29/04/2016 15h10 – Atualizado em 29/04/2016 15h10

Governo do Estado e prefeituras podem ter que conviver com intermináveis greves de servidores por causa do ano eleitoral. Essa é uma forma que os funcionários encontram para encostar os gestores na parede e exigir aumento de salários. Sempre foi assim e, dessa vez, não deverá ser diferente. Embora todos saibam que a crise econômica e a lei eleitoral não permitem, devem fazer movimentos nesse sentido. Na Capital, por exemplo, os professores já definiram por uma greve a partir de maio. Essa pode ser o estopim do que ainda virá pela frente.

CONGELAMENTO

O reajuste salarial dos servidores públicos voltou a ser debatido ontem pelos deputados estaduais. Coordenador do Fórum dos Servidores do Estado, o 2º tenente Thiago Mônaco Marques manifestou a indignação da categoria com a proposta oferecida pelo tucano Reinaldo Azambuja de abono salarial no valor de R$ 200. “O Fórum congrega 40 mil servidores, que consideram frustrante a proposta do governo. Queremos um reajuste justo e legítimo, conforme preconiza a Constituição Federal, ou seja, a reposição inflacionária. Poderia ser feita até uma contraproposta de parcelar, no entanto, o Executivo não discute o índice e nem o período da reposição. Desta forma, os servidores terão dois anos de reajuste zero”, esbravejou.

PERENE

Sendo ou não candidata à prefeita de Campo Grande, o certo é que a ex-vereadora Tereza Name (PDT) tem feito seu trabalho em favor dos mais carentes da Capital. Distribuição de agasalhos é apenas um entre os inúmeros trabalhos que desenvolve na área social do município há anos. Agora, se realmente decidir participar da eleição, certamente esse gesto que faz deverá render dividendos nas urnas, pois o povão sabe muito bem onde o calo aperta. Além disso, a brizolista tem carisma pra dar e vender e, isso, ajuda muito o político na hora de pedir o voto.

BATOM

Outra mulher que pode pleitear o voto do campo-grandense nas eleições de outubro é Rose Modesto (PSDB), atual vice-governadora. Como a brizolista, também já foi vereadora na Capital e, ultimamente, vinha atuando forte na área social do governo. Como candidata, terá o apoio incondicional do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), responsável pela indicação de seu nome à sua vice nas eleições de 2014. Mesmo distante do cargo de secretária por força da lei eleitoral, ela deve estar mantendo estreito contato com a periferia da cidade, além, é claro, de montar seu projeto político.

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