“Onça Pintada” começou a fornecer energia ao sistema elétrico nesta quinta-feira após 96h de testes contínuos

Começou a operar hoje, 8, oficialmente, a Usina de Biomassa Onça Pintada, da Eldorado Brasil.

As obras civis já haviam sido concluídas, mas ainda faltavam os últimos testes de caldeira, turbina e produção ininterrupta de energia para que a Usina pudesse ser cadastrada como “concluída” no Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Os testes definitivos duraram quatro dias, período durante o qual a Usina precisou operar ininterruptamente para comprovar que tinha concluído as etapas necessárias para entrar, definitivamente, em operação.

As obras da Onça Pintada começaram em março de 2019 e envolveram mais de 1500 funcionários em seu auge. Em 2020, com o início da pandemia, a construção passou pelo seu período mais desafiador e chegou a ser paralisada, mas voltou a pedido da ANEEL, com número reduzido de funcionários.

“Mesmo com a pandemia conseguimos entregar esse projeto bem sucedido dentro do prazo”, afirmou o Diretor Industrial da Eldorado, Carlos Monteiro.

A Usina

O investimento para a construção da usina foi de R$ 350 milhões – recursos próprios da Eldorado, que não dependeram de investidores.

O projeto Onça Pintada prevê a geração de energia a partir da biomassa da madeira. Ou seja: a Eldorado reaproveitará o resto do corte do eucalipto que sustenta a indústria de celulose. A biomassa é feita de tocos, raízes, cascas e restos de árvores que não eram aproveitados no campo e que, agora, passarão a gerar energia elétrica.

A usina processará uma tonelada de biomassa para cada MW/h de energia produzida.

Comentários