03/04/2018 14h23

Decisão de Riedel de não concorrer ao senado abre leque para Azambuja negociar a vaga do senado com outros partidos

Redação

Depois de refletir muito e analisar qual seria a melhor maneira de continuar contribuindo para que nosso Estado supere a crise e volte a crescer com sustentabilidade e distribuição de renda, tomei a decisão de permanecer à frente da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov). Desse modo, sigo atuando junto ao governo com o compromisso de trabalhar pela manutenção de ações voltadas para o desenvolvimento, que mostram um jeito diferente de fazer as coisas, com um estado mais enxuto e bem gerido, focado nas pessoas.

O governo de Reinaldo Azambuja é reconhecido pela gestão responsável e eficiente que foi construída nos últimos anos. Nela, cumpro uma função estratégica. Por isso, minha decisão é a de continuar na Segov, desempenhando o trabalho que iniciei em 2015, quando fui convidado a assumir o cargo de secretário. O legado destes quatro anos, no qual enfrentamos momentos difíceis e tivemos de tomar decisões duras, é um Mato Grosso do Sul fortalecido, com mais oportunidades para a população. Agradeço a confiança dos vários setores da sociedade que manifestaram o desejo de me ver como senador pelo nosso Estado.

HISTÓRICO

Eduardo Riedel assumiu a Segov em janeiro de 2015, licenciando-se da presidência da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul). Anteriormente, Riedel esteve na liderança de instituições importantes como o Sindicato Rural de Maracaju, o Conselho Deliberativo do Sebrae/MS e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Na gestão privada, o trabalho que executou como diretor-presidente da Sapé Agropastoril Ltda., entre 1994 e 2014, foi reconhecido nacionalmente com prêmio de sustentabilidade da revista Dinheiro Rural.

O secretário Eduardo Riedel assumiu a Segov em janeiro de 2015 e para isso teve que licenciar-se da presidência da Famasul (Foto: Secom)

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