Obra considerada emblemática era aguardada há mais de 10 anos, porém agora com recursos na ordem de R$ 200,8 milhões em caixa a obra segue sem paralização e a entrega está prevista para o segundo semestre de 2025
Uma obra que era aguardada há mais de 10 anos já está com mais de 50% executada, com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) trabalhando na evolução das obras de construção do Contorno Viário do município de Três Lagoas. Ao todo são 26,4 quilômetros de empreendimento viário que ampliará a capacidade de fluxo dos veículos que transitam pelo estado, em direção à Campo Grande ou a capital paulista. A previsão de entrega é para o segundo semestre de 2025.
Porém para chegar nesse estágio da obra a gerência regional do DNIT começou a trabalhar no traçado desde 2012, onde foi elaborado o estado de viabilidade técnica e econômica, principalmente para instalação de pontes e viadutos. Concluída essa etapa, foi a vez da negociação com os proprietários das áreas rurais para serem desapropriadas obedecendo o traçado do Anel Viário.
INVESTIMENTO
O DNIT está investindo no empreendimento viário R$ 200,8 milhões, recursos que estão garantidos no caixa do órgão. O trecho inicia no KM 261 da BR-158/MS, intercepta a BR-262/MS (sentido Campo Grande) e a BR-158/MS (sentido Brasilândia) e termina na interseção com a BR-262/MS, próximo à ponte sobre o Rio Paraná, em direção à divisa com o estado de São Paulo.
“O trecho inicia no km 261 da BR-158/MS, intercepta as BR-262/MS (sentido Campo Grande) e BR-158/MS (sentido Brasilândia) e termina na interseção com a BR-262/MS, próximo à ponte sobre o Rio Paraná”
Conforme matéria publicada no site do DNIT, cerca de 450 trabalhadores estão atuando na construção de sete Obras de Arte Especiais (OAE), sendo três viadutos, uma ponte e três passagens de nível superior. A rodovia está sendo construída em pavimento rígido de concreto, que possui maior vida útil.
A estimativa é de que, após concluída a obra, 14 mil veículos transitem pelo trecho, evitando a necessidade de passar por dentro da cidade.
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Conforme informações obtidas com exclusividade pelo Perfil News, cerca de 25 mil veículos trafegam pelas BRs 158 e 262 que em direção ao perímetro urbano de Três Lagoas. Mas, ao se referir às duas rodovias, foi estimada uma média de 12 a 14 mil veículos diários, no qual a maioria de trânsito pesado.
SEGURANÇA DOS USUÁRIOS
Três Lagoas é um importante polo industrial, principalmente de celulose. A construção do contorno, deve, nesse sentido, reduzir o tempo das viagens e ampliar a segurança dos usuários.
“O empreendimento abrange sete Obras de Arte Especiais (OAE), sendo três viadutos, uma ponte e três passagens de nível superior. Já foram executados 6 km de terraplenagem, lançamento de base em CCR em 1,2 km e um viaduto sobre linha férrea.”
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A equipe do Perfil News esteve no local a registrou imagens aérea para ter uma noção do cronograma das obras. Na incursão ao trecho foi observado que a empreiteira que executa a obra está trabalhando em vários pontos da rodovia, atuando na construção de pontes, aterros e passagens de nível, além da pavimentação.
O trecho de nove quilômetros compreende a ligação da BR 158, sentido Selvíria (próximo da fazenda Três Lagoas) com a BR-262 no trecho Três Lagoas à Água Clara. Os demais trechos são de BR 262 à BR 158, sentido Brasilândia e da BR 158 à ligação com a ponte sobre o Rio Paraná, passando ao lado da empresa Cargil.
MANEJO DO GADO
A reportagem do Perfil News conversou com o pecuarista, Jairo Queiroz, dono da Fazenda Acácia, umas das propriedades no qual passou pelo processo de desapropriação. O percurso do Contorno Viário passa por dentro da fazenda, que teve que ser desmembrada, ficando 90 alqueires do outro lado da via.
O pecuarista disse ser a favor da obra, porém pede que seja construída passagem de nível para o manejo do seu gado. “Da forma que está impossibilita o manejo do gado com segurança e se não for construído passagens para os animais, terei que construir uma outra estrutura na área para dar suporte ao rebando. Segundo ele os custos ficam inviáveis. “Não sou contra o projeto, pois é o progresso que chega ao município, porém eu não posso ficar no prejuízo. É preciso que o DNIT veja com carinho essa situação”, finalizou.
A ministra da Noruega para o Desenvolvimento Internacional, Anne Beathe Tvinnereim, acompanhada do embaixador da Noruega no Brasil, Odd Magne Rudd, visitou na última quinta-feira (18) a Embrapa Cerrados (Planaltina-DF). No Brasil para participar da reunião ministerial de Desenvolvimento do G20 e da reunião da força-tarefa para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, no Rio de Janeiro, ela incluiu em sua agenda de viagem o centro de pesquisa a fim de conhecer de perto um pouco do trabalho da Embrapa.
“Vocês têm soluções que podem ser usadas no mundo inteiro, espero que outros continentes também possam se utilizar das tecnologias que são desenvolvidas aqui”, destacou a ministra. “Desenvolvemos tecnologias que permitiram incorporar os solos do Cerrado ao sistema de produção. Depois de dominarmos a produção de alimentos, estamos hoje preocupados com a sustentabilidade desses sistemas. Dessa forma, atuamos de forma transversal a fim de que o sistema tenha cada vez mais resultado”, explicou o chefe-geral da Embrapa Cerrados, Sebastião Pedro.
O chefe de P&D e pesquisador da Unidade, Eduardo Alano, repassou à comitiva informações sobre o bioma Cerrado, sobre a Embrapa e as linhas gerais de pesquisa da Unidade. “No início o desafio foi grande. Não possuíamos quase nenhum conhecimento sobre os recursos naturais e sobre a aptidão agrícola da região. Aqui foi o primeiro lugar no mundo em que foi desenvolvida agricultura moderna para solos de baixa fertilidade. Isso se deu com muita tecnologia de solo, tratos culturais, adubação, tropicalização de culturas. E hoje o Brasil é um dos players mundiais em exportação de alimentos”, afirmou.
Segundo ele, nos anos 70, a quantidade e a diversidade de alimentos era pequena. “Hoje o país produz praticamente tudo, sendo que a maior parte da produção utilizada na alimentação vem da agricultura familiar”, ressaltou. De acordo com Alano, ao longo dos anos o avanço foi tanto nos sistemas de produção, quanto no conhecimento da biodiversidade do Cerrado. Ele apresentou as principais tecnologias desenvolvidas no centro de pesquisa e ressaltou alguns programas de melhoramento, como de trigo, mandioca, fruteiras como maracujá e pitaya, milho, café e gado.
No campo, o pesquisador Eduardo Alano ainda mostrou ao grupo algumas variedades de mandioca obtidas a partir do programa de melhoramento participativo e explicou as diferentes linhas de pesquisa que são seguidas. “Trabalhamos em três frentes: mandioca de mesa, que são biofortificadas, ricas em vitamina A e licopeno; mandioca para farinha e fécula, que são cultivadas para produção industrial; além das mandiocas açucaradas, que em vez de armazenar amido, armazenam açúcar”, explicou.
A visita de campo foi realizada na unidade de referência de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. O pesquisador Kleberson de Souza apresentou aos visitantes informações sobre os diferentes arranjos de sistemas integrados e seus benefícios. Ele explicou que sistemas integrados são diferentes sistemas de produção adotados numa mesma área usando rotação e consórcio, mas esclareceu: “essa junção de componentes em diferentes sistemas agropecuários, no entanto, tem que resultar numa soma em que um mais um não dá dois, mas sim dois e alguma coisa. Cada componente tem que trazer um ganho para o sistema de forma que o produtor tenha vantagens quando junta os diferentes componentes num sistema só”, enfatizou. De acordo com o especialista, os sistemas integrados podem ser adaptados para pequenos, médios e grandes produtores.
Fotos: Fabiano Bastos
Segundo o pesquisador, o arranjo mais utilizado no Brasil é o de integração lavoura e pecuária (83% dos 17,4 milhões de hectares/dados de 2020). “Basicamente é uma primeira safra de soja e uma segunda safra de milho ou sorgo, sendo que nesse segundo momento, numa mesma operação mecanizada, é feito o plantio da forrageira. Quando o produtor colhe o milho, o capim explode em crescimento, por conta da entrada de luz. Assim, o campo está pronto para uma terceira safra que é a safra animal, justamente no período em que as pastagens estão secas. E ainda falamos de uma quarta safra, que seria a palhada que traz uma série de vantagens ao sistema”.
Ele também destacou os ganhos de produtividade da soja por conta das forrageiras utilizadas no sistema. “Falamos muito da palhada, ou seja, do que está acima do solo, mas queria mostrar também o que está abaixo do solo, o sistema radicular dessas forrageiras que é impressionante. E isso se reflete na produtividade da soja. Temos trabalhos mostrando um ganho médio de 11 sacos de soja (60 kg cada) a mais quando se tem a segunda safra consorciada com as forrageiras”, contou. Segundo o pesquisador, quando se tem ainda a terceira safra, quando os animais entram na área e há de fato o pastejo, a produtividade da soja posterior é ainda maior. “Ainda estamos estudando o motivo desse aumento. Mas ele existe e é mais um ganho do sistema”.
O pesquisador Kleberson de Souza explicou que também é possível antecipar o plantio da segunda safra em até 20 dias. “Quando a soja ainda está no campo, antes de secar, o produtor entra com a plantadeira adaptada fazendo o plantio da segunda safra já consorciada com a forrageira”. Segundo ele, essa antecipação da segunda safra traz ganhos que se refletem em maior produtividade. “Quando há essa antecipação, registramos em média 1,5 sacos a mais de milho para cada dia antecipado. Em muitos casos, principalmente em regiões em que a janela de chuva é mais curta, é a diferença entre colher e não colher a segunda safra. Isso tem possibilitado fazer ou não fazer a segunda safra em regiões em que não se fazia antes”, ressaltou.
Atualmente, o componente florestal é utilizado por uma parcela pequena dos produtores – em torno de 10% utilizam o arranjo lavoura, pecuária e floresta e apenas 1% lavoura e floresta. “Com o componente florestal o sistema fica mais complexo, mas ele traz um ganho importante de ambiência animal promovido pela sombra das árvores. Pesquisas registraram aumento na produção de leite e nas taxas reprodutivas das vacas. Também temos a questão do balanço de carbono, que fica muito favorável. Com apenas 15% da propriedade com esse sistema é possível mitigar todas as emissões de gases de efeito estufa emitidos da porteira para dentro da propriedade e, ainda, ter um crédito de carbono ou acúmulo de carbono da ordem de 22 toneladas de CO2equivalente por hectare”, afirmou.
E além de sequestrar mais carbono, de acordo com o pesquisador Kleberson de Souza os sistemas integrados ainda emitem menos gases de efeito estufa. “Um ótimo exemplo é o óxido nitroso. Num trabalho em que analisamos o cultivo convencional, o Cerrado nativo e os sistemas integrados, observou-se 56% menos emissão desse gás (óxido nitroso) em detrimento do sistema convencional, com aração e gradagem no preparo do solo. Ou seja, os sistemas integrados emitem menos e sequestram mais carbono”.
Fertilizantes
A visita da comitiva à Embrapa Cerrados também contou com a presença de representantes brasileiros da empresa norueguesa Yara Fertilizantes. No último mês de março, a Embrapa e a Yara firmaram um acordo de cooperação que permitirá troca de acesso às soluções digitais e às estruturas internas em P&D das duas empresas e, ainda, atuação conjunta na coordenação de estudos em inovação e tecnologia.
Na prática, a Embrapa terá à disposição em todas as suas unidades, incluindo a Embrapa Cerrados, as soluções que a Yara utiliza no campo, por exemplo, ferramentas digitais para a aplicação de fertilizantes, recomendações nutricionais e de compartilhamento de dados coletados em campo.
O gerente agronômico da Yara, Leonardo Soares, apresentou durante a visita a palestra “Sustentabilidade, a oportunidade passa pela agricultura”. Ele relatou o trabalho de pesquisa que está sendo feito pela empresa para diminuir as emissões de gases de efeito estufa tanto na produção dos fertilizantes, quanto no campo. “De 2005 a 2019, já conseguimos uma redução de 45% das emissões, que vem principalmente das fábricas. Temos o compromisso de seguir reduzindo mais 30%”.
De acordo com o gerente, hoje a empresa tem parceria com 48 instituições de pesquisa, incluindo universidades. “Temos mais de 150 pesquisas agronômicas a campo com diversas culturas em andamento”. Segundo ele, no passado o foco da empresa era apenas na produtividade. “Hoje, 60% das nossas pesquisas são para avaliar a emissão de gases de efeito estufa, a saúde do solo, quanto a gente está conseguindo fixar de carbono no solo. Isso para entender o que a gente pode traçar de estratégia para reduzir a emissão no campo”, explicou.
Um acidente envolvendo uma bicicleta motorizada e uma caminhonete S10 de cor prata deixou, na noite do último domingo (21), por volta das 21h30min, uma idosa ferida no cruzamento das ruas Rio Anhanduí e Brasilândia, em Bataguassu.
De acordo com os militares informaram ao Cenário MS, uma mulher de 61 anos, que estava conduzindo a bicicleta motorizada com sua filha como passageira, invadiu a preferencial e colidiu com a lateral da caminhonete, que era conduzida por um casal.
Segundo registros, a idosa sofreu uma fratura no ombro, enquanto sua filha saiu ilesa. Testemunhas relataram que o casal que dirigia a caminhonete parou e prestou socorro às vítimas.
A Equipe de Resgate do Corpo de Bombeiros esteve no local e encaminhou a idosa para o Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia de Bataguassu para receber os cuidados necessários.
Pereira Mendes, de 42 anos, morreu atropelada por um ônibus na noite da última sexta-feira (19), no bairro Cohab, em Campo Grande. Conforme o site Top Mídia News, o motorista do ônibus relatou que inicialmente achou que a vítima, que estava deitada na pista, era um papelão.
Segundo o motorista, ele estava dirigindo no sentido oeste-leste em uma área com pouca iluminação. À frente do ônibus, uma motocicleta estava na mesma direção.
O motociclista fez uma manobra para desviar de um objeto na pista, e o motorista do ônibus pensou que era um papelão. Só depois de alguns metros o motorista percebeu que era uma pessoa deitada na via. Ele tentou frear, mas não conseguiu evitar o choque devido à proximidade e à velocidade.
O motorista parou imediatamente e tentou socorrer a vítima, mas Pereira Mendes morreu no local. O teste do bafômetro realizado no condutor deu negativo para álcool.
A Polícia Militar isolou o local até a chegada da perícia e da Polícia Civil. No local compareceu a Polícia Militar para isolamento até a chegada da perícia e da Polícia Civil.
Rio-pardenses da equipe Elite Club sagraram-se campeões da 3ª Etapa da Liga Independente de Voleibol IntermuniciPal – LIVIM neste fim de semana. As disputas aconteceram na cidade de Dois Irmãos do Buriti.
No sábado, dia 20, a Elite Clube estreou diante do Sidrolândia Master e venceu por 2 sets a 0. Depois repetiu o placar, diante do time da casa. Ainda no sábado, o único revés da etapa aconteceu no confronto com o time de Terenos, por 1 set a 2.
A campanha foi suficiente para garantir a Elite Club na semifinal, disputada no domingo, dia 21.
Na semifinal, diante de Coxim, mais uma vitória para os rio-pardenses, dessa vez, por 2 sets a 1.
Quis o destino que a final fosse contra o time de Terenos, o que naturalmente gerou clima de revanche para a equipe de Ribas do Rio Pardo. E a revanche aconteceu: Elite Clube 2 sets 1, e campeã da etapa.
A Suzano iniciou ontem (21), às 20h15 (horário de Mato Grosso do Sul), as operações da maior linha única de produção de celulose do mundo, instalada no município de Ribas do Rio Pardo, em Mato Grosso do Sul. Com capacidade para produzir 2,55 milhões de toneladas por ano, o empreendimento é resultado de um investimento de R$ 22,2 bilhões, dos quais R$ 15,9 bilhões destinados à construção da fábrica e R$ 6,3 bilhões a iniciativas como a formação da base de plantio e a estrutura logística para escoamento da celulose.
Com o início das operações da nova unidade, a capacidade instalada de produção de celulose da Suzano salta de 10,9 milhões para 13,5 milhões de toneladas anuais, o que representa um aumento de mais de 20% na produção atual da companhia. A Suzano também tem capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas anuais de papéis, incluindo as linhas de papéis sanitários, de imprimir e escrever e de embalagens, entre outros itens que utilizam a celulose como matéria-prima. A construção da unidade foi anunciada em maio de 2021 e, no pico da obra, mais de 10 mil empregos diretos foram criados. Com o início das operações, cerca de 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, passam a trabalhar nas atividades industrial, florestal e de logística da nova unidade.
“Mato Grosso do Sul teve nesta semana uma grande vitória no seu posicionamento estratégico no desenvolvimento do Vale da Celulose, com a startup do projeto Cerrado, o inicio da ligação da fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo. Trata-se da maior indústria de celulose de linha única do mundo, então Mato Grosso do Sul é uma referência”, salientou o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck.
Este é o maior investimento da história de 100 anos da Suzano, e possui uma série de avanços operacionais e socioambientais, alinhados aos “Compromissos para Renovar a Vida”, conjunto de metas de longo prazo estabelecidas pela companhia. O titular da Semadesc salienta que a empresa traz uma base florestal sustentável já praticamente constituída. “Isso faz com que Mato Grosso do Sul consolide o Vale da Celulose, um dos maiores produtores de celulose do mundo”, acrescentou.
“A conclusão bem-sucedida do Projeto Cerrado reflete a dedicação e a capacidade de execução de cada pessoa envolvida nesta obra grandiosa e transformacional, e comprova a cultura de excelência que permeia toda a organização, liderada com maestria por Walter Schalka durante os últimos 11 anos”, diz Beto Abreu, recém-nomeado presidente da Suzano. “Sua visão e ambição levaram a empresa a entregar um projeto dentro do orçamento previsto e que, em todas as etapas, aderiu ao foco central da Suzano em apoiar a sustentabilidade e ter um impacto local positivo”, completa o executivo.
O empreendimento já proporciona direta e indiretamente uma série de avanços socioeconômicos na cidade de Ribas do Rio Pardo e região. No aspecto ambiental, a fábrica possui o menor raio médio estrutural da base florestal entre as operações da Suzano, com um total de 65 quilômetros entre as áreas de plantio e a fábrica, inferior ao raio médio estrutural de 150 quilômetros. Essa característica única alcançada no projeto minimiza os custos logísticos e o impacto associado ao transporte da celulose.
A unidade de Ribas do Rio Pardo utiliza tecnologia de gaseificação da biomassa nos fornos de cal, e, com isso, o uso de combustíveis fósseis ficará restrito aos momentos de partida e retomada de produção. A fábrica também será autossuficiente na produção de ácido sulfúrico, peróxido de hidrogênio e energia verde, com um excedente de aproximadamente 180 megawatts (MW) médios que atenderá os fornecedores satélites da fábrica, além de ser exportado para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Essa energia de fonte renovável poderia abastecer mensalmente uma cidade com mais de 2 milhões de habitantes.
“Mato Grosso do Sul é hoje um referência tanto na produção de eucalipto, como em produtividade, sustentabilidade e tecnologia”, complementou Verruck.
A construção da nova fábrica também contribuiu com a qualificação de mão de obra local, incluindo mais de 1,3 mil pessoas capacitadas para as operações industriais, florestais e logísticas da Suzano, além de cerca de 300 pessoas para o mercado de trabalho local nos setores de comércio e serviços, em parceria com o Senai e o Senac.
Adicionalmente aos recursos destinados à construção da fábrica, da estrutura logística e da formação da área de plantio que abastecerá a fábrica com eucalipto, a Suzano investiu mais de R$ 300 milhões em um amplo conjunto de iniciativas, incluindo a construção de unidades de moradia e centro médico, melhorias na infraestrutura local e apoio a projetos sociais.
Parte do Plano Básico Ambiental (PBA), o Programa de Infraestrutura Urbana aprovado em 2021 por representantes do poder público e da sociedade civil compreende 21 projetos nas áreas de saúde, educação, desenvolvimento social, habitação e segurança pública. As principais entregas incluem a ampliação do Hospital Municipal e as construções de uma Estratégia de Saúde da Família (ESF), de uma Casa de Acolhimento, de uma Delegacia de Polícia Civil e de uma Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O Projeto Cerrado está inserido no maior ciclo de investimentos da história da Suzano. Após desembolsar mais de R$ 50 bilhões entre 2019 e 2023, a companhia investirá R$ 16,5 bilhões neste ano.
“É um marco importante, um processo que começou com a Suzano chegando a Mato Grosso do Sul, adquirindo a Fibria e imediatamente adotando o projeto Cerrado I. Por isso para o Estado hoje é um dia de comemorar emprego de qualidade, expansão econômica, e aquilo que o próprio governador Eduardo Riedel consolida como nossa estratégia, que é fazer um trabalho de competitividade nas nossas cadeias produtivas”, concluiu o secretário.
Rosana Siqueira, da Semadesc com informações da assessoria de imprensa da Suzano
A Prefeitura de Ilha Solteira interditou nesta segunda-feira (22) trechos da Alameda Goiás para o recapeamento de várias ruas, uma interdição que deve durar até quarta-feira (24). Conforme o site Ilha de Notícias, os motoristas que trafegam pela região devem ficar atentos.
As ruas Anápolis, Morrinhos, Jataí e um trecho da Alameda Goiás serão recapeadas. Além desses, as alamedas Itaipu e Paraná, na zona sul, também passarão por recapeamento. A Alameda 3, no bairro Novo Horizonte, já foi recapeada.
As obras, previstas para conclusão até o final de julho, utilizam recursos próprios e parcerias com os Governos do Estado e Federal. “Estamos começando por esses trechos, mas muitos também terão o asfalto recuperado em breve”, afirmou o prefeito Otávio Gomes.
Termos de Ajuste de Conduta estabelecidos pelo MPT-MS asseguram justiça e compensações para trabalhadores resgatados de condições degradantes de labor em fazendas do estado
Em um significativo avanço na luta contra o trabalho em condições análogas à escravidão, o Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS) firmou dois Termos de Ajuste de Conduta (TAC) resultando em acordos que totalizam R$ 425 mil. As ações envolveram resgates de trabalhadores nos municípios de Ponta Porã e Bela Vista, que ocorreram, respectivamente, ao final do mês de junho e início de julho. Ao todo, dez trabalhadores foram resgatados de condições degradantes e serão compensados por danos morais e verbas rescisórias.
Resumo dos fatos em Ponta Porã
Cinco trabalhadores foram resgatados de condições degradantes de labor enquanto executavam atividades de corte e carregamento de madeira de eucalipto em uma fazenda na zona rural de Ponta Porã. Um dos trabalhadores resgatados é de nacionalidade paraguaia. O flagrante ocorreu durante uma ação fiscal empreendida no dia 26 de junho por auditores-fiscais do Trabalho, que lavraram 18 autos de infração contra o empregador após constatarem situações precárias no local, como alojamentos inadequados e falta de equipamentos de segurança individual.
Fotos: Divulgação/MPT-MS
No último dia 1º de julho, o procurador do Trabalho em Dourados, Jeferson Pereira, conduziu uma audiência administrativa com a participação da representante legal do proprietário rural. Na ocasião, foi firmado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), prevendo a adoção imediata de medidas para adequar o meio ambiente de trabalho, além do pagamento das verbas rescisórias, que totalizaram quase R$ 30 mil, com prazo de acerto transcorrido até o dia 16 de julho. As vítimas serão indenizadas em quase R$ 30 mil a título de verbas rescisórias.
As obrigações assumidas pelo empregador incluem registrar corretamente os contratos de trabalho, recolher e depositar as contribuições de FGTS, fornecer equipamentos de proteção individual adequados, disponibilizar instalações sanitárias e abrigos nas frentes de trabalho, fornecer alojamentos adequados e locais apropriados para preparo de alimentos. Além disso, o empregador se comprometeu a pagar R$ 40 mil pela madeira já cortada a um dos trabalhadores resgatados.
Fotos: Divulgação/MPT-MS
Resumo dos fatos em Bela Vista
Outros cinco trabalhadores foram encontrados em condições degradantes em uma propriedade rural de Bela Vista, cujo proprietário alegou ter contratado os serviços por meio da modalidade de empreita. Apesar de não reconhecer a relação de emprego, ele aceitou a responsabilidade subsidiária pelos danos causados, já que os trabalhadores estavam sob a supervisão da fazenda.
Em uma operação conjunta realizada pelo MPT-MS e a Auditoria-Fiscal do Trabalho, foram identificadas diversas irregularidades trabalhistas que caracterizam condições análogas à escravidão. Entre as principais violações estavam jornadas exaustivas na extração de madeira e construção de cercas, condições insalubres de trabalho e moradia, e ausência de pagamento adequado.
O TAC, realizado entre o empregador e o MPT-MS no dia 3 de julho. estipula os seguintes pagamentos a título de dano moral individual, conforme os parâmetros estabelecidos no art. 223-G, § 1º da CLT: um trabalhador receberá R$ 75 mil em compensação pelo dano moral individual sofrido, enquanto outros quatro trabalhadores receberão R$ 50 mil cada. Ao todo, serão pagos R$ 275 mil em compensações individuais.
Detalhes dos acordos
Os TACs estipulam o pagamento de R$ 425 mil, distribuídos entre danos morais individuais e coletivos. Em Bela Vista, o valor destinado ao dano moral coletivo é de R$ 80 mil, que deverá ser depositado até 15 de dezembro de 2024 em favor de uma entidade que atua na defesa dos direitos sociais indicada pelo MPT-MS. Em Ponta Porã, o valor das verbas rescisórias e outras compensações totaliza quase R$ 70 mil, com obrigações adicionais para melhorar as condições de trabalho.
O cumprimento dos acordos será rigorosamente fiscalizado pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, pelo MPT-MS e pela Justiça do Trabalho. A fiscalização poderá ocorrer a qualquer momento, e qualquer cidadão tem o direito de denunciar o descumprimento das cláusulas dos acordos. O descumprimento resultará na aplicação de multas significativas. Em Bela Vista, multas de 100% sobre o valor remanescente serão aplicadas. Em Ponta Porã, o proprietário rural deverá arcar com multa de R$ 5 mil por obrigação violada e por trabalhador prejudicado, cumulativamente aplicada a cada inobservância. Os valores das multas serão destinados a campanhas educativas, preventivas e a entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, conforme a destinação definida pelo MPT-MS.
Compromisso com a erradicação do trabalho escravo
A ação conjunta e a implementação destes acordos sublinham a importância de uma fiscalização rigorosa e de medidas concretas para combater o trabalho escravo contemporâneo para assegurar que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados e que situações degradantes sejam eliminadas, sobretudo nas áreas rurais do estado.
Paulo Douglas Almeida de Moraes, procurador do Trabalho responsável pelo acordo em Bela Vista e titular da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete) em Mato Grosso do Sul, destacou a importância da efetivação dos dispositivos extrajudiciais. Segundo ele, “reafirmam o compromisso do MPT-MS em proteger os direitos dos trabalhadores. A exploração e as condições degradantes de trabalho são afrontas intoleráveis à dignidade humana e aos princípios fundamentais do trabalho decente.”
E acrescenta: “Através dos acordos, enviamos uma mensagem clara e inequívoca a todos os empregadores: a exploração laboral não será tolerada. Estamos comprometidos em utilizar todos os recursos disponíveis para garantir que os direitos trabalhistas sejam respeitados, a fim de promover ambientes de trabalho seguros e dignos para todos. Estes acordos não apenas buscam oferecer reparação às vítimas, mas também estabelecem precedentes importantes para a proteção dos trabalhadores no futuro. A luta contra a exploração laboral continua, e o MPT-MS permanece vigilante e determinado a erradicar todas as formas de trabalho degradante.”
Referente aos procedimentos PP 000184.2024.24.001/7-18 e IC 000748.2024.24.000/4
Fonte: Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul
Não é necessário ter experiência; só em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, são 12 vagas
A RD Saúde, que engloba as farmácias Raia e Drogasil, oferece oportunidades de emprego exclusivas para pessoas com deficiência. São 340 vagas para início imediato em todo o país. O cargo é de assistente operacional.
Os candidatos devem ter mais de 18 anos e ensino fundamental completo. O assistente operacional tem como principais funções recepcionar e atender clientes nas farmácias; receber, conferir e repor mercadoria; e organizar produtos e estoque.
Somente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são 12 vagas para atuar nas farmácias Raia e Drogasil. “Somos uma empresa em expansão com mais de 3.000 filiais em todo os estados. O nosso foco principal é com atenção primária de saúde e cuidados integrais. Temos o compromisso público de contribuir para uma sociedade mais saudável, diversa e inclusiva”, diz Daniel Moraes, diretor de Gente e Cultura da RD Saúde.
A RD Saúde incentiva os funcionários a prosseguirem com os estudos. Tem um curso superior de graduação em Farmácia com parte da mensalidade subsidiada pela companhia e voltado exclusivamente para funcionários — 500 alunos já se matricularam desde a abertura da primeira turma no início deste ano. Oferece ainda o Incentivo Educação, também com mensalidades subsidiadas. Esse programa beneficia 800 funcionários matriculados nas principais universidades do país.
Além de trilha de carreira, os benefícios incluem convênio médico e odontológico, vale-transporte, vale-alimentação, seguro de vida, auxílio-academia e participação nos resultados.
A empresa é uma grande porta de entrada para primeiro emprego e investe na formação dos profissionais. “Quem for contratado hoje como assistente operacional receberá treinamento e apoio para continuar se aperfeiçoando e pode chegar a cargos de gerência”, diz Moraes, diretor de Gente e Cultura da RD Saúde.
Saiba como se candidatar às vagas exclusivas para pessoas com deficiência
A RD Saúde foi formada em 2011, a partir da fusão entre a Droga Raia e a Drogasil, que combinam mais de 200 anos de história no varejo farmacêutico. Hoje, o grupo está presente em todos os estados do país, com 3.000 farmácias. Em 2024, ao adotar uma nova marca corporativa, a companhia reforçou a sua atuação como ecossistema de saúde voltado para prestação de serviços e cuidados com o bem-estar da população. Por isso, continua ampliando sua capilaridade física e digital, disseminando um novo conceito de farmácia em um modelo de negócio multicanal.
Nesta segunda-feira (22), uma moradora de Água Clara, de 25 anos, contemplada com um lote no Bairro Jardim dos Ipês, registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia, após ter os fios de energia do padrão furtados em seu terreno.
Conforme o Portal Água Clara, ela declarou que ficou sabendo no final de semana que houve uma série de furtos de fios e padrões nos lotes doados pela Prefeitura Municipal.
Em seguida se dirigiu até o seu terreno e constatou que todos os fios elétricos internos de seu padrão de energia haviam sido furtados. O caso foi encaminhado a Delegacia de Polícia, que iniciará as investigações.
Um adolescente de 17 anos, esfaqueado pela mãe no último domingo (21), morreu na Santa Casa de Campo Grande no final da tarde de ontem. Conforme o site Campo Grande News, a morte foi confirmada pela madrinha do menino.
O jovem teve vísceras expostas após ser ferido no abdômen. O caso ocorreu na Rua Pirapitinga, no Bairro Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande.
A madrinha da vítima, de 32 anos, muito abalada e sob efeito de calmantes, informou que recebeu a notícia da morte por volta das 22h.
“Não sei por que ela fez isso. A única coisa que fiquei sabendo é que ela estava brigando com o marido, ele foi defender ela, não sei exatamente o que aconteceu. Ele conseguiu correr um pouco, mas ela conseguiu matá-lo. Tomei remédio para parar de chorar, não estou conseguindo acreditar que a mãe matou o filho”, lamentou.
Segundo a madrinha, o menino foi criado pela avó paterna e sempre visitava a mãe. Ela descreveu o adolescente como trabalhador e educado.
“Ele estava comigo ontem, me abraçou, me deu benção. Trabalhava em uma borracharia, ele comprava as coisas dele, era muito bonzinho”, afirmou.
O Caso
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar encontrou o menino no chão, ferido no abdômen e com as vísceras expostas. Testemunhas informaram que ele foi esfaqueado pela mãe, que foi presa e confessou o crime.
A mãe alegou que não tinha intenção de matar o filho e que o esfaqueou após ele dizer que a odiava. O Corpo de Bombeiros foi acionado, e o adolescente foi encaminhado para a Santa Casa em estado gravíssimo.
A faca foi apreendida, e a mulher presa em flagrante. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol.
Neste domingo (21), o Bonito CineSur promoveu uma mesa redonda com a presença dos diretores-presidentes das fundações de Turismo e de Cultura de Mato Grosso do Sul e das Film Commissions de São Paulo e Belo Horizonte. A mediação foi realizada por Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo, e contou com a participação de Eduardo Mendes Pinto, diretor-presidente da Fundação de Cultura, que apresentou a nova direção da Film Commission MS (Mato Grosso do Sul).
Thaylane Cristina, coordenadora da BH Film Commission (Belo Horizonte), e Ana Carolina de Araújo Silva, coordenadora da SP Film Commission (São Paulo), ressaltaram a importância do suporte ao audiovisual oferecido por uma Film Commission, tanto regionalmente quanto para produções de outras regiões que buscam locações. Thaylane destacou que a criação da Film Commission de Belo Horizonte resultou no reconhecimento do audiovisual mineiro em festivais internacionais. Já Ana enfatizou o impacto das grandes produções nacionais e estrangeiras no desenvolvimento do audiovisual paulistano.
A criação de um observatório de dados para acompanhar os números das produções foi outro ponto destacado por ambas as coordenadoras. São Paulo e Belo Horizonte possuem levantamentos precisos dos valores movimentados, essenciais para demonstrar o retorno da atuação das Film Commissions. Em São Paulo, a política da SP Film Commission levou à criação de um sistema de retorno financeiro para as produções, o cash rebate, atraindo novas produções e fomentando o setor, como as filmagens da Netflix realizadas na cidade desde 2021.
Bruno Wendling destacou o impacto da atuação de uma Film Commission na economia local, fortalecendo a indústria do audiovisual e do turismo, e, consequentemente, a economia criativa. Eduardo Mendes ressaltou a importância da colaboração entre as pastas de turismo e cultura, facilitada pelo posicionamento estratégico em uma mesma secretaria. A sinergia entre as equipes é fundamental para estimular a atuação da Film Commission MS em todo o estado, mapeando locações e catalogando profissionais do audiovisual em cada cidade.
Eduardo Mendes conduziu uma breve apresentação sobre a Film Commission MS e suas perspectivas para curto e médio prazo. A prioridade é avançar no cadastro de profissionais e no catálogo de locações, além de firmar parcerias com instituições envolvidas no escopo da comissão. No final da apresentação, Eduardo Mendes apresentou a nova equipe da Film Commission MS: a coordenadora Ana Ostapenko, o jornalista Daniel Rockenbach e o diretor do Museu de Imagem e do Som de MS, Alexandre Sogabe.
Marcelo Ferreira Miranda, secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, destacou a relevância da mesa-redonda. “A colaboração entre turismo e cultura é essencial para o fortalecimento da indústria audiovisual no nosso estado. A Film Commission MS tem um papel crucial em atrair produções e promover nosso potencial cultural e turístico, gerando emprego e renda para a nossa população”.
O que é uma Film Commission?
Uma Film Commission é uma comissão de filmagem regulamentada por órgãos públicos, algumas configuradas como parcerias público-privadas, cada qual com sua regulamentação interna. No Brasil, a maioria é municipal, geralmente situadas em grandes capitais. Em Mato Grosso do Sul, o governo estadual criou, em 2014, a Film Commission MS, que atende todos os municípios do Estado.
Na manhã desta segunda-feira (22), policiais civis da 3ª DPTL realizaram a captura um indivíduo autor de diversos furtos no município que estava com mandado de prisão em aberto.
A ação faz parte das diligências contínuas para combater os furtos na área da Terceira Delegacia.
W.L.C, 38 anos, foi preso em um local conhecido como ponto de encontro de usuários no bairro Jardim Vila Verde. Ele foi preso e encaminhado ao sistema penitenciário local.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou um veículo e prendeu um homem por receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor no último sábado (20), em Água Clara.
Conforme divulgado pelo site Água Clara MS, a equipe da PRF deu ordem de parada a um VW T-Cross no km 145 da BR-262, mas o condutor não obedeceu e fugiu. Os policiais iniciaram o acompanhamento tático e conseguiram abordar o veículo alguns metros depois.
O homem confessou que transportava um veículo roubado, o que foi confirmado após diligências dos agentes. O VW T-Cross tinha registro de furto desde o início de junho, em Brasília (DF). O condutor afirmou que estava transportando o veículo de Luziânia (GO) para Campo Grande. Ele foi encaminhado para a Polícia Civil de Água Clara.
Produtores de três assentamentos de Bataguassu receberam a unidade móvel da Rota Rural (Foto: Assessoria Sebrae)
Iniciativa fez parte de programa, executado pelo Sebrae e Suzano, para a promoção do desenvolvimento e geração de renda para as famílias de três assentamentos rurais
Para confeccionar produtos a partir de alimentos produzidos no campo e agregar valor aos itens na hora da venda, moradores de três assentamentos de Bataguassu participaram, neste mês, de capacitações da Rota Rural. A iniciativa é uma das qualificações oferecidas pelo projeto “Desenvolvimento e geração de renda para produtores rurais”, executado pelo Sebrae/MS e Suzano que contempla, ao todo, 443 famílias.
Com técnicas para transformar o leite em diversas opções de queijos, a capacitação na área de queijaria foi uma das oferecidas. Outro curso disponibilizado foi voltado a preparação de doces, compotas e geleias, a partir dos hortifrutis plantados pelos produtores. As qualificações foram oferecidas entre os dias 8 e 10 de julho, no assentamento Montana; de 11 a 13 do mesmo mês, nos assentamentos Aldeia I e II; e, na última semana, entre os dias 17 e 19, no assentamento Santa Clara.
Segundo o analista-técnico do Sebrae/MS, Edvaldo Araújo da Silva, o intuito é apresentar aos produtores formas de agregar valor aos produtos vendidos por eles. “As capacitações do programa vêm para expandir a visão e aumentar a produtividade dos produtores rurais por meio da agroindustrialização. As técnicas são o primeiro passo para eles aprenderem o processamento correto dos produtos, depois também vamos apoiá-los nos caminhos para a comercialização. Com isso, essas famílias terão um incremento financeiro substancial, o que traz mais qualidade de vida. Esperamos que prosperem e nunca desistam de buscar novos conhecimentos”, pontuou.
O coordenador de Desenvolvimento Social diz que a parceria com o Sebrae/MS vai ao encontro do ideal da empresa em melhorar a vida das pessoas. “Dentro da Suzano, nós acreditamos que só é bom para nós se for bom para mundo e, ao nos unirmos com o Sebrae, conseguimos criar formas mais efetivas para gerar renda, qualificação e sustento para as famílias envolvidas, fortalecendo pequenos produtores para que eles possam trabalhar em conjunto, dando mais segurança e valorização da produção”, enfatizou.
Com a Rota Rural, uma unidade móvel vai até as comunidades com os equipamentos necessários para a realização dos cursos. Por meio dessa iniciativa, os produtores identificaram novos produtos que podem ser feitos a partir de matérias-primas locais como tomate confit, bala de banana e molho de tomate assado. Na área de laticínios, o grupo aprendeu a confeccionar queijos do tipo parmesão, ricota, nicola tradicional, minas frescal e coalho, além de opções recheadas com doce de leite, por exemplo.
De acordo com os participantes, como Maria Aparecida Spalanzani, moradora do Assentamento Aldeia, essas são opções que podem ser oferecidas para os consumidores. “Foi bom e muito importante participar do curso de queijaria, pois já fazia queijos para o nosso consumo em casa. Como aprendi a fazer tudo direitinho, agora quero começar a vender também e seguir em frente. Superou as minhas expectativas”, comemora.
Já a produtora rural do Assentamento Santa Clara, Lais Rodrigues Brito da Silva, conheceu novas técnicas para a produção de doces e ressaltou a importância do curso para produzir com qualidade. “A gente fazia as coisas de uma maneira errada e eles ensinaram o jeito certo, evitando desperdícios e com a escolha de bons ingredientes. Como eu trabalho com bolos e doces, vou colocar tudo em prática”, garante.
Também morador do Assentamento Santa Clara, o produtor rural José Carlos dos Santos destacou que a capacitação também incentivou o grupo a buscar novos conhecimentos. “Nós aprendemos várias técnicas para produzir o queijo e os doces, mas eu não quero ficar só nisso, não. Espero fazer outros cursos, para produzir e vender do jeito certo, como se deve ser”, afirma.
As atividades do projeto “Desenvolvimento e geração de renda para produtores rurais”, executado pelo Sebrae/MS e Suzano, em Bataguassu seguem até 2025. Mais informações sobre a iniciativa podem ser obtidas por meio da Central de Relacionamento do Sebrae, por meio do número 0800 570 0800.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com SEST/SENAT, CETEPS Prime, CCR MSvias, Óticas Portal Prime e Secretária Estadual de Saúde, realiza, nesta terça-feira (23), Comando de atenção à saúde dos motoristas profissionais que circulam pelas rodovias federais de Mato Grosso do Sul.
O objetivo é realizar ações de conscientização quanto às medidas de prevenção de doenças, promoção da saúde e da manutenção da qualidade de vida no âmbito do trabalho e fora dele.
Durante a ação, serão avaliados gratuitamente os parâmetros da saúde, em especial: obesidade, hipertensão, hiperglicemia, etilismo, tabagismo, acuidade visual imprópria, estresse oriundo de carga horária excessiva, utilização de medicamentos impróprios e risco de doenças metabólicas.
Serviço
DIA: 23/07/2024 HORÁRIO: das 8h às 11h LOCAL: Unidade Operacional da PRF em Campo Grande: BR-163 – km 454 ENTREVISTAS: PRF Carlos Oliveira – chefe substituto do Núcleo de Segurança Viária da PRF/MS
Pedimos a gentileza de confirmar presença no privado.
No último sábado (20), em um comício em Niterói (RJ) para apoiar o pré-candidato à prefeitura Carlos Jordy (PL-RJ), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma associação entre o recente atentado contra Donald Trump e o ataque que sofreu em 2018.
Vestido com uma camisa verde-amarela e de cima de um carro de som, Bolsonaro destacou Trump como o maior líder da direita mundial.
Conforme o site Metrópoles, Bolsonaro mencionou o atentado a tiros que feriu Trump na orelha e relembrou a facada que sofreu em 2018, afirmando que ambos “tiveram uma segunda chance”. Emocionado, ele contou que, ao ser atacado, pediu a Deus para que sua filha Laura não ficasse órfã.
As convenções partidárias que confirmarão os candidatos às Eleições Municipais de 2024 começaram no mesmo dia. Bolsonaro, já em campanha, tem visitado suas bases eleitorais desde quinta-feira (18), passando por várias cidades do Rio de Janeiro. Ele esteve ao lado de figuras como o governador Cláudio Castro (PL) e Alexandre Ramagem, candidato à prefeitura da capital.
Em Niterói, Bolsonaro apoiou Jordy, alvo da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, que investiga pessoas envolvidas em atos antidemocráticos. Durante cerca de uma hora, Bolsonaro criticou a gestão local do PDT e a política de esquerda, incentivando os moradores a seguirem a ideologia de direita.
O advogado Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) de Bolsonaro, postou um vídeo do ato de apoio em sua rede social.
O Corpo de Bombeiros foi ao local e socorreu duas vítimas
Dois trabalhadores da construção civil sofreram vários ferimentos e precisaram de serem socorridos até o Hospital Regional na manhã desta segunda-feira (22), em Nova Andradina.
Segundo apurou o Nova Noticias, as vítimas estavam trabalhando na construção de uma edificação a qual teve um colapso parcial. Foi feito o resgate dos trabalhadores, as quais foram transportadas para atendimento médico. Outros quatro trabalhadores saíram ilesos e não necessitaram de atendimento.
Foto: Corpo de Bombeiros
De acordo com o apurado pelo Portal, no local está sendo construído o Centro de Hemodiálise, ao lado do hospital Cassems, na rua Sete de Setembro cruzamento com a rua Elizabeth Robiano.
O espaço segue aberto, caso o responsável pela obra queira se manifestar sobre o acidente que mobilizou o Corpo de Bombeiros até o local.
A Rede Sesi de Educação em Mato Grosso do Sul está com processo seletivo aberto com vagas de gratuidade integral na educação básica para o segundo semestre letivo de 2024. São ao todo 104 vagas disponíveis para educação infantil, ensino fundamental e Médio, distribuídas entre sete unidades da rede no Estado.
As vagas são destinadas a estudantes cuja família comprovar condição de baixa renda (até meio salário mínimo por pessoa da família). As inscrições no processo seletivo são gratuitas e devem ser feitas presencialmente na secretaria da Escola Sesi. O período de inscrição vai de 22 a 26 de julho, no horário das 8 às 11 horas e das 13 às 17 horas.
A ficha de inscrição, os critérios de seleção e a lista de documentos exigidos podem ser consultadas no edital do processo seletivo.
Após análise de documentos, a divulgação dos resultados será realizada a partir de 1º de agosto, com a lista de candidatos selecionados publicada no Portal da Transparência do Sesi (https://transparencia.sesims.com.br/gratuidade-oportunidades).
Verifique a distribuição das vagas por cidade, escola e etapa de ensino: