A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico COVID-19 desta quinta-feira (19).
CONFIRA O BOLETIM COMPLETO
A Prefeitura de Três Lagoas, por meio do setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico COVID-19 desta quinta-feira (19).
CONFIRA O BOLETIM COMPLETO
O governo do Mato Grosso do Sul anunciou, hoje (19), a intenção de reduzir em dois pontos percentuais a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado dos consumidores residenciais e comerciais de energia elétrica.

Segundo o governador Reinaldo Azambuja, a medida, que ainda precisa ser aprovada pela Assembleia Legislativa estadual, vigorará pelo tempo que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantiver acionada a bandeira vermelha, a mais cara do sistema instituído em 2015 para permitir ao consumidor calcular o quanto ele pagará por kilowatt-hora (kWh) consumido em determinado período.
Dividida em dois patamares (1 e 2), a bandeira vermelha está em vigor em todo o território nacional desde maio. Em junho, a Aneel acionou o patamar 2. Segundo a agência reguladora do setor elétrico, o menor volume de chuvas durante o período úmido dos anos 2020/2021 prejudicou os principais reservatórios d´água e, consequentemente, a produção hidrelétrica, exigindo o acionamento do parque termelétrico, o que encarece a produção.
A proposta do governo sul-mato-grossense de reduzir o ICMS é inédita e, segundo Azambuja, atende a pedidos de entidades representantes do setor produtivo, beneficiando a todos os consumidores.
“Desde maio, o Brasil está na bandeira vermelha por causa da crise hídrica. A energia cara acaba impactando os custos de produção de alguns segmentos econômicos e também o orçamento doméstico. Por isso, vamos encaminhar esse projeto com urgência para começar a valer em setembro”, afirmou o governador, apostando que os deputados estaduais aprovarão a iniciativa.
O projeto de lei que ainda será enviado à Assembleia Legislativa prevê a redução do percentual do ICMS cobrado de pequenos consumidores (1 a 200 kWh) dos atuais 17% para 15%. Para os que consomem de 201 a 500 kWh, a alíquota cairá de 20% para 18%. Já para aqueles cujo consumo mensal ultrapasse os 501 kWh, o percentual passará de 25% para 23%.
Em nota, o governo estadual informou que deixará de arrecadar cerca de R$ 18,4 milhões em ICMS caso a proposta seja aprovada. Consultada pela Agência Brasil, a secretaria estadual de Fazenda informou que “o dimensionamento da redução da alíquota foi calculado na exata medida da receita tributária extra advinda do aumento da base de cálculo pela cobrança da bandeira vermelha”. Ou seja, de acordo com a própria pasta, o impacto financeiro para os cofres públicos será “zero”.
Representante da Associação Brasileira da Cidadania e do Consumidor de Mato Grosso do Sul (Abccon) no conselho estadual de Consumidores da Área de Concessão da Energia (Concen), Erivaldo Pereira Marques disse à Agência Brasil que a proposta é boa, mas tímida.
“Esta iniciativa é positiva, mas é só um começo. Seria importante discutirmos o porquê da redução apenas na bandeira vermelha, apenas esporádica. Por que não discutirmos, de forma transparente, sua aplicação em todas as tarifas. Temos que amadurecer esta discussão e nacionalizá-la para que haja uma redução da tarifa básica”, comentou Marques.
Coordenador do Programa de Energia e Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Leite também defendeu que a iniciativa sul-mato-grossense sirva de exemplo para que outras unidades federativas “adotem medidas ainda mais agressivas”.
“O Idec entende que a medida é adequada, mas deveria ser mais ampla. Isso não só devido ao peso cada vez maior das tarifas de energia sobre o orçamento da maioria das famílias brasileiras, como pelo fato de a cobrança de ICMS sobre o valor das bandeiras tarifárias ser ilegal, já que o fato gerador do imposto deve ser a circulação de mercadorias (mudança de titularidade) ou a prestação de serviços. Portanto, o ICMS deveria ser norteado pela energia efetivamente usada pelo consumidor, não pela cobrança de uma taxa, como é o caso da bandeira”, argumentou Leite.
(*Agência Brasil)
A Polícia Civil, através do Setor de Investigações Gerais (SIG), recuperou nesta quarta-feira (18), um celular roubado em Três Lagoas.
Conforme nota divulgada à imprensa, os investigadores realizavam diligências pelo Bairro Novo Oeste, quando obtiveram êxito em localizar o aparelho celular, roubado no dia 19 de fevereiro deste ano.
O aparelho estava com uma mulher, de 32 anos, que afirmou aos policiais ter comprado o celular de uma conhecida, que está viajando pelo valor de R$ 500.
INVESTIGAÇÕES
Ainda segundo a polícia, as investigações prosseguem no sentido de identificar os autores do roubo.
Já a mulher com quem foi apreendido o aparelho celular, poderá responder por crime de receptação.
Denúncias poderão ser realizadas através dos telefones 67.3929.1173 ou 67-9.9226.8210(WhatsApp).
Uma mulher de 28 anos foi presa nesta quarta-feira (18), por Policiais Militares na cidade de Bataguassu. Ela estava foragida do sistema prisional.
Conforme o boletim de ocorrência, os militares realizavam rondas pela área central quando avistaram a mulher. Pelo fato dela já ser conhecida no meio policial e por não estar com a tornozeleira eletrônica que deveria estar usando, ela foi abordada para fins de checagem.
Durante consulta, foi constatado que ela estava como evadida do sistema prisional, pois havia rompido a tornozeleira eletrônica, impossibilitando seu monitoramento.
Diante dos fatos, a mulher foi presa e apresentada à Delegacia de Polícia Civil para devidas providências.
Projeção de entregas de doses estima 131,4 milhões de doses de vacina Covid-19 em dois meses
epois de ultrapassar a marca de 200 milhões de doses de vacina Covid-19 distribuídas para todo o Brasil, têm mais vacinas chegando por aí. O Ministério da Saúde conseguiu antecipar a chegada de mais 3,9 milhões de doses para o mês de agosto. Com a nova previsão de entregas, publicada nesta quinta-feira (19), o mês deve fechar com 68,8 milhões.
Por conta da antecipação de doses, a expectativa é que os laboratórios entreguem 62,6 milhões de vacinas no mês de setembro. São 131,4 milhões de doses em dois meses.
Para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a antecipação de doses mostra o empenho do Governo Federal de vacinar toda a população adulta, com pelo menos uma dose, até o fim de setembro. “Todas as ações são planejadas de maneira cuidadosa. Avançamos muito, e vamos avançar ainda mais. Peço que a população brasileira confie no Ministério da Saúde, porque nós estamos trabalhando de maneira diuturna para que a nossa campanha seja um sucesso”, destacou o ministro.
Até o momento, 207,1 milhões de doses já chegaram aos estados e municípios para uma campanha de vacinação forte e célere. Dessas, 168 milhões já foram aplicadas, sendo 117 milhões de primeira dose e 51,1 milhões de segunda dose ou dose única da vacina.
Fernando Brito
Ministério da Saúde
Policiais Militares da Força Tática prenderam uma homem, de 36 anos, por descumprir medida de urgência e ameaça, em Três Lagoas.
Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram acionados a comparecerem em uma residência, localizada no Bairro Vila Terezinha, onde em contato com a vítima, uma idosa de 71 anos, relatou que seu filho seria usuário de drogas e constantemente faz ameaças contra ela e demais familiares.
A vítima ainda afirmou aos policiais, que o acusado passou a exigir dinheiro para comprar drogas e diante da recusa, ele, de posse de um facão artesanal, passou a proferir ameças de morte, intimidando, inclusive a irmã, que é portadora de necessidades especiais.
Ela apresentou também aos militares cópia da medida protetiva de urgência contra o autor, expedida pela 3ª Vara desta Comarca.
Diante dos fatos, o acusado foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para às providências.
Iniciativa irá contribuir com a educação de alunos e alunas dos municípios de Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas
A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, ampliou o Programa Suzano de Educação para mais quatro municípios de Mato Grosso do Sul. Além de Ribas do Rio Pardo, a iniciativa irá apoiar a melhora na qualidade do ensino nos municípios de Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas, beneficiando cerca de 25 mil estudantes de 60 escolas da rede pública de ensino.

O Programa Suzano de Educação investe na qualidade do ensino público, por meio do desenvolvimento profissional dos educadores e do envolvimento comunitário com foco na aprendizagem dos estudantes. Para isso, o programa atua de forma conjunta com secretarias de educação, escolas, estudantes, famílias e comunidade para enfrentar os desafios educacionais e construir, em parceria, soluções para Educação.
“Essa parceria criada com os municípios está alinhada com a nossa estratégia de trabalhar de forma colaborativa com a comunidade, melhorando o acesso à educação, fomentando o desenvolvimento sustentável das regiões e contribuindo para a geração de renda e qualidade de vida nas regiões vizinhas às nossas operações. Na Suzano, nós seguimos o direcionador de que ‘Só é bom para nós se for bom para o mundo’ e acreditamos que não há caminho mais eficiente para melhorar o presente e o futuro da nossa sociedade do que investir na educação”, ressalta Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.
Em 2020, o Programa Suzano de Educação beneficiou mais de 200 mil estudantes da rede pública de ensino em cerca de 900 escolas municipais de seis estados brasileiros (Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará e São Paulo). A iniciativa também está vinculada a um dos compromissos da companhia, que é de aumentar o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) em 40% nos municípios prioritários da empresa.
Neste ano, além de trabalhar diretamente com as equipes da Secretaria de Educação, o programa também atuará com diretores e coordenadores das escolas e com professores(as) de língua portuguesa (anos finais) e de matemática (anos iniciais e finais) por meio de cursos de Ensino à Distância (EAD). Outro destaque para o Programa em 2021 é a integração direta de novos atores ao eixo de participação social, com representantes da Secretaria de Saúde e de Assistência Social, potencializando as ações com as famílias e comunidades no território.
“A implementação do Programa Suzano de Educação tem um potencial de assegurar o direito à educação de qualidade e formação continuada, incentivando à autonomia não apenas dos estudantes, mas de toda a comunidade. Para isso, atuamos na melhoria na qualidade de ensino, buscando levar para além dos muros das escolas discussões sobre importantes temas, como saúde, assistência social, cidadania e meio ambiente”, completa Gabriel.
E-BOOK
A metodologia de trabalho do Programa Suzano de Educação parte do Diagnóstico educacional de um grupo de municípios que possuem proximidade geográfica e características sociais semelhantes e que juntos integram os ADE (Arranjos de Desenvolvimento da Educação). No final de 2020, foi lançado o primeiro e-book de Boas Práticas do programa em que foram reunidas as ações e experiências dos gestores educacionais em ADE que se destacaram no período. Ainda no último ano, o PSE realizou ações de suporte aos municípios no processo de transição para o ensino remoto.
Sobre a Suzano
A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br
(*) Performa Comunicação
Em Três Lagoas, o resultado da pesquisa agradou um grupo de advogados apreciam o nome da candidata oposicionista Rachel Magrini ao comando da OAB/MS
Levantamento do Itop (Instituto TopMídia de Pesquisa) aponta que a candidata de oposição, Rachel Magrini, lidera a corrida pela sucessão da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso do Sul), com 33%. O candidato da situação, Luís Cláudio Alves Pereira, o Bitto, tem 31%.
A terceira candidata, Giselle Marques, também de oposição, tem 4%, de acordo com a pesquisa divulgada pelo TopMídiaNews. O índice de indecisos ainda é alto, 28%, enquanto 3% não votariam em nenhum dos três candidatos.
A pesquisa foi realizada com 600 advogados nos dias 2 e 3 deste mês e com margem de erro de 4% para mais ou menos. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pergunta feita foi: “Se as eleições da OAB/MS fossem hoje, e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para presidente?”
De acordo com o levantamento, Rachel também lidera na espontânea, com 21%, contra 18% de Bitto e 2% de Giselle. Já 56% ainda não definiram o candidato a presidente da OAB/MS que vai suceder o atual presidente, Elias Mansour Karmouche.
A pesquisa vai na contramão do levantamento feito pelo Instituto Ranking, que apontou Bitto com 38,43%, Rachel com 27,14% e Giselle com 9,57%. A margem de erro é de 5% para mais ou menos.
Bitto é conselheiro federal da OAB e vai para a eleição de novembro como o candidato de Mansour Elias Karmouche. Rachel Magrini foi secretária geral na gestão de Leonardo Avelino Duarte. Giselle corre por fora como candidata independente.
Considerada um dos pilares da democracia, a OAB/MS só elegeu uma mulher presidente, Elenice Pereira Carille, em 1990. Desde então, nos últimos 30 anos, os advogados de Mato Grosso do Sul nunca elegeram uma mulher para comandar a entidade. Rachel tem chance de quebrar esse tabu após três décadas.

Em Três Lagoas, o resultado da pesquisa agradou um grupo de advogados apreciam o nome da candidata oposicionista Rachel Magrini ao comando da OAB/MS. A advogada criminalista Simone Siqueira, que inclusive concorreu à presidência da subseção da OAB no município vibrou com os números apontados na pesquisa.
Siqueira fez questão de registrar ao site Perfil News sua satisfação. “Estamos construindo uma aliança forte para disputar a presidência da 2a subseção da Ordem que é composta também por Selvíria e Brasilândia. Novas lideranças políticas estão surgindo. Vamos surpreender e fazer ‘Uma Nova Ordem’. A OAB voltará a ser a Casa da Advocacia e, ocupará sua função de guardiã da cidadania. Temos mais de 50% de advogados indecisos, conforme a notícia veiculada. Conclamo a todos que participem e aguardem o novo. Em breve teremos um pré-candidato que proporcionará o valoroso exercício da democracia. Três Lagoas ocupará o lugar de prestígio que merece neste cenário da política classista”, finalizou.
Ricardo Ojeda, com informações de Edvaldo Bittencourt
(*) O Jacaré
A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) da Prefeitura de Três Lagoas convida toda a população para prestigiar a II Seminário da Campanha “Agosto Lilás”, que acontecerá dia 31 de agosto, às 8h.
Com o tema “Empodere-se”, o evento acontecerá de forma online, sendo transmitido pela página oficial da SMAS no Facebook. Na ocasião, a secretária da pasta, Vera Helena Arsioli Pinho, fará a abertura da Conferência, apresentando o resumo das ações realizadas na campanha deste ano em Três Lagoas, abrindo espaço para autoridades locais e entidades parceiras do “Agosto Lilás” fazerem suas considerações.
O promotor de Justiça da 13ª Promotoria de Justiça Pública de Dourados, Dr. Izolino Gonçalves de Assunção Junior será o palestrante do Seminário. Bastante atuante no enfrentamento à violência contra a mulher, o promotor debaterá assuntos referentes à Lei Maria da Penha, dados e estatísticas no Estado e descreverá suas experiências no assunto.
A transmissão acontecerá do plenário da Câmara de Vereadores.
A Secretaria Municipal de Finanças, Receita e Controle (SEFIRC) de Três Lagoas divulgou nesta quinta-feira (19), o resultado da Consulta Pública do Plano Plurianual 2022 – 2025.
Além da votação de metas do plano de governo em que cada um dos 163 participantes, a grande maioria (62,5%) com idade de 30 a 59 anos e do sexo feminino (52,2%), os participantes ainda deram mais 68 sugestões que serão levadas aos departamentos responsáveis para análise.
O diretor de Finanças e Controle, Reinaldo Anjos, explica que na votação das áreas os participantes poderiam escolher uma, duas ou votar em todas as propostas apresentadas. “Este resultado servirá como base para a elaboração do PPA 2022-2025 e do orçamento de cada ano, sendo de grande importância a participação de todos no processo”, disse.
Fazem parte das 26 áreas: Indústria, Comércio e Serviços; Turismo; Agronegócio; Parque Tecnológico; Cidade mais Conectada; Integração Estratégica: Programa Qualifica Três Lagoas; Infraestrutura, mobilidade e paisagismo urbano; sustentabilidade e meio ambiente; administração e Gestão Pública; Iniciativa para os servidores; cidadãos conectados e bem atendidos; + Participação Social; Infraestrutura Educacional; Escola em tempo integral; Educação e Tecnologia; Ensino Participativo; Valorização dos Profissionais de Educação; Boas Práticas de Gestão; Informatização e Agilidade no Atendimento; Calendário de Ações Preventivas; Assistência Social; Habitação; Esporte e Cultura.
Na área da Assistência Social por exemplo, o fortalecimento da rede de proteção social às famílias foi o tema com maior votação (68,01%). Já na área Educação e Tecnologia a Implantação de novas plataformas tecnológicas educacionais recebeu 73,6% dos votos.
Para ter acesso a todas as áreas e as sugestões dos participantes clicar abaixo:
No início deste ano, 9 alunos receberam o certificado de Assistente de Assistente de Produção Industrial
Ontem (18), o Instituto AIPI, mantido pela International Paper, promoveu, de forma remota, a formatura da 6ª Turma do Formare da unidade de Três Lagoas. Este ano, 09 jovens concluíram o curso e conquistaram o certificado de Assistente de Assistente de Produção.
Em 2018, 212 profissionais da IP foram educadores voluntários, formando 50 alunos. Em Três Lagoas, o Formare certificou 10 jovens no curso de Assistente de Produção de Indústria de Papel. Atualmente, a empresa conta com vários ex-alunos contratados.

Desenvolvido pela Fundação Iochpe, o Programa Formare foi implantado na International Paper em 2010 e hoje está presente nas unidades de Mogi Guaçu e Luiz Antônio, no estado de São Paulo, e Três Lagoas, no estado do Mato Grosso do Sul.
“Acreditamos que o sucesso do nosso negócio está diretamente ligado ao talento e ao engajamento dos profissionais”, afirma Suzana Kaneco, gerente geral da fábrica de Três Lagoas da International Paper. De acordo com ela, a IP tem como compromisso identificar, preparar, promover e apoiar estes jovens, oferecendo benefícios, desafios, oportunidades e amplo reconhecimento. “Por isso, adotamos a formação interna como uma estratégia eficiente de desenvolvimento das pessoas e da organização. O Formare é um bom exemplo disso”, confirma a gerente.
Adriana Vasone Ferrazoli, da equipe de expansão e parcerias com empresas na Fundação Iochpe, participou do evento e deixou sua mensagem aos jovens formandos. “Tenho muito orgulho desse trabalho que é feito por muitas mãos e corações. Vocês agora fazem parte de um grupo de mais de 24 mil jovens que já se formaram neste projeto. Aproveitem a oportunidade e sonhem alto”.
Os educadores voluntários e os mentores, que são responsáveis pela formação dos alunos ao longo de dez meses do Formare, foram homenageados durante o evento virtual, pelo comprometimento e trabalho que realizam com os jovens durante o ano. “Hoje, somos mais de 200 voluntários na IP envolvidos em diversas causas. É uma honra ter essas pessoas em nossa equipe, que dedicam seu tempo para a formação de jovens com tanto potencial”, enfatizou Luciana Huneke, presidente do Instituto AIPI.
A executiva aproveitou o momento para agradecer o apoio das famílias. “Às famílias dos nossos formandos, não poderia deixar de agradecer pela parceria e por sempre incentivarem estes jovens a nunca desistirem. Vocês são peças fundamentais para que essa engrenagem funcione com perfeição e harmonia”.
Marcos Emanuel, orador da turma, falou sobre a oportunidade de cursar o Formare AIPI. “Esse curso abriu um leque de opções, não só para mim, mas para a maioria dos alunos, nos mostrando como é o funcionamento de uma empresa grande, as oportunidades e as possíveis áreas de atuação. Aprendemos sobre o processo produtivo do papel e conseguimos concluir o Formare com muita garra e orgulho de ter participado de um programa tão especial”.
Em seus 14 anos de existência, o Instituto AIPI investiu mais de R$ 13 milhões em projetos diversos, com mais de 320 mil pessoas impactadas em todo o Brasil. De acordo com Luciana, esses resultados mostram que, mesmo nas adversidades, quando nos unimos em torno de uma grande causa, tudo é possível. Esse é o papel do Instituto e da IP, transformar a realidade por meio da educação.

Sobre o Instituto AIPI
O Instituto AIPI é mantido pela International Paper do Brasil e tem como foco investir em projetos de transformação nas comunidades. Em 2020, o Instituto passou a atuar em uma única causa, a educação para cidadania, por meio de dois pilares: “despertar a cidadania”, oferecendo formas, conteúdos e capacitação para as escolas e centros de formação para que trabalhem temas que despertem a proatividade e a responsabilidade da cidadania nas pessoas; e “gerar transformação”, identificando, selecionando e capacitando pessoas com potencial para impulsionar seus projetos de transformação social nas comunidades em que a empresa atua.
O Instituto é responsável por projetos que impactam as comunidades e que estimulam cada vez mais a formação de cidadãos ativos, oferecendo a estrutura necessária para que uma boa intenção vire uma boa ação.
G&A Comunicação – Karen Coehen
Com o aumento da vacinação no Estado os números de casos e mortes de Covid-19 tiveram redução acentuada desde o mês passado e agosto apresenta uma queda de 34% de casos registrados comparado ao mesmo período de julho. Com este cenário positivo a única preocupação dos especialistas é com a variante Delta.
No boletim divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde) mostra que em 19 de agosto já foram confirmados 8.601 casos de covid no mês, enquanto que no mesmo período de julho foram 13.221 (casos), uma queda de 34%. Na comparação com junho, que foi o pior mês do ano, a redução chega a 72%.
Nas últimas 24 horas no Estado foram registrados 11 mortes e 375 novos casos, o que inclusive está abaixo da média do mês (agosto), que é de 452 (casos) diários. A queda também é acentuada no número de pacientes internados por covid no Estado, tendo uma redução de 45% em relação a julho e 66% na comparação com o mesmo período de junho.
Com os dados positivos a preocupação se concentra na variante Delta, que gerou aumento de casos na Europa, Estados Unidos e já tem efeitos e predominância no Rio de Janeiro.
“Estamos em uma corrida, o avanço da variante Delta no País, em contrapartida com o avanço da vacinação. Esta vai ser nossa guerra nos próximos meses. Temos que avaliar as respostas das vacinas contra variante e se será necessário revacinar ou acelerar a segunda dose”, descreveu a médica infectologista, Mariana Croda.

Vacinação em MS
Mato Grosso do Sul segue como destaque nacional na vacinação contra covid, estando nas primeiras colocações no ranking entre os estados tanto na aplicação da primeira como da segunda dose. Um dos fatores é a distribuição dos imunizantes aos 79 municípios, em menos de 12 horas.
Segundo o “Vacinômetro” já foram aplicadas no Estado 2.772.026 doses no Estado, sendo a primeira dose e dose única em 67,89% da população. Este percentual chega a 89% se levar em conta a população adulta. Já em relação a imunização completa se chega 39,06% (população geral) e 52,170% (população adulta).
A SES também requisitou ao Ministério da Saúde a necessidade de uma terceira dose de vacina em idosos a partir de 60 anos. O estudo realizado pela secretaria revelou que de fevereiro a maio deste ano, o grupo adquiriu imunidade contra o coronavírus, porém, após esse período houve aumento quanto ao número de casos e de óbitos para este público específico.
Policiais Militares Ambientais de Bataguassu autuaram nesta quarta-feira (18), um empresário em R$ 12 mil por incêndio em área de pastagem. A ação ocorreu durante trabalhos preventivos na ‘Operação Prolepse’.
Os policiais realizavam vistorias nas propriedades rurais do município de Ribas do Rio Pardo (MS), quando flagraram o incêndio.
Conforme os policiais, eles foram informados pelo responsável da propriedade de que havia autorização ambiental para o desmatamento e conversão em área de pastagem, no entanto, segundo a PMA, a queima controlada está proibida por 180 dias no Estado, inclusive, para quem possuía licença e não havia realizado a queima.
O infrator foi informado quanto a proibição de queima e orientado a realizar a extinção do incêndio. A equipe mediu a área incendiada com uso de GPS que perfez 12 hectares. As atividades foram interditadas. Contra o infrator, de 60 anos, foi confeccionado um auto de infração administrativo e arbitrada multa de R$ 12 mil.

Policiais Militares do Grupamento Especial Tático de Motos (GETAM), recuperaram nesta quarta-feira (18), um veículo furtado, em Três Lagoas.
Conforme o boletim de ocorrência, os militares receberam informações do Centro de Operações (COPOM), relatando o furto de um veículo VW Santana, que estava com uma carretinha. Ele havia sido furtado próximo a Aden.
De posse das informações, os policiais intensificaram o patrulhamento pela região, localizando o automóvel, abandonado na Rua Wilson Carvalho Viana, no Bairro Jardim Eldorado.
O carro foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.
João Maia, embaixador institucional da Fundação Dorina, é o homem por trás das lentes que mostrará os jogos, a acessibilidade e cultura do Japão
Com uma história de superação e resiliência, João Maia é um homem surpreendente. O fotógrafo com baixa visão é embaixador institucional da Fundação Dorina Nowill para Cegos, para os Jogos Paralímpicos de Tóquio. Ele desembarca no Japão, no dia 19 de agosto, para mostrar a cultura, acessibilidade, e os bastidores da competição.
O piauiense João Maia, de Bom Jesus, vai tirar fotos, gravar vídeos e fazer stories para as redes sociais da Fundação Dorina. As competições Paralímpicas e os bastidores dos jogos serão os principais conteúdos publicados por ele. Mas, as suas lentes também mostrarão outros temas, como a cultura japonesa – uma curiosidade para os ocidentais. Outro assunto a ser registrado é a acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão no Japão.
Além de mostrar a viagem e produzir conteúdo, essa iniciativa tem o objetivo de dar visibilidade e pautar a sociedade sobre temas relacionados às pessoas cegas ou com baixa visão. O próprio João Maia é um exemplo de pessoas que lidam com os desafios da acessibilidade, e carrega consigo uma trajetória de superação e resiliência. Após perder a visão, já adulto, realizou o sonho de se tornar fotógrafo.
O trabalho da Fundação Dorina vai além de promover a inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão. Além de oferecer atendimento personalizado, de acordo com as necessidades individuais, a instituição procura inspirar a todos com os aprendizados de Dorina de Gouvêa Nowill, que batalhou pelo direito à acessibilidade aliado à realização de sonhos e projetos de cada um.
“Ter o João como embaixador institucional e representante nos Jogos Paralímpicos é comemorar também o trabalho realizado pela Fundação Dorina com o objetivo de promover a autonomia de pessoas cegas e com baixa visão”, comenta Francisco H. Della Manna, presidente da Fundação Dorina Nowill para Cegos.
“Desde a perda da minha visão, enfrentei uma longa jornada até aqui. E, a Fundação Dorina surgiu para me mostrar que existiam muitas possibilidades para a minha história. Por lá, conheci e utilizei os serviços de habilitação e reabilitação, e com o tempo adquiri mais autonomia. Hoje, sou um fotógrafo, mesmo com a ausência de um sentido que eu acreditava ser essencial para exercer essa profissão”, conta João Maia, embaixador institucional da Fundação Dorina Nowill para Cegos.
Histórico de superação e conquistas
João Maia perdeu a visão aos 28 anos, devido a uma uveíte bilateral.
Na Fundação Dorina, João encontrou apoio para conviver com a nova realidade, com tratamento gratuito adequado.
Para capturar as imagens, João (foto) utiliza a audição, tato, olfato, percepção de vultos e cores.

A perseverança no sonho de ser fotógrafo foi além do imaginado. Em 2016, o profissional conseguiu atingir um grande marco para a sua carreira, com a cobertura dos Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro. As imagens feitas por ele mostram diversas competiçõesde corrida de atletismo sobre rodas, ciclismo, judô, futebol, natação, entre outros.
“Naquele momento, eu não me considerei um herói por ser um fotografo com baixa visão, mas pude ter certeza da minha competência como um profissional qualificado e capaz. Não tenho dúvidas que cobrir os Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro, foi um grande momento na minha vida. E, como diz o poeta Augusto Branco, a realização de todo feito extraordinário, consiste em ter um sonho e acreditar nele”, conta João Maia, embaixador institucional da Fundação Dorina Nowill para Cegos.
Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos
A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 75 anos se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional.
Responsável por um dos maiores parques gráficos de braille no mundo, com capacidade de impressão de até 450 mil páginas por dia, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.
A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, sites acessíveis, audiodescrição e consultorias especializadas. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. Mais detalhes: https://www.fundacaodorina.org.br.
Mais informações sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos para a imprensa:
Advice Comunicação Corporativa
Agosto é um mês especial, principalmente para os amantes da arte. Hoje celebramos o Dia da Fotografia e o precursor desta arte na Cidade, Feres Zaguir, se estivesse entre nós, completaria 101 anos no dia 30 de agosto.
Saudoso por todos que o conhecem na Cidade, Feres fundou o primeiro Photo da Cidade com o seu nome (Photo Zaguir), em 1936, permanecendo na função de registrar histórias e celebrações importantes para os seus clientes que tanto dedicou sua vida por exatos 69 anos, quando o estabelecimento fechou em decorrência da sua morte, em 21 de junho de 2005.
A filha Jamile Aparecida Dugaich Zaguir lembra que seu pai iniciou a profissão muito jovem, aos 16 anos de idade, se dedicando profundamente à profissão, beneficiando a Cidade com fotos incríveis que hoje fazem parte do acervo do Município.
“Tudo que se tem registro de fotografias em Três Lagoas se deve ao fotógrafo Feres Zaguir. Meu pai fotografava a história da Cidade por amor, com esmero e muita dedicação”, conta.
Segundo Jamile, um fato curioso sobre a história do pai é que ele colocava a câmera no lombo e saia pela Cidade, de bom coração e gratuitamente, registrando todos os edifícios que estavam sendo erguidos.

“Meu pai sempre foi um apaixonado pelo ofício. Ele trabalhava no Photo atendendo os seus clientes com fotos 3×4 e celebrações e dali tirava a remuneração do seu trabalho. Porém tudo que ele fez referente a Cidade foi gratuitamente, por amar Três Lagoas e por acompanhar o seu desenvolvimento desde a abertura do Photo até a data do seu falecimento”, lembrou.
Ferez Zaguir é retratado pela filha como sendo um homem muito culto, engraçado, esteio da família Zaguir, que sempre se preocupou com a família, amigos e era muito bem quisto na Cidade pela sua palavra e por amar festas.
“Meu sonho hoje é ver o nome do meu pai em um museu da Cidade. Fiz até uma promessa que, se meu pai tiver o seu nome em um museu, eu doarei todo o acervo dele para o local e espero realizar isso em vida um dia”, finalizou.
Transformar a dor em uma ação positiva, ainda que em meio a processos muito difíceis, foi a experiência vivida pelo economista Persio Davison, de 73 anos. Da trágica morte de seu filho, Pedro Davison, atropelado por um motorista alcoolizado na chamada faixa presidencial do Eixão Sul, em Brasília, ele viu surgir, em todo o país, um movimento de conscientização e de mudanças de atitudes que, desde então, ajudam a melhorar as estatísticas de ciclistas mortos no trânsito.

Todos os esforços de conscientização culminaram na criação do Dia Nacional do Ciclista, em 19 de agosto.
“O Dia Nacional do Ciclista, para nós, é o dia da morte de nosso filho. Por outro lado, é, para a sociedade, um dia de conscientização e de busca por novos caminhos para a mobilidade. Um dia para lembrar que todos temos de ser protetores de todos, e que a realidade só será menos trágica se nos respeitarmos. Um dia para lembrar que temos o mesmo direito de respeito pela escolha sobre como queremos nos locomover”, disse Persio à Agência Brasil.
Foi no dia 19 de agosto de 2006 que, após participar de um churrasco em comemoração ao aniversário da filha Lulu, de 8 anos, que Pedro, aos 25 anos e com um curso de biologia recém-concluído, optou por fazer algo que estava muito acostumado: “dar um pedal”.
O ciclismo, para ele, era mais que um modal de transporte. Era uma forma de manifestar todo o amor que sentia pela natureza e pela vida. Prova disso foi a viagem que fez a Trancoso, na Bahia. Foram 11 dias pedalando e fazendo novas amizades.
“Pedalar, para ele, era uma forma de diálogo com as populações locais. Ele pernoitava em quintais e na casa das pessoas que ia conhecendo. Meu filho fazia disso um modo de vida”, lembra Persio.
Em outra viagem, acompanhado de dois colegas, passou 45 dias pedalando pelo Tocantins e, no retorno a Brasília, margeou o Planalto Central na direção do Pantanal. “A vocação dele, como biólogo e ambientalista, estava presente também no ciclismo”, afirma Persio.
Após o impacto com um veículo a mais de 110 quilômetros por hora (km/h), o jovem Pedro foi arremessado a uma distância de 84 metros e morreu. O motorista Leonardo Luiz da Costa foi encontrado cerca de meia hora depois, tentando escapar de uma blitz no Setor de Indústria e Abastecimento. Ele estava alcoolizado. Sua placa já havia sido informada por um motociclista que testemunhou o crime. A história do biólogo é contada em um curta-metragem chamado Lulu Vai de Bike. Entre as atividades programadas pela organização não governamental (ONG) Rodas da Vida para o Dia Nacional do Ciclista em Brasília está a exibição do curta, às 19h, Espaço Infinu, na 506 Sul. Para acessar a programação, clique aqui.
“O Dia do Ciclista é ato político. Teve sua origem, mas não é a ela que se volta e sim à defesa do direito de o ciclista ter sua mobilidade segura e respeitada. O foco está na construção e não nas tragédias de tantas perdas. A mensagem é de mobilização e futuro”, resume o pai da vítima, ao se referir à tragédia que, hoje, simboliza uma quebra de paradigmas.
O que antes era visto como “acidente”, desde então passou a ser percebido, tanto pela sociedade quanto pela Justiça, como “crime”.
“Não há acidentes, há crimes no trânsito. Não são circunstâncias acidentais: são decisões conscientes tomadas por um adulto que decide dirigir acima da velocidade permitida, sob efeito do álcool ou transgredindo qualquer outra norma das boas práticas ao volante”, argumenta a coordenadora administrativa da ONG Rodas da Paz, Joyce Ibiapina.
Toda a mobilização decorrente desse crime praticado contra Pedro Davison favoreceu um ambiente que, dois anos depois, em 2008, resultou em uma legislação que salvou muitas vidas no trânsito: a Lei Seca.

Persio lembra que, com a ajuda de organizações como a Rodas da Paz, um movimento tomou conta do país que, por meio do Congresso Nacional, criou leis visando uma “mobilidade respeitosa à vida, com um olhar para os ciclistas e pedestres”. Entre as causas defendidas pelo movimento está “o dever de reconhecimento, pelas leis e pela Justiça, da tipificação de crime no trânsito e a condenação e punição desses crimes pelo Judiciário”.
Na época, lembra Persio, havia o entendimento de que o tombamento impedia a construção de ciclovias em Brasília. “Hoje, o DF lidera a oferta de infraestrutura cicloviária, e a fiscalização mais efetiva tem coibido motoristas transgressores, a direção e o consumo de bebida”.
Em meio à luta pelos direitos dos ciclistas – e ao fato de seu filho ter se tornado um símbolo da causa – Persio e sua esposa, Beth Davison, tornaram-se conselheiros e, no caso dele, vice-presidente da ONG.
“Brasília tem seu simbolismo e cumpre esse papel de incentivo, motivando um movimento nacional para a transformação de nossas cidades e de nossa conduta, de forma a propiciar maior respeito aos ciclistas e aos pedestres, em relação a seus direitos e a uma mobilidade segura”, diz.
A ONG desenvolve diversas ações nas quais apresenta a bicicleta como o “mais promissor dos veículos” para enfrentar a crise econômica, climática e de saúde que o país atravessa, agravada pela pandemia.
“O transporte por bicicleta é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela ONU Habitat como alternativa ao transporte coletivo e ao transporte individual motorizado, para que as pessoas façam seus deslocamentos com risco reduzido de contágio pela covid-19 e possam praticar exercícios físicos regularmente, o que aumentou o número de bicicletas no mundo todo”, relata Joyce Ibiapina, do Rodas da Paz.
Outra entidade que atua na defesa dos direitos dos ciclistas é a União de Ciclistas do Brasil (UCB), que tem Felipe Alves como um de seus diretores. A entidade também aproveita a data de hoje para chamar a atenção ao “permanente descaso com ciclistas no trânsito”.
“Descaso por parte de motoristas, motociclistas e, principalmente, do Poder Público, tanto federal quanto estaduais ou municipais, que pouco se esforçam para tornar o trânsito mais seguro no Brasil, seja não atendendo às necessidades dos usuários mais vulneráveis (como pedestres e ciclistas), seja afrouxando as leis de trânsito e as punições previstas para condutores que não cumprem a lei”, declarou à Agência Brasil.
As duas entidades destacam que os benefícios do ciclismo vão além da saúde, favorecendo também a economia, inclusive por meio da geração de empregos.
Citando estudo divulgado este ano pela Aliança Bike – que tem por base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020 e 2021 – Ibiapina, do Rodas da Paz, diz que, “mesmo com pouco ou nenhum incentivo, o setor de bicicletas é resiliente e pode ser importante vetor para a recuperação da economia brasileira em momentos de crise e fora deles”.
Considerando empregos com carteira assinada em dois setores da economia da bicicleta no Brasil (o industrial e o varejista), o estudo mostra um impacto inicial negativo da pandemia no setor, especialmente em abril de 2020. “Porém, foi verificada uma rápida recuperação nos meses a partir de maio de 2020, e o balanço do setor foi positivo tanto ao longo do ano de 2020 quanto nos dois primeiros meses de 2021”.
A chegada da pandemia favoreceu e ampliou o uso desse modal, o que pode ser percebido pelo aumento de venda de bicicletas, peças, acessórios e serviços como mecânica, o que também é mostrado por outro estudo da Aliança Bike – este citado pelo diretor da UCB.
Os motivos do maior uso da bicicleta como meio de transporte têm tanto fatores econômicos, por ser mais barato, como sanitários, já que é muito mais seguro que transporte público ou por aplicativo em relação à transmissão do novo coronavírus, afirma.
Ele cita também fatores esportivos, de saúde e de lazer, já que a atividade é recomendada mesmo com as restrições e recomendações durante a pandemia, por ser realizada em espaço aberto e com distanciamento das pessoas.
O crescimento do uso da bicicleta trouxe outro tipo de aumento – o número de sinistros graves, informa a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet).
De acordo com a instituição, houve um “aumento relevante de 30%” no registro de sinistros que exigiram atendimento médico a ciclistas traumatizados nos primeiros cinco meses de 2021.
“Os dados demonstram a importância de termos atenção e iniciativas focadas nesse público. O uso da bicicleta cresceu no Brasil e exige uma abordagem de prevenção ao sinistro”, diz o presidente da Abramet, Antonio Meira Júnior.
Segundo a associação, em janeiro de 2019 foram registrados 1,1 mil sinistros graves com ciclistas, número que subiu para 1.451 em janeiro de 2021, “o mais alto nível no período estudado”.
Os dados avaliados pela associação mostram a evolução dos sinistros graves com ciclistas em todo o Brasil. “Chama a atenção a escalada no registro no estado de Goiás: em 2021, houve um aumento de 240% em relação a 2020, com 406 casos a mais”, diz o levantamento.
Em Rondônia, a incidência de sinistros graves aumentou 113%, e em Sergipe, 100%.
A Abramet avaliou também o perfil dos ciclistas envolvidos em sinistros graves. Cerca de 80% eram homens e a faixa etária predominante é de 20 a 59 anos (60% dos casos).
“A superioridade numérica dos acidentes envolvendo pedestres e motociclistas fez com que os ciclistas fossem negligenciados em relação às políticas de prevenção. Percorrem ruas e estradas, partilhando espaço com veículos pesados. Muitas vezes, sequer sendo percebidos. Comparada a alguém que se desloca em um automóvel, uma pessoa que circula em uma bicicleta tem probabilidade de óbito oito vezes maior”, explica Flavio Adura, diretor científico da Abramet.

A Rodas da Paz tem algumas dicas de segurança que, se seguidas, podem ajudar a tornar a mobilidade do modal cicloviário mais segura, de forma a reverter os números inflacionados pela pandemia e promover uma convivência mais harmônica nas ruas do país.
“Sem baixar a velocidade das vias, é impossível conter a epidemia das mortes no trânsito. Para que seja possível a convivência pacífica e humanizada no trânsito, é necessário a responsabilidade dos condutores de veículos maiores, para que protejam os menores, e a readequação dos limites de velocidade”, afirma Joyce Ibiapina, ao defender investimentos em fiscalização e medidas tecnológicas e de engenharia.
Citando o manual Gestão da Velocidade, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), ela diz que as chances de sobrevivência em um atropelamento “diminuem exponencialmente” quando a velocidade de impacto do veículo é maior.
Se a velocidade de impacto do veículo sobre o pedestre for de 32 km/h, as chances de sobrevivência são de 95%. Se a velocidade for 48 km/h, a probabilidade cai para 55%. A partir de 64 km/h, a probabilidade de sobreviver é reduzida a 15%.
“Ciclistas devem trafegar ao lado direito da via, ocupando um terço da faixa e sempre no sentido de circulação regulamentado no local. Para evitar sinistros de trânsito como atropelamentos, os motoristas devem dirigir respeitando o limite de velocidade máxima regulamentada e reduzir a velocidade ao ultrapassar ciclistas, guardando distância lateral de 1,5 metro”, diz a coordenadora da ONG.
Felipe Alves, da UCB, sugere, além da diminuição da velocidade em perímetros urbanos, maior proteção e melhor infraestrutura para ciclistas e pedestres, bem como “investimentos permanentes” em educação para o trânsito. “E, claro, mais rigor nas punições aos infratores”, complementa.
(*Agência Brasil)
Empresa estimula a troca de conhecimentos e de experiências entre os profissionais
Atualmente, muito se fala sobre as gerações X, Y e Z e suas características, principalmente quando se trata do perfil profissional de cada uma delas. Isso porque, apesar de terem algumas semelhanças, as gerações apresentam linguagens e comportamentos distintos, que acabam influenciando seu modo de atuar no mercado de trabalho.
Tendo em vista essas diferenças, uma pesquisa feita pela Amcham Brasil, anos atrás, revelou que 70% das empresas ainda não realizavam ações para facilitar a integração multigeracional. No entanto, nos dias atuais a convergência entre gerações já é realidade no mundo corporativo e é considerada como algo positivo pelas empresas, que buscam cada vez mais a diversidade.
Como prova disso, uma pesquisa realizada pela Forbes aponta que 85% das empresas acreditam que a diversidade geracional resulta em maior inovação de ideias. Além disso, o estudo pontua que equipes inclusivas tomam decisões de negócios em menos tempo, atestam mais produtividade, minimizam o tempo gasto e geram resultados 60% melhores.

Diferentes gerações na International Paper
Considerando os benefícios de uma equipe multigeracional, é comum encontrar na International Paper diferentes gerações que trabalham lado a lado, trocando experiências e conhecimentos. Portanto, da mesma forma que existem profissionais com uma longa carreira na IP, também têm jovens começando a construir seu futuro na empresa.
José Teixeira, Coordenador de Silvicultura, e Bruna Dinofre, Líder de Silvicultura, dupla que trabalha na unidade de Mogi Guaçu, representa bem esse cenário. Atuando há mais de 30 anos na International Paper, José divide toda sua experiência com Bruna, que tem 27 anos e evolui diariamente com as orientações de seu coordenador.
“Eu aprendo muito com o José todos os dias, tanto na parte técnica, por ele ter tanto tempo de casa e ter passado por tantas áreas, quanto na parte de liderança, quando se trata de gerir pessoas. Essa experiência é muito positiva para mim”, afirma Bruna.
Segundo José, essa troca de conhecimento é incentivada pela IP, que está sempre em busca de novos talentos e pessoas com potencial para áreas de liderança. Ele afirma que a empresa oferece muitas oportunidades e, por isso, é importante ter essa postura de ensinar os jovens para que eles estejam preparados para novos desafios.
Oportunidades para os jovens
Lincon Batista Júnior é um dos profissionais que sempre esteve pronto para as oportunidades oferecidas. Começou a atuar na International Paper após participar do Projeto Formare, que oferece cursos de educação profissional para jovens de famílias em vulnerabilidade social. Depois de concluir o curso na cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, ele teve a oportunidade de atuar na IP como aprendiz, foi contratado e, recentemente, recebeu uma promoção, tornando-se Ajudante de Rebobinadeira.
Em seu processo de crescimento na IP, Lincon foi orientado e acompanhado por Claudio Mariano Rodrigues, Ajudante de Desagregador, que auxiliou o jovem em seu treinamento quando ele ainda era aprendiz. Segundo Cláudio, que tem 53 anos e ingressou na IP a partir de um processo seletivo para pessoas com deficiência, trabalhar com profissionais mais jovens é algo que agrega muito, tanto para eles, quanto para as gerações mais maduras.
“Trabalhar com pessoas de idades diferentes requer experiência e maturidade de ambas as partes, pois o trabalho tem que ser realizado com a mesma qualidade. Então, ao meu ver, existe uma troca muito justa e importante, por exemplo, enquanto os jovens têm mais experiência com informática, nós temos mais experiência de vida. Um complementa o outro e todos ganham com isso”, conta Claudio.
Amor passado de geração em geração
Outra situação comum na International Paper é ver o amor e a dedicação sendo passado de geração em geração, como é o caso de Márcio Ajudarte, Analista de Custos da unidade de Mogi Guaçu, que começou sua carreira na IP em 1997 e, mesmo sem querer, influenciou sua filha, Camila Ajudarte, a construir carreira na mesma empresa.
“Eu nunca tentei influenciar a Camila a trabalhar na IP, até porque ela fazia psicologia e eu não achava que ela iria atuar dentro de uma empresa, mas sim com atendimento a pacientes. Por isso, foi até uma surpresa ela ter escolhido este caminho. Acredito que a minha paixão e o meu amor pela empresa tenham influenciado de alguma forma”, comenta Márcio.
Camila, que começou como estagiária na empresa e hoje atua como Analista de RH, concorda com o pai sobre essa influência indireta.
“Desde criança eu via meu pai trabalhando na empresa e algumas coisas me faziam brilhar os olhos. Por exemplo, quando tinha o Dia da Segurança ele chegava em casa com uma barra de chocolate. Era uma coisa tão simples, mas eu achava fantástico. Também tinham as visitas que a gente fazia na empresa, além dos brinquedos que eram colocados na fábrica todo fim de ano. Eu cresci participando de tudo isso e reconhecendo que aquele era um lugar legal para trabalhar. Eu também não imaginava que ia trabalhar na IP até pelos meus planos na psicologia, mas depois comecei a perceber que faz muito sentido, até por conta de todas essas memórias”, conta Camila.
Sobre a International Paper
A International Paper (NYSE: IP) é líder mundial na fabricação de celulose, papel e embalagens à base de fibras renováveis. Com operações na América do Norte, América Latina, Europa, África do Norte, Índia e Rússia, a IP produz embalagens de papelão ondulado que protegem e promovem produtos e permitem o comércio mundial; celulose para fraldas, tecidos e outros produtos de higiene pessoal que promovem saúde e bem-estar; e papéis que facilitam a educação e a comunicação. Com sede em Memphis, Tennessee, a empresa emprega mais de 48 mil pessoas, atendendo mais de 25 mil clientes, em 150 países. As vendas em 2020 foram de US$ 21 bilhões.
No Brasil, a IP atua nos negócios de papéis para imprimir e escrever, empregando aproximadamente 3 mil profissionais.
O sistema integrado de produção de papel para imprimir e escrever da International Paper no Brasil é composto por três fábricas: duas no Estado de São Paulo e uma no Mato Grosso do Sul. Seus produtos, as linhas de papéis para imprimir e escrever Chamex e Chamequinho e a linha gráfica de papéis Chambril, são 100% produzidos a partir de cultivos de eucalipto certificados.
Para saber mais sobre a International Paper, seus produtos e seu compromisso com a sustentabilidade, acesse: www.internationalpaper.com/pt.
(*) KAREN COHEN – G&A Comunicação
A Polícia Civil, através da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) de Três Lagoas deflagrou nesta quinta-feira (19), a segunda fase da ‘Operação Sodoma e Gomorra’ e coloca fim há quase 20 anos de abusos sexuais dentro de uma mesma família.
A ação prendeu quatro homens na cidade, no Bairro Cinturão Verde e uma mulher em Paranaíba, que segundo os investigadores, praticavam abusos sexuais contra crianças e adolescentes de 5 a 13 anos. Os acusados são da mesma família.
A matriarca da família,uma idosa de 77 anos também foi detida, pois, de acordo com a polícia, ela teria conhecimento dos abusos e além de acobertar os filhos, ainda se omitia aos fatos.
VÍTIMAS COAGIDAS
Já foram identificadas mais de 10 vítimas, dentre primas, irmãs e sobrinhas dos autores. Com as prisões de hoje, os policiais acreditam que mais vítimas serão identificadas, pois terão coragem de denunciar.
Conforme a polícia, a primeira vítima, sofreu o primeiro abuso quando contava com apenas 8 anos de idade, há mais de 17 anos.
Apesar das vítimas pedirem ajuda e tentarem denunciar, elas foram negligenciadas e obrigadas a se calarem por anos.
Ainda de acordo com os policiais, uma delas, quando tentou contar o que acontecia, foi espancada com uma corrente, por um dos autores, com a conivência da avó.
As investigações continuam, para identificação de mais vítimas e punição dos autores.
Estima-se que a droga apreendida é avaliada em cerca de R$ 2,4 milhões
Por Antonio Coca
Foi identificado como sendo o paraguaio Ronaldo Berdun Rodrigues de 33 anos, a pessoa presa nesta quarta-feira (18), com 120 quilos de pasta base de cocaína. Ele estava em um EcoSport Titânio, preto com placas de Ponta Porã, e foi abordado no bairro da Granja. No carro várias caixas de cigarro contrabandeados do Paraguai, mas na verdade o que havia nas caixas eram dezenas de tabletes de pasta base de cocaína, que pesaram ao todo 120 quilos do entorpecente.

Ronaldo que é morador Residencial Ponta Porã, vinha sendo investigado havia meses, juntamente com outros membros da quadrilha que ainda estão soltos. A DEFRON tinha a informação de que nesta noite eles estariam recebendo uma carga de droga e durante rondas Rodrigues foi localizado com a pasta base de cocaína. Ele foi preso em flagrante e autuado por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Estima-se que a droga apreendida é avaliada em cerca de R$ 2,4 milhões.

(*) MS em Foco
Fotos: Adalberto Domingos