04/01/2013 10h47 – Atualizado em 04/01/2013 10h47

Da Redação

A Secretaria de Saúde em Campo Grande (Sesau) investiga se a morte de Juliane Silveira, 29 anos, na madrugada desta sexta-feira (4), em Campo Grande, foi provocada por leishmaniose. A irmã da jovem, Suellen Silveira, disse que Juliane estava internada desde a segunda-feira (31) em uma clínica particular na área central da capital. Ela estava em coma induzido desde a manhã da quinta-feira (3) e morreu por volta das 4h de hoje.

De acordo com a coordenadora de vigilância epidemiológica da Sesau, Erci Hirota, o caso começou a ser investigado logo que foram notificados pela clínica da morte de Juliane. “Hoje de manhã pedimos para o hospital o relatório do prontuário médico e o histórico da paciente para analisarmos o caso”, disse.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, em 2012, foram registrados foram registrados 172 casos de leishmaniose em Campo Grande.

LEISHMANIOSE

A leishmaniose é uma doença crônica, causada pelo protozoário leishmania. Comum em cães, é transmitida ao homem por mosquitos flebotomíneos que se alimentam de sangue. Nos cães, os principais sintomas são: fraqueza, queda de pelo, febre e feridas permanentes.

Já no ser humano é caracterizada por lesões na pele, podendo também afetar nariz, boca e garganta. Ela também pode afetar o fígado, baço e a medula óssea. Caso não seja tratada pode levar a morte.

(*) Com informações do G1-MS

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