de calçados, aos 19 anos.
Filiada ao PT por um curto período, Vera Lúcia participou da fundação do PSTU em 1994, figurando nos quadros da sigla desde então. Com atuação no movimento sindical, Vera também tem formação em ciências sociais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).
Já foi candidata uma vez ao governo de Sergipe, quatro vezes à prefeitura de Aracaju, uma vez à prefeitura de São Paulo e duas vezes à Câmara dos Deputados, mas nunca conseguiu se eleger. Em 2018, disputou pela primeira vez a Presidência da República, conquistando 0,05% dos votos.
Sua chapa tem como candidata à Vice-Presidência a indígena Kunã Yporã (Raquel Tremembé). Da etnia Tremembé, Kunã tem 39 anos e é pedagoga. Ela integra a Associação de Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (Anmiga) e é membro da Secretaria Executiva Nacional da Central Sindical e Popular Conlutas.
Cargos serão disputados por 27.964 candidatos no país
Mais de 156 milhões de brasileiros estão habilitados a ir às urnas nos 26 estados e no Distrito Federal neste domingo dia (2), das 8h às 17h (horário de Brasília).
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), haverá votação em 5.570 cidades do país e em 181 localidades no exterior.
Cinco cargos estão em disputa: deputado federal, estadual ou distrital, senador, governador e presidente da República.
De acordo com dados do TSE mais de 27,9 mil candidatos vão disputar cadeiras nas eleições proporcionais no Brasil. Destes, 10,6 mil concorrem ao cargo de deputado federal, 16,7 mil disputam uma vaga de deputado estadual e 610 querem uma vaga no Parlamento distrital.
Os candidatos das eleições majoritárias são 1.285, segundo dados do TSE. No total – eleições proporcionais e majoritárias – são cerca de 29,3 mil.
Pelo sistema majoritário – no qual ganha aquele que recebe mais votos – serão escolhidos 27 governadores, 27 senadores e um presidente da República. Se nenhum dos candidatos atingir mais de 50% dos votos válidos, os dois mais votados na primeira etapa disputam o segundo turno das eleições.
Pelo sistema proporcional, serão eleitos 513 deputados federais para a Câmara dos Deputados, além de deputados estaduais e distritais para as 26 assembleias legislativas dos estados e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Para saber o nome dos que vão ocupar as vagas, a conta é diferente. É preciso aplicar os chamados “quociente eleitoral e o quociente partidário”.
O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os brancos e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Apenas partidos isolados que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.
Na prática, para saber quem foi eleito, é necessário, primeiramente, ter o resultado de quais foram os partidos políticos vitoriosos para, depois, dentro de cada sigla que obteve um número mínimo de votos, verificar quais foram as candidatas e candidatos mais votados.
Cinco cargos estão em disputa.
Funções
O presidente da República e os governadores são os chefes dos respectivos poderes executivos federal, estadual ou distrital. São eles que administram, organizam e conduzem toda a estrutura da administração pública sob sua responsabilidade, durante os quatro anos de seus mandatos.
A eles também cabe, entre outras atribuições, propor leis para a respectiva esfera do Poder Legislativo para normatizar e implementar políticas e realizar obras públicas em benefício da população.
Os senadores compõem a chamada Câmara Alta do Congresso Nacional, que tem 81 assentos. No Senado Federal, cada uma das 27 unidades da federação tem três assentos com mandatos de oito anos.
A principal função dos senadores é revisar os projetos de lei que são propostos e votados na Câmara dos Deputados antes de seguirem para a sanção presidencial. Os senadores também podem elaborar projetos de lei que serão revistos pela Câmara dos Deputados. Com os deputados federais, os senadores formam o plenário do Congresso Nacional, que tem a competência de promulgar emendas constitucionais e analisar vetos presidenciais às normas elaboradas pelas casas legislativas.
Também é de responsabilidade dos senadores sabatinar, entre outros, os indicados a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e de demais tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União (TCU), a procurador-geral da República, corregedor-geral de Justiça, a presidente e diretores do Banco Central e diplomatas chefes de missões diplomáticas.
Nova Zelândia dá início às votações para eleições brasileiras de 2022
Estão aptos para votar no país cerca de 686 eleitores brasileiros; votação é apenas para Presidente da República
Por Jovem Pan
01/10/2022 16h49 – Atualizado em 01/10/2022 16h50
MOURÃO PANDA/O FOTOGRÁFICO/ESTADÃO CONTEÚDO
Os votos são apenas para o cargo de presidente e serão computados e enviados para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Brasileiros que estão na Nova Zelândia já podem votar para as eleições de 2022. A 16 horas a frente do fuso horário brasileiro, o país abriu as votações às 8h de domingo no horário local, o que corresponde às 16h deste sábado, 1, no Brasil. O processo de votação no exterior segue o horário de cada país. Por conta disso, os 686 eleitores brasileiros que estão na Nova Zelândia poderão votar até 1h de domingo no Brasil, horário que corresponde 17h do domingo em Wellington, capital da Nova Zelândia. Os votos são apenas para o cargo de presidente e serão computados e enviados para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para serem somados com os da votação realizada em solo brasileiro. O mesmo ocorrem em outros países com urnas brasileiras.
O número de brasileiros aptos a votar no exterior para as eleições de 2022 cresceu 39,21% em comparação com o pleito de 2018. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), estão registrados no cadastro eleitoral 697 mil eleitores, que poderão votar para presidente da República e vice, única modalidade de votação para quem está fora do país. Já em 2018 havia 500 mil eleitores nesta situação. O atual dado também é maior (96,81%) em relação às eleições de 2014, quando 354.184 eleitores estavam aptos a votar no exterior. Dos atuais 697 mil eleitores, 59% são homens. Sobre à escolaridade, 42% (292,7 mil) têm curso superior completo. Em relação à faixa etária, 14,41% (100,4 mil) do eleitorado no exterior têm entre 40 a 44 anos. O prazo para pedir para votar no exterior foi encerrado em maio.
A ocorrência foi registrada e entregue na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira, em Dourados (MS)
Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira recuperaram na manhã deste sábado, uma máquina escavadeira hidráulica que havia sido furtada no município de Itaporã.
Durante o policiamento ostensivo da Operação Hórus na linha de Fronteira do Brasil com o Paraguai, os militares localizaram o veículo abandonado às margens da rodovia MS-165, no município de Paranhos (MS).
Os militares do DOF avistaram o caminhão em atitude suspeita e resolveram averiguar, onde constataram o ilícito
Uma equipe de policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira apreendeu, na noite de ontem dia (30/09), um caminhão Mercedes Bens de cor azul, com placas afixadas da cidade de Cianorte (PR) carregado com 450 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai.
Ao todo foram apreendidos 22 mil e 500 pacotes do produto.
DOF/Sejusp
A ação ocorreu durante um patrulhamento ostensivo da Operação Hórus na cidade de Mundo Novo, em uma ação policial conjunta com a Força Tática do 12º BPM.
A ocorrência foi então entregue na Receita Federal de Mundo Novo, juntamente com o caminhão e a carga de cigarros.
O prejuízo estimado ao crime foi de um milhão, cento e setenta e cinco mil reais.
Neste domingo, dia 2 de Outubro, acontecem as Eleições Gerais, que definirão representantes para os cargos de deputado estadual e federal, senador, governador e presidente da República. Com isso, os eleitores devem ficar atentos a algumas recomendações para o momento da votação. Confira:
Em todo o país, o início da votação obedecerá ao horário de Brasília, com início às 8h e encerramento às 17h, mas em Mato Grosso do Sul a população vai votar das 7h às 16h. O Tribunal Regional de MS orienta aos cidadãos para que não deixem para última hora, pois esse prazo não será estendido. Antes de sair de casa, o eleitor deve ainda conferir o seu local de votação. A consulta pode ser feita pelo site do TRE-MS ou aplicativo e-Título.
Quais documentos posso levar para votar?
A apresentação do título de eleitor é dispensável na seção, porém o cidadão precisará apresentar um documento oficial com foto, que pode ser carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira de reservista, dentre outros.
Regras quando o eleitor estiver na cabine de votação
O Tribunal Superior Eleitoral proíbe o uso de celulares na cabine de votação. O TSE também proibiu o porte de armas nas imediações das seções eleitorais durante o pleito.
O acesso de celulares e demais equipamentos de gravação ou transmissão na cabine eleitoral são proibidos. Agora, os eleitores deverão desligá-los e entregá-los aos mesários, junto com o documento de identificação, antes de se dirigirem à urna eletrônica.
O que é considerado crime eleitoral?
De acordo com o Código Eleitoral, cidadãos podem ser presos no dia das Eleições em caso de flagrante delito e sentença criminal condenatória por crime inafiançável. Entre as práticas ilegais que podem levar a detenção está o crime de boca de urna, que se caracteriza pela tentativa ostensiva de convencimento que uma pessoa venha a fazer em relação a outros eleitores no dia da eleição.
Pode ser considerado boca de urna no dia da eleição: distribuir material de campanha, fazer carreata ou passeata, usar jingle ou som alto, fazer manifestações coletivas com outros eleitores no dia da votação ou qualquer outra ação que busque influenciar o voto de outra pessoa.
Além das práticas acima citadas, crimes que, se ocorrerem, podem levar à detenção do cidadão, além da boca de urna, são: o transporte irregular de eleitores, a perturbação do local de votação, tentativa de quebra de urna e outros
MS tem mais de 300 denúncias sobre campanha eleitoral irregular
Até esta sexta-feira (30), Mato Grosso do Sul registrou 306 denúncias de campanha eleitoral irregular no Estado, sendo seis delas em Três Lagoas. As queixas em MS foram feitas pelo Pardal, aplicativo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Conforme as estatísticas do aplicativo do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), todas as denúncias em MS são sobre propaganda eleitoral irregular. Em oito dias, o Estado teve 73 novas queixas.
Campo Grande concentra 48% das queixas, sendo 149 no total. Dourados é a segunda com maior número de denúncias, são 32 registradas até esta sexta-feira (30).
Confira onde foram registradas as denúncias em MS:
Amambai 7
Aparecida Do Taboado 1
Aquidauana 1
Aral Moreira 3
Bandeirantes 2
Campo Grande 149
Chapadão Do Sul 1
Coronel Sapucaia 3
Corumbá 14
Costa Rica 1
Coxim 3
Deodápolis 4
Douradina 8
Dourados 32
Eldorado 3
Itaquiraí 1
Ivinhema 12
Jardim 2
Laguna Carapã 3
Maracaju 3
Miranda 2
Mundo Novo 5
Naviraí 4
Nova Andradina 1
Paranaíba 4
Ponta Porã 6Rio Brilhante 19
Rio Verde De Mato Grosso 4
Sidrolândia 2
Três Lagoas 6
Posso ser preso se for flagrado bebendo no domingo de eleições em MS?
A Lei Seca é uma determinação que terá vigor neste domingo, 1º Turno das Eleições 2022, das 3h às 16h, de acordo com o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul).
A determinação também vale para o 2º Turno das Eleições, caso aconteça, no dia 30 de outubro. Mas, afinal, o que ela significa? Posso consumir bebidas alcoólicas nas ruas? Em casa?
Com a determinação da Lei Seca, fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas em bares, restaurantes, conveniências, lanchonetes, hotéis e estabelecimentos comerciais e similares, bem como em locais abertos ao público em Mato Grosso do Sul.
No entanto, é permitido consumir em casa. Os supermercados e conveniências também estão autorizados a vender as bebidas, mas não podem permitir o consumo no estabelecimento, nem a aglomeração.
Em publicação, o TRE-MS também explica que o descumprimento da determinação caracterizará a prática do crime de desobediência previsto no Código Eleitoral.
“Alerte-se a população que se apresentar publicamente em estado de embriaguez constitui contravenção penal (art. 62 da Lei das Contravenções Penais) e que promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais constitui crime (art. 296 do Código Eleitoral)”, diz.
Lei Seca: garantir a ordem
A determinação acontece devido à necessidade de atuação preventiva das autoridades públicas para garantir a ordem e a tranquilidade das Eleições.
Segundo o TRE, ‘de modo a propiciar a segurança dos eleitores e a normalidade da votação, pois o consumo de bebidas alcoólicas, no dia das eleições, acarreta transtornos e compromete a boa ordem dos trabalhos eleitorais e o exercício democrático do voto’.
Conforme a assessoria jurídica da AMAS (Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados), a leitura e interpretação literal dessa portaria permite concluir que a venda/comercialização de bebidas em supermercados e conveniências está liberada.
Confira a nota da AMAS:
“A AMAS pontua que orientação abrange a comercialização de bebidas alcoólicas, com a ressalva de que o CONSUMO (ingestão) dessas bebidas nos estabelecimentos, permanece ABSOLUTAMENTE PROIBIDO.
A entidade também recomenda que os supermercados providenciem cartazes de orientação e informem a seus colaboradores e clientes que, apesar da venda, o consumo naquele local estará proibido.
A AMAS reforça, com base na Portaria 10/2022/CRE-MS, do TRE MS, que os supermercados poderão vender bebidas alcoólicas no dia das Eleições, sendo vedado, porém, que tais produtos sejam consumidos em suas instalações, bem assim em seus arredores, nas vias públicas, com o intuito, portanto, de se evitar aglomerações com consumo dessas bebidas”.
Com que roupa eu posso votar?
Faltando apenas um dia para as eleições, diversas dúvidas começam a surgir entre os eleitores. Uma das mais comuns está relacionada a quais roupas pode ou não usar na hora de votar. Afinal, é permitido ir de bermuda e chinelo? E com a camiseta do candidato?
Existe uma série de regras previstas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que devem ser cumpridas na hora da votação. Esse conjunto de normas inclui permissões e proibições sobre o tipo de vestimenta que deve ser usada por mesários e fiscais e, claro, também pelos eleitores em geral.
Sobre o chamado ‘dress code’, não existe um específico determinado pelo TSE. Ou seja: o eleitor pode ir votar de bermuda e chinelo. E até mesmo descalço. O TSE autoriza que os eleitores entrem na sessão de votação sem nenhum calçado. O Tribunal também permite que o eleitor use broches, adesivos, camisetas de partidos ou candidatos, mas tudo de maneira individual e silenciosa, para não caracterizar propaganda ou boca de urna, considerado crime eleitoral.
No entanto, só não é permitido que o eleitor entre no seu local de votação sem camisa ou com roupa de banho, como biquíni, maiô e sunga. Já os mesários devem ir vestidos de maneira mais formal.
Posso entrar acompanhado na cabine de votação?
É comum que pais entrem acompanhados com filhos para votar. A legislação eleitoral não impede isso – desde que não atrapalhe o sigilo do voto.
Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem ir à cabine acompanhadas, sem aviso prévio ao juiz eleitoral.
Posso levar ‘colinha’?
Sim, pode. No entanto, ela deve ser impressa. Este ano, não é possível levar celular para votação.
Candidatos encerram campanha de 1º turno neste sábado
Esta é a agenda dos 11 candidatos à Presidência para este sábado.
Ciro Gomes (PDT): às 15h terá carreata em Fortaleza.
Constituinte Eymael (DC): agenda não divulgada.
Felipe D’Avila (Novo): às 14h30 participa de carreata em São Paulo.
Jair Bolsonaro (PL): às 10h faz motociata em São Paulo, às 16h15 faz motociata em Joinville (SC) e às 19h faz live.
Leo Pericles (UP): às 8h30 faz caminhada na zona leste de São Paulo e às 15h no vale de Ocupações do Barreiro (MG). vale de Ocupações do Barreiro (MG).
Lula (PT): às 11h faz caminhada na Rua Augusta, em São Paulo.
Padre Kelmon (PTB): não tem agenda pública.
Simone Tebet (MDB): às 10h encontro de encerramento do primeiro turno da eleição na Quadra da Caprichosos do Piqueri em São Paulo.
Sofia Manzano (PCB): sem atividades de campanha.
Soraya Thronicke (União): às 12h faz caminhada no Mercado Municipal de São Paulo eàs 13h30 visita o Bar da Onça.
Vera (PSTU): às 10h participa de caminhada na Rua 25 de Março em São Paulo e às 18h30 participa de live com o Coletivo 4P.
Divulgação de resultados iniciará tão logo seja encerrada a votação
O eleitor deve ter atenção redobrada neste domingo dia (2), pois diferentemente de pleitos anteriores, o período de votação para as Eleições 2022 foi unificado em todo o país e seguirá somente o horário de Brasília, não mais levando em consideração diferenças de fuso horário.
A decisão pela unificação foi tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda em dezembro, sob a justificativa de que, dessa maneira, será possível iniciar a apuração e a divulgação de resultados logo após o fim da votação, sem a necessidade de se aguardar os estados com fuso mais atrasado.
Com a decisão, no próximo domingo todas as seções eleitorais do país estarão abertas das 8h às 17h no horário de Brasília. Somente poderão votar após as 17h de Brasília os eleitores que já estiverem na fila.
Horário das votações segundo o TSE – Arte/ EBC
Nos estados que seguem fuso horário diferente daquele de Brasília, o horário local de abertura das urnas será adequado. É o caso de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e parte do Amazonas, onde a votação ocorrerá de 7h às 16h, no horário local.
No Acre e em algumas seções eleitorais do Amazonas, as urnas abrirão e fecharão com duas horas de antecedência. Nesse caso, a votação ocorrerá das 6h às 15h. Já na ilha de Fernando de Noronha, onde o fuso é uma hora adiantado em relação a Brasília, as urnas devem ficar abertas de 9h às 18h.
Divulgação
A previsão do TSE é que a divulgação de resultados seja iniciada tão logo seja encerrada a votação. Os números poderão ser acompanhados, por exemplo, pelo aplicativo de celular Resultados, disponíveis nas lojas Android e iOS. A Justiça Eleitoral também criou uma página na internet especificamente para este fim.
Para votar, basta apresentar um documento oficial com foto
O eleitor poderá exercer seu direito de voto, neste domingo (2), com apenas um documento oficial com foto.
Pode ser carteira de identidade, carteira de motorista, passaporte, certificado de reservista, identidade funcional emitida por órgão de classe e até carteira de trabalho.
Veja aqui a lista completa de documentos válidos para votar.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esses documentos poderão ser usados ainda que a data de validade esteja vencida.
As certidões de nascimento ou de casamento, por outro lado, não valem como prova de identidade na hora de votar. Não há, portanto, obrigatoriedade de levar o título de eleitor, que muitas vezes a pessoa nem consegue localizar em casa no dia da eleição, por ser um documento pouco usado no cotidiano.
No entanto, é fundamental saber o local de votação, como zona e seção eleitoral. Por isso, ter o título em mãos pode ser útil, mas essa informação pode ser facilmente consultada na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet.
O eleitor também tem a opção de votar apresentando o e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral em que é possível consultar e baixar o próprio título de eleitor, em versão digital, e acessar serviços como emissão de certidões de quitação eleitoral, consulta de local de votação e até fazer a justificativa para a ausência, caso não possa votar. O aplicativo pode ser baixado nas lojas de aplicativo do celular ou tablet.
Se a pessoa já tiver feito o cadastramento biométrico (com as impressões digitais) na Justiça Eleitoral, o perfil no e-Título virá acompanhado de uma foto. Nesse caso, não é preciso nem apresentar um documento oficial com foto, pois o mesário poderá atestar a identificação no momento do voto. A imagem do eleitor só aparecerá no e-Título se ele tiver feito o cadastro biométrico. Caso a fotografia não apareça, será necessário levar também um documento oficial com foto na hora de votar.
Vale lembrar que o TSE proibiu este ano que o eleitor ingresse na cabine de votação portando celular, máquina fotográfica, filmadora ou similar.
Então, mesmo que apresente documentação digital no celular, como e-Título ou outro documento de identificação válido, após a confirmação da identidade, o aparelho ficará com o mesário enquanto o eleitor procede a votação.
Pelas regras vigentes, os mesários devem perguntar ao eleitor, antes de votar, se está portando algum dos aparelhos em questão, que podem interferir no sigilo do voto. Se a resposta for afirmativa, o objeto deve ser entregue até a conclusão do processo de votação.
Caso contrário, a mesa receptora deve impedir que a pessoa vote, registrar em ata os detalhes da situação e acionar a força policial e o juiz eleitoral. Os tribunais regionais eleitorais têm autonomia para usar detectores de metal portáteis para impedir o uso de equipamentos eletrônicos na cabine de votação.
Os cursos foram promovidos pela SMS por meio do Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS) no Sindicato dos Servidores Públicos Municipal de Três Lagoas (SSPM)
A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria de Municipal de Saúde (SMS), já iniciou as atividades em alusão ao “Outubro Rosa”, sendo que nos dias 29 e 30 (quinta e sexta-feira) foram oferecidos dois cursos para profissionais da Rede. Durante todo o mês a SMS promoverá ações voltadas para servidores e população feminina.
O “Outubro Rosa” é um movimento que tem como objetivo principal alertar a todos a respeito do câncer de mama e da importância de um diagnóstico precoce, contribuindo para o tratamento e a redução da mortalidade.
Entre os temas abordados estavam “Rastreamento do câncer de mama. Quando e como devo solicitar exames?”, ministrada pelo médico Dr. Luiz Otavio Zucca Cassilhas (Médico Mastologista), voltada para médicos e o outro para enfermeiros, “Importância da fase pré-analítica na qualidade dos esfregaços cervicovaginais” ministrada pelo Dr. Márcio Ventura (Patologista). Ao todo participaram das capacitações 69 servidores.
e acordo com a coordenadora do NEPS, Jamila de Lima Gomes, o intuito da capacitação foi fortalecer o conhecimento dos profissionais da Rede a respeito do tema e outras formações serão ministradas até o fim do mês.